Indústria sergipana puxa geração de emprego em junho

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Publicada em 24/07/2018 às 06:59:00

 

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados do Cadastro Geral de empregados e desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego, revelou que foram criadas 137 vagas de emprego com carteira assinada no Estado, em junho deste ano. O resultado é fruto da diferença entre contratações e demissões.
Dos oito setores avaliados pelo Boletim, no mês analisado, destacou-se a criação de empregos na indústria de transformação, com a abertura de 435 postos de trabalho. O segundo melhor desempenho foi o setor da construção civil, que apresentou saldo positivo de 107 novos empregos.
Outras atividades que registraram saldo positivo foram: a agropecuária (+45 empregos formais), os serviços industriais de utilidade pública (+14 empregos formais) e administração pública (+3 vagas).
O comércio (-311 empregos), os serviços (-154 empregos) e a indústria extrativa mineral (-2 vagas), apresentaram saldo de demissões maior que o de contratações, em junho deste ano.

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados do Cadastro Geral de empregados e desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego, revelou que foram criadas 137 vagas de emprego com carteira assinada no Estado, em junho deste ano. O resultado é fruto da diferença entre contratações e demissões.
Dos oito setores avaliados pelo Boletim, no mês analisado, destacou-se a criação de empregos na indústria de transformação, com a abertura de 435 postos de trabalho. O segundo melhor desempenho foi o setor da construção civil, que apresentou saldo positivo de 107 novos empregos.
Outras atividades que registraram saldo positivo foram: a agropecuária (+45 empregos formais), os serviços industriais de utilidade pública (+14 empregos formais) e administração pública (+3 vagas).O comércio (-311 empregos), os serviços (-154 empregos) e a indústria extrativa mineral (-2 vagas), apresentaram saldo de demissões maior que o de contratações, em junho deste ano.