Justiça dá 15 dias para Estado pagar atrasados do 'Taj Mahal'

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Publicada em 24/07/2018 às 06:58:00

 

A juíza Hercília Maria Fonseca Lima Brito, da 12ª Vara Cível de Aracaju, deu o prazo de 15 dias para o Governo do Estado pagar os débitos referentes ao contrato de aluguel do imóvel onde está instalado o Centro Administrativo de Saúde Gilvan Rocha, na Avenida Rio de Janeiro, bairro Ponto Novo (zona oeste). Em decisão despachada ontem, a magistrada determinou que o Estado quite os três meses de que estão em atraso, cujo total é estimado em R$ 450 mil. Caso contrário, a ação de despejo pedida pela empresa proprietária do local deve ser deferida.
A Secretaria de Estado da Saúde ainda não se pronunciou sobre o assunto. O Centro Administrativo, conhecido popularmente como "Taj Mahal", foi inaugurado no dia 12 de março. No último dia 19, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) autorizou a realização de uma auditoria especial no contrato de aluguel do prédio. Segundo o TCE, a ação foi motivada por denúncias veiculadas na imprensa sergipana, relacionadas, sobretudo, a questionamentos quanto aos valores investidos pelo poder público na reforma do prédio, que podem ter ultrapassado mais de R$ 10 milhões.

A juíza Hercília Maria Fonseca Lima Brito, da 12ª Vara Cível de Aracaju, deu o prazo de 15 dias para o Governo do Estado pagar os débitos referentes ao contrato de aluguel do imóvel onde está instalado o Centro Administrativo de Saúde Gilvan Rocha, na Avenida Rio de Janeiro, bairro Ponto Novo (zona oeste). Em decisão despachada ontem, a magistrada determinou que o Estado quite os três meses de que estão em atraso, cujo total é estimado em R$ 450 mil. Caso contrário, a ação de despejo pedida pela empresa proprietária do local deve ser deferida.
A Secretaria de Estado da Saúde ainda não se pronunciou sobre o assunto. O Centro Administrativo, conhecido popularmente como "Taj Mahal", foi inaugurado no dia 12 de março. No último dia 19, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) autorizou a realização de uma auditoria especial no contrato de aluguel do prédio. Segundo o TCE, a ação foi motivada por denúncias veiculadas na imprensa sergipana, relacionadas, sobretudo, a questionamentos quanto aos valores investidos pelo poder público na reforma do prédio, que podem ter ultrapassado mais de R$ 10 milhões.