Responsabilidade ambiental

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Publicada em 19/07/2018 às 05:17:00

 

Apesar de todo o esforço realiza
do para manter a Fafen operan
do regularmente, a fábrica de fertilizantes localizada em Laranjeiras vai mesmo fechar as portas. Segundo a Petrobras, a unidade acumula prejuízo em cima de prejuízo. Não adianta choro nem vela. Até lá, no entanto, a estatal ainda terá de responder aos profissionais da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema).
Quem não deve não teme. As suspeitas de desrespeito à legislação ambiental motivaram outras diligências. Mas a ausência de uma ordem judicial serviu de pretexto para a direção da Fafen impor toda a sorte de impedimentos. Ontem foi diferente. Autorizados pela justiça, os fiscais da Adema meteram o bedelho onde bem entenderam.
A fiscalização em momento tão delicado pode parecer um gesto arbitrário, revanchista, mas pretende apenas resguardar a segurança dos sergipanos. Segundo a presidência da Adema, trata-se justamente de observar questões ambientais que não podem ficar pendentes após a fábrica encerrar as atividades, sob pena de consequências indesejáveis para os cidadãos.
De fato, uma fábrica não é coisa que se feche de qualquer jeito, de uma hora pra outra, de um dia pra noite, a toque de caixa e repique de sino. O plano de hibernação exigido pelo órgão estadual à Petrobras tem de ser estudado com todo o rigor. Afinal de contas, não seria razoável somar ao revés econômico derivado da extinção da Fafen um eventual prejuízo ambiental. Seria mesmo o fim da picada.

Apesar de todo o esforço realiza do para manter a Fafen operan do regularmente, a fábrica de fertilizantes localizada em Laranjeiras vai mesmo fechar as portas. Segundo a Petrobras, a unidade acumula prejuízo em cima de prejuízo. Não adianta choro nem vela. Até lá, no entanto, a estatal ainda terá de responder aos profissionais da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema).
Quem não deve não teme. As suspeitas de desrespeito à legislação ambiental motivaram outras diligências. Mas a ausência de uma ordem judicial serviu de pretexto para a direção da Fafen impor toda a sorte de impedimentos. Ontem foi diferente. Autorizados pela justiça, os fiscais da Adema meteram o bedelho onde bem entenderam.
A fiscalização em momento tão delicado pode parecer um gesto arbitrário, revanchista, mas pretende apenas resguardar a segurança dos sergipanos. Segundo a presidência da Adema, trata-se justamente de observar questões ambientais que não podem ficar pendentes após a fábrica encerrar as atividades, sob pena de consequências indesejáveis para os cidadãos.
De fato, uma fábrica não é coisa que se feche de qualquer jeito, de uma hora pra outra, de um dia pra noite, a toque de caixa e repique de sino. O plano de hibernação exigido pelo órgão estadual à Petrobras tem de ser estudado com todo o rigor. Afinal de contas, não seria razoável somar ao revés econômico derivado da extinção da Fafen um eventual prejuízo ambiental. Seria mesmo o fim da picada.