Ainda a Fafen

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Publicada em 26/07/2018 às 07:25:00

 

O Governo de Sergipe ainda não 
jogou a toalha no caso da Fa
fen. Ontem mesmo, o governador Belivaldo Chagas procurou o deputado federal Laércio Oliveira na esperança de viabilizar a permanência da fábrica de fertilizantes no estado. A esperança é de que a bancada sergipana na Câmara federal também entre na briga.
Desemprego e queda na arrecadação, as consequências previsíveis quando uma empresa fecha as portas, soam como pesadelo para qualquer gestor público com um pingo de preocupação social, ainda mais em dias de crise, como os de agora. Razão pela qual o governo insiste em defender os interesses do estado. A mobilização parlamentar promovida em benefício da Fafen não diz respeito apenas aos seus 550 trabalhadores contratados, mas a todos os sergipanos.
Fala-se aqui de razões objetivas. Não bastassem a importância econômica na vida de centenas de empregados, a Fafen gera um ciclo econômico virtuoso, tanto do ponto de vista da arrecadação de impostos, como na geração de uma economia produtiva com fornecedores, prestadores de serviços, empresas que dão suporte a operação, e principalmente, as diversas fábricas de fertilizantes que estão instaladas no seu entorno em função do acesso facilitado à matéria prima. Com o fechamento da Fafen, essas fábricas também irão embora.
A história de Sergipe é dividida em antes e depois da Petrobras. A afirmação do então governador Jackson Barreto, inspirada pelos 50 anos transcorridos desde a perfuração do primeiro poço de petróleo em território sergipano, comemorados em 2013, não poderia ser mais exata. E se aplica, por extensão, também à Fafen. Sem os postos de trabalho e a renda gerada pela presença da companhia entre os limites das fronteiras locais, a história contada hoje certamente seria outra, muito diferente.

O Governo de Sergipe ainda não  jogou a toalha no caso da Fa fen. Ontem mesmo, o governador Belivaldo Chagas procurou o deputado federal Laércio Oliveira na esperança de viabilizar a permanência da fábrica de fertilizantes no estado. A esperança é de que a bancada sergipana na Câmara federal também entre na briga.
Desemprego e queda na arrecadação, as consequências previsíveis quando uma empresa fecha as portas, soam como pesadelo para qualquer gestor público com um pingo de preocupação social, ainda mais em dias de crise, como os de agora. Razão pela qual o governo insiste em defender os interesses do estado. A mobilização parlamentar promovida em benefício da Fafen não diz respeito apenas aos seus 550 trabalhadores contratados, mas a todos os sergipanos.
Fala-se aqui de razões objetivas. Não bastassem a importância econômica na vida de centenas de empregados, a Fafen gera um ciclo econômico virtuoso, tanto do ponto de vista da arrecadação de impostos, como na geração de uma economia produtiva com fornecedores, prestadores de serviços, empresas que dão suporte a operação, e principalmente, as diversas fábricas de fertilizantes que estão instaladas no seu entorno em função do acesso facilitado à matéria prima. Com o fechamento da Fafen, essas fábricas também irão embora.
A história de Sergipe é dividida em antes e depois da Petrobras. A afirmação do então governador Jackson Barreto, inspirada pelos 50 anos transcorridos desde a perfuração do primeiro poço de petróleo em território sergipano, comemorados em 2013, não poderia ser mais exata. E se aplica, por extensão, também à Fafen. Sem os postos de trabalho e a renda gerada pela presença da companhia entre os limites das fronteiras locais, a história contada hoje certamente seria outra, muito diferente.