Polícia descarta crime em morte de garota no Mosqueiro

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Publicada em 24/07/2018 às 06:59:00

 

A Polícia Civil concluiu ontem o inquérito policial que investigou a morte da universitária Keyla Ayla de Jesus Santos, 19 anos, ocorrida em 28 de abril deste ano, durante um passeio de catamarã no rio Vaza-Barris, altura do Mosqueiro (zona de expansão de Aracaju). A investigação do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) concluiu que a morte da garota, que se afogou depois de cair da embarcação, foi acidental e não envolveu nenhuma prática de crime. Desta forma, ninguém será indiciado no caso. 
Segundo o delegado Kássio Viana, responsável pelo caso, a conclusão se baseou principalmente no laudo cadavérico do Instituto Médico Legal (IML), o qual apontou o afogamento como causa da morte de Ayla. Além disso, as testemunhas confirmaram que a jovem teria se desequilibrou e caiu do barco, mesmo sem saber precisar se ela tinha entrado na água para urinar ou apenas se apoiado na escada. Amigos ainda tentaram salvar a garota, mas ela acabou arrastada pela forte correnteza do rio e só foi encontrada na manhã seguinte, já morta. Isso aconteceu depois que o catamarã ficou à deriva no meio do rio, ao sair da Ilha dos Namorados, a caminho da marina da Orla Por-do-Sol. 
Apesar de descartar as responsabilidades criminais, o inquérito da polícia confirmou a existência de três irregularidades apontadas em relatórios da Capitania dos Portos de Sergipe (CPSE): a falta de combustível na embarcação, a insuficiência de coletes salva-vidas para todos os sete passageiros que ali estavam, e o fato de o piloto do catamarã não ter portado documentos de habilitação no momento do acidente, mesmo tendo permissão para pilotar. Segundo a polícia, estas falhas podem gerar um processo administrativo contra o dono da embarcação, bem como motivar um processo que pode ser impetrado na área cível pela família da vítima. O inquérito será encaminhado à Justiça nesta semana e passará pela análise do Ministério Público. 

A Polícia Civil concluiu ontem o inquérito policial que investigou a morte da universitária Keyla Ayla de Jesus Santos, 19 anos, ocorrida em 28 de abril deste ano, durante um passeio de catamarã no rio Vaza-Barris, altura do Mosqueiro (zona de expansão de Aracaju). A investigação do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) concluiu que a morte da garota, que se afogou depois de cair da embarcação, foi acidental e não envolveu nenhuma prática de crime. Desta forma, ninguém será indiciado no caso. 
Segundo o delegado Kássio Viana, responsável pelo caso, a conclusão se baseou principalmente no laudo cadavérico do Instituto Médico Legal (IML), o qual apontou o afogamento como causa da morte de Ayla. Além disso, as testemunhas confirmaram que a jovem teria se desequilibrou e caiu do barco, mesmo sem saber precisar se ela tinha entrado na água para urinar ou apenas se apoiado na escada. Amigos ainda tentaram salvar a garota, mas ela acabou arrastada pela forte correnteza do rio e só foi encontrada na manhã seguinte, já morta. Isso aconteceu depois que o catamarã ficou à deriva no meio do rio, ao sair da Ilha dos Namorados, a caminho da marina da Orla Por-do-Sol. 
Apesar de descartar as responsabilidades criminais, o inquérito da polícia confirmou a existência de três irregularidades apontadas em relatórios da Capitania dos Portos de Sergipe (CPSE): a falta de combustível na embarcação, a insuficiência de coletes salva-vidas para todos os sete passageiros que ali estavam, e o fato de o piloto do catamarã não ter portado documentos de habilitação no momento do acidente, mesmo tendo permissão para pilotar. Segundo a polícia, estas falhas podem gerar um processo administrativo contra o dono da embarcação, bem como motivar um processo que pode ser impetrado na área cível pela família da vítima. O inquérito será encaminhado à Justiça nesta semana e passará pela análise do Ministério Público.