Pibinho

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Publicada em 21/07/2018 às 08:15:00

 

O governo Temer jogou a toalha. 
As promessas de reformas le
gislativas e recuperação da economia sucumbiram aos fatos. Segundo o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgado ontem pelo Ministério do Planejamento, a estimativa para o Produto Interno Bruto de 2018 caiu de 2,5% para 1,6%. Seria um banho de água fria, não fosse essa a projeção considerada por qualquer um além dos círculos mais restritos do governo.
O pibinho de Temer é a mais pura tradução do atual momento brasileiro. Todos os números produzidos pelo governo federal dão clareza estatística ao fracasso de um projeto político com vício de origem, que já nasceu errado. A previsão de inflação pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) aumentou de 3,4% para 4,2%. A projeção de crescimento para o ano que vem caiu de 3,3% para 2,5%. E por aí vai.
Desculpas existem, as mais razoáveis. E vão desde a greve dos caminhoneiros ao conturbado quadro político e eleitoral. Mas o fato é que a ausência de autoridade está no cerne das principais crises enfrentadas por Temer, um presidente desde sempre indesejado, em quem ninguém votou, sem legitimidade, reprovado por ampla maioria dos cidadãos brasileiros. Diploma não empresta competência a seu ninguém.
Segundo um dito popular, alegria de pobre dura pouco. Pois a triste realidade demonstrada pelos índices do IBGE é que, sob os cuidados de Temer, o Brasil fica cada vez mais pobre, paupérrimo já há quem o diga. Também pudera. Apesar de assumir o País em momento dos mais delicados, para dizer o mínimo. Temer garantiu botar o Brasil nos trilhos. Mas deu com os burros n'água.

O governo Temer jogou a toalha.  As promessas de reformas le gislativas e recuperação da economia sucumbiram aos fatos. Segundo o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgado ontem pelo Ministério do Planejamento, a estimativa para o Produto Interno Bruto de 2018 caiu de 2,5% para 1,6%. Seria um banho de água fria, não fosse essa a projeção considerada por qualquer um além dos círculos mais restritos do governo.
O pibinho de Temer é a mais pura tradução do atual momento brasileiro. Todos os números produzidos pelo governo federal dão clareza estatística ao fracasso de um projeto político com vício de origem, que já nasceu errado. A previsão de inflação pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) aumentou de 3,4% para 4,2%. A projeção de crescimento para o ano que vem caiu de 3,3% para 2,5%. E por aí vai.
Desculpas existem, as mais razoáveis. E vão desde a greve dos caminhoneiros ao conturbado quadro político e eleitoral. Mas o fato é que a ausência de autoridade está no cerne das principais crises enfrentadas por Temer, um presidente desde sempre indesejado, em quem ninguém votou, sem legitimidade, reprovado por ampla maioria dos cidadãos brasileiros. Diploma não empresta competência a seu ninguém.
Segundo um dito popular, alegria de pobre dura pouco. Pois a triste realidade demonstrada pelos índices do IBGE é que, sob os cuidados de Temer, o Brasil fica cada vez mais pobre, paupérrimo já há quem o diga. Também pudera. Apesar de assumir o País em momento dos mais delicados, para dizer o mínimo. Temer garantiu botar o Brasil nos trilhos. Mas deu com os burros n'água.