Huse registra redução de pacientes vítimas de acidentes motociclísticos

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 20/07/2018 às 09:29:00

 

Segundo dados estatísticos do Sistema Integrado de Informatização de Ambiente Hospitalar (Hospub), no primeiro semestre deste ano (janeiro a junho) o Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) registrou pouco mais de 2.500 atendimentos envolvendo vítimas de acidente motociclístico. Desse total, 698 ficaram internados para reavaliação e possíveis procedimentos cirúrgicos e três foram a óbito. Mas, o fato que chama atenção é quanto a redução desse número se comparado ao mesmo período do ano passado (2017) que totalizou 3.103 vítimas e desses, 827 ficaram internados e três não resistiram à gravidade do trauma e foram a óbito.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, ações intersetorias do governo do Estado para educação no trânsito, fiscalização, blitz da lei seca e o início da obrigatoriedade do emplacamento das motonetas contribuíram para essa redução. De acordo com o panorama das vítimas que recebem atendimento na Área Verde Trauma do Huse, a maioria delas são com fraturas dos membros superiores e inferiores, de ossos como fêmur, tíbia e rádio, além de trauma na região do tórax.
Em cerca de 30% desses casos as sequelas são definitivas, como paraplegias, tetraplegias, deformidades ósseas e amputações. Nos outros 70%, as vítimas sofrem sequelas parciais, como restrições de movimentos e dores. A gerente da Área Verde Trauma do Huse, Débora Feitosa, destaca que as pessoas estão se conscientizando mais e procurando cumprir as determinações no trânsito.
 "Todo mundo sabe que bebida e direção não combinam, altera os reflexos e além de ser infração grave, pode custar a vida do condutor e até mesmo do acompanhante. 

Segundo dados estatísticos do Sistema Integrado de Informatização de Ambiente Hospitalar (Hospub), no primeiro semestre deste ano (janeiro a junho) o Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) registrou pouco mais de 2.500 atendimentos envolvendo vítimas de acidente motociclístico. Desse total, 698 ficaram internados para reavaliação e possíveis procedimentos cirúrgicos e três foram a óbito. Mas, o fato que chama atenção é quanto a redução desse número se comparado ao mesmo período do ano passado (2017) que totalizou 3.103 vítimas e desses, 827 ficaram internados e três não resistiram à gravidade do trauma e foram a óbito.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, ações intersetorias do governo do Estado para educação no trânsito, fiscalização, blitz da lei seca e o início da obrigatoriedade do emplacamento das motonetas contribuíram para essa redução. De acordo com o panorama das vítimas que recebem atendimento na Área Verde Trauma do Huse, a maioria delas são com fraturas dos membros superiores e inferiores, de ossos como fêmur, tíbia e rádio, além de trauma na região do tórax.
Em cerca de 30% desses casos as sequelas são definitivas, como paraplegias, tetraplegias, deformidades ósseas e amputações. Nos outros 70%, as vítimas sofrem sequelas parciais, como restrições de movimentos e dores. A gerente da Área Verde Trauma do Huse, Débora Feitosa, destaca que as pessoas estão se conscientizando mais e procurando cumprir as determinações no trânsito.
 "Todo mundo sabe que bebida e direção não combinam, altera os reflexos e além de ser infração grave, pode custar a vida do condutor e até mesmo do acompanhante.