Os vencedores do Prêmio da Micro e Pequena Empresa em Sergipe

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Os empresários vencedores da premiação
Os empresários vencedores da premiação

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Publicada em 07/07/2018 às 07:46:00

 

O Banco do Nordeste realizou a quarta edição do Prêmio Banco do Nordeste da Micro e Pequena Empresa, em reconhecimento à ação de empreendedores que se destacam em Sergipe, nos setores da indústria, comércio e serviços. 
O propósito da premiação é contribuir para ampliar a cobertura do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e incentivar as empresas a buscar crescimento e desenvolvimento no campo de desempenho econômico-financeiro, qualidade da gestão e iniciativas de inovação.
 "O prêmio reconheceu as melhores práticas de gestão, inovação e criatividade empresarial, servindo de exemplo para que outros micro e pequenos empreendedores alcancem competitividade no segmento em que atuam. Foi um momento de celebração e inspiração para todos os empresários", disse o superintendente estadual do Banco do Nordeste, Antônio César de Santana.
As micro e pequenas empresas selecionadas obedeceram a critérios como ter faturamento anual de até R$ 4,8 milhões; pelo menos 12 meses de atividade; crédito do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) vigente; e sede na área de atuação do Banco do Nordeste, que inclui os nove Estados nordestinos e o norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.
Vencedores - Na categoria "Indústria", a ganhadora foi a empresa Multy Formas, do município de Lagarto. Criada há dez anos, a fábrica emprega 60 pessoas e produz móveis planejados para os setores hoteleiro e imobiliário, lojas e consultórios de Aracaju, Lagarto, Salvador e Maceió. A ideia começou na adolescência.
"Aos 17 anos, montei minha própria indústria, que acabou destruída num incêndio. Mas não desisti e, com minha família, dei a volta por cima. Tenho muito zelo com a produção dos móveis e costumo dizer que o maior segredo é conhecer o chão de fábrica. Hoje temos uma fábrica que é referência em Sergipe", afirmou o empresário José Santana Santos, conhecido como Genivaldo.
Na categoria "Comércio", a vencedora foi a delicatessen Santa Cecília, da cidade de Aracaju. Há 33 anos no mercado, a empresa vende produtos de mercearia, lanchonete, laticínios e panificação - grande parte de fabricação própria. Assim como o primeiro premiado, o espírito empreendedor começou cedo.
"Aos 9 anos, já estava nas feiras livres. Aos 14, passei a trabalhar com meu pai na venda de cereais e, nove anos depois, adquiri com meu irmão a padaria que hoje é este grande empreendimento. No início, o ponto tinha 90 metros quadrados. E hoje conta com 400 metros quadrados", explicou o empresário José Orlando dos Santos.
E na categoria "Serviços," o vencedor foi o restaurante Comida Caseira do Edinho, também da capital sergipana. Criada em 2013, a empresa conta com 30 funcionários e já passou por quatro reformas, considerando a reconstrução completa feita após demolição em 2014.
"Começamos com uma churrasqueira na frente e oito mesas de madeira. Aos poucos foram aparecendo mais clientes e começamos a ampliar, até chegarmos à atual estrutura, que atende a 288 pessoas", relatou o empresário Ednaldo de Jesus.

O Banco do Nordeste realizou a quarta edição do Prêmio Banco do Nordeste da Micro e Pequena Empresa, em reconhecimento à ação de empreendedores que se destacam em Sergipe, nos setores da indústria, comércio e serviços. 
O propósito da premiação é contribuir para ampliar a cobertura do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e incentivar as empresas a buscar crescimento e desenvolvimento no campo de desempenho econômico-financeiro, qualidade da gestão e iniciativas de inovação.
 "O prêmio reconheceu as melhores práticas de gestão, inovação e criatividade empresarial, servindo de exemplo para que outros micro e pequenos empreendedores alcancem competitividade no segmento em que atuam. Foi um momento de celebração e inspiração para todos os empresários", disse o superintendente estadual do Banco do Nordeste, Antônio César de Santana.
As micro e pequenas empresas selecionadas obedeceram a critérios como ter faturamento anual de até R$ 4,8 milhões; pelo menos 12 meses de atividade; crédito do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) vigente; e sede na área de atuação do Banco do Nordeste, que inclui os nove Estados nordestinos e o norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.
Vencedores - Na categoria "Indústria", a ganhadora foi a empresa Multy Formas, do município de Lagarto. Criada há dez anos, a fábrica emprega 60 pessoas e produz móveis planejados para os setores hoteleiro e imobiliário, lojas e consultórios de Aracaju, Lagarto, Salvador e Maceió. A ideia começou na adolescência.
"Aos 17 anos, montei minha própria indústria, que acabou destruída num incêndio. Mas não desisti e, com minha família, dei a volta por cima. Tenho muito zelo com a produção dos móveis e costumo dizer que o maior segredo é conhecer o chão de fábrica. Hoje temos uma fábrica que é referência em Sergipe", afirmou o empresário José Santana Santos, conhecido como Genivaldo.
Na categoria "Comércio", a vencedora foi a delicatessen Santa Cecília, da cidade de Aracaju. Há 33 anos no mercado, a empresa vende produtos de mercearia, lanchonete, laticínios e panificação - grande parte de fabricação própria. Assim como o primeiro premiado, o espírito empreendedor começou cedo.
"Aos 9 anos, já estava nas feiras livres. Aos 14, passei a trabalhar com meu pai na venda de cereais e, nove anos depois, adquiri com meu irmão a padaria que hoje é este grande empreendimento. No início, o ponto tinha 90 metros quadrados. E hoje conta com 400 metros quadrados", explicou o empresário José Orlando dos Santos.
E na categoria "Serviços," o vencedor foi o restaurante Comida Caseira do Edinho, também da capital sergipana. Criada em 2013, a empresa conta com 30 funcionários e já passou por quatro reformas, considerando a reconstrução completa feita após demolição em 2014.
"Começamos com uma churrasqueira na frente e oito mesas de madeira. Aos poucos foram aparecendo mais clientes e começamos a ampliar, até chegarmos à atual estrutura, que atende a 288 pessoas", relatou o empresário Ednaldo de Jesus.