Médicos da PMA iniciam greve na sexta-feira

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Publicada em 19/07/2018 às 04:59:00

 

Milton Alves Júnior
Enquanto a Prefeitura 
de Aracaju anunciava 
e comemorava nas últimas 72 horas a implantação do prontuário eletrônico no sistema de saúde, médicos que prestam serviços para a administração da capital sergipana promoviam uma série de reuniões internas diante do desejo de organizar uma sequencia de atos públicos a serem realizados a partir de amanhã, sexta-feira, 20. De acordo com a direção do Sindicato dos Médicos do Estado de Sergipe (Sindimed), é inadmissível que a PMA permaneça se mostrando indisposta a atender à campanha salarial da categoria. Segundo o Sindimed, reajuste abaixo da inflação é sinônimo de greve por tempo indeterminado.
Gerando maior impasse entre os servidores e a administração comandada por Edvaldo Nogueira, na quinta-feira da semana passada, dia 12, os secretários de saúde Waneska Barboza e do Planejamento Augusto Fábio, anunciaram que o reajuste salarial seria 'zero', além da Pejotização (PJ) como forma contratual na Prefeitura de Aracaju, descartando, assim, a criação de novo concurso público. Deliberado em assembleia, a greve atingirá todas as unidades de saúde, com exceção dos setores de urgência e emergência, onde a escala previamente definhada será respeitada; uma maneira adotada a fim de não prejudicar os pacientes em situação crítica de saúde.
A PMA informa que segue disponível para continuar dialogado com os representantes sindicais em busca de minimizar os conflitos e buscarem juntos, alternativas as quais resultem em benefícios e progressos para todos. Apesar da tentativa de pacificação, os profissionais da medicina lamentam que estejam há anos buscando promover uma sequência produtiva de diálogos com o prefeito Edvaldo Nogueira. Sem sucesso, essa situação acaba gerando outro tipo de impasse entre as partes. Segundo o Sindimed, a categoria não tem sido recepcionada conforme prometido em 2016 pelo então candidato ao cargo de chefe do executivo municipal.
 "Se somos obrigados a nos humilhar para tentar promover um debate produtivo, mas mesmo assim apenas os secretários nos atendem, fica difícil manter a clima pacífico. Essa situação se agrava a partir do momento em que a proposta de reajuste salarial é de 0% e que não encaminhamento legal para a criação, desenvolvimento e publicação de contratação de novos profissionais por meio de concurso público", afirmou o médico Luís Carlos. A mobilização começa amanhã partir da 7h30, com um ato público no calçadão da 13 de julho.

Enquanto a Prefeitura  de Aracaju anunciava  e comemorava nas últimas 72 horas a implantação do prontuário eletrônico no sistema de saúde, médicos que prestam serviços para a administração da capital sergipana promoviam uma série de reuniões internas diante do desejo de organizar uma sequencia de atos públicos a serem realizados a partir de amanhã, sexta-feira, 20. De acordo com a direção do Sindicato dos Médicos do Estado de Sergipe (Sindimed), é inadmissível que a PMA permaneça se mostrando indisposta a atender à campanha salarial da categoria. Segundo o Sindimed, reajuste abaixo da inflação é sinônimo de greve por tempo indeterminado.
Gerando maior impasse entre os servidores e a administração comandada por Edvaldo Nogueira, na quinta-feira da semana passada, dia 12, os secretários de saúde Waneska Barboza e do Planejamento Augusto Fábio, anunciaram que o reajuste salarial seria 'zero', além da Pejotização (PJ) como forma contratual na Prefeitura de Aracaju, descartando, assim, a criação de novo concurso público. Deliberado em assembleia, a greve atingirá todas as unidades de saúde, com exceção dos setores de urgência e emergência, onde a escala previamente definhada será respeitada; uma maneira adotada a fim de não prejudicar os pacientes em situação crítica de saúde.
A PMA informa que segue disponível para continuar dialogado com os representantes sindicais em busca de minimizar os conflitos e buscarem juntos, alternativas as quais resultem em benefícios e progressos para todos. Apesar da tentativa de pacificação, os profissionais da medicina lamentam que estejam há anos buscando promover uma sequência produtiva de diálogos com o prefeito Edvaldo Nogueira. Sem sucesso, essa situação acaba gerando outro tipo de impasse entre as partes. Segundo o Sindimed, a categoria não tem sido recepcionada conforme prometido em 2016 pelo então candidato ao cargo de chefe do executivo municipal.
 "Se somos obrigados a nos humilhar para tentar promover um debate produtivo, mas mesmo assim apenas os secretários nos atendem, fica difícil manter a clima pacífico. Essa situação se agrava a partir do momento em que a proposta de reajuste salarial é de 0% e que não encaminhamento legal para a criação, desenvolvimento e publicação de contratação de novos profissionais por meio de concurso público", afirmou o médico Luís Carlos. A mobilização começa amanhã partir da 7h30, com um ato público no calçadão da 13 de julho.