Primeiro intercâmbio em ecogastronomia é realizado no município de Brejo Grande

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
Jovens dos municípios do Baixo São Francisco participaram de intercambio em Ecogastronomia
Jovens dos municípios do Baixo São Francisco participaram de intercambio em Ecogastronomia

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 27/07/2018 às 08:11:00

 

Jovens quilombolas de 
municípios do Baixo 
São Francisco em Sergipe, que sempre foram exemplo de luta pela retomada das terras de seus ancestrais, estão recebendo em seu território o "I Intercâmbio em Ecogastronomia Slow Food para os jovens dos projetos FIDA no Brasil". O encontro está sendo realizado desde a terça-feira, 24, no povoado Santa Cruz, em Brejo Grande, e tem encerramento prático na cozinha do SENAC, nesta sexta-feira, 27, em Aracaju.
O evento foi construído em parceria entre o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Governo do Estado de Sergipe, Semear Internacional e Movimento Slow Food, com a proposta de trazer para os jovens rurais o conceito inovador da ecogastronomia. A realização tem caráter de capacitação e traz a abordagem de que o alimento deve ser "bom" em relação ao sabor, "limpo" no aspecto ecológico e de bem estar e "justo" em respeito aos agricultores e seu conhecimento, à vida no campo e a acessibilidade para o consumidor.
"Estamos em uma região muito rica, com mais de 40 comunidades quilombolas registradas e uma infinidade de alimentos que trazem muito desta metodologia aplicada pelo Slow Food. Estamos aqui para mostrar que o alimento é a expressão de uma cultura, de uma produção agrícola, da identidade de um povo", disse a coordenadora do Slow Food Nordeste, Revecca Tapie. Participam do intercâmbio 25 jovens de comunidades rurais atendidas por projetos apoiados pelo FIDA nos estados do Piauí (Projeto Viva o Semiárido); Bahia (Projeto Pró Semiárido); Paraíba (Projeto Procase); Sergipe (Projeto Dom Távora); e Ceará (Projeto Paulo Freire).

Jovens quilombolas de  municípios do Baixo  São Francisco em Sergipe, que sempre foram exemplo de luta pela retomada das terras de seus ancestrais, estão recebendo em seu território o "I Intercâmbio em Ecogastronomia Slow Food para os jovens dos projetos FIDA no Brasil". O encontro está sendo realizado desde a terça-feira, 24, no povoado Santa Cruz, em Brejo Grande, e tem encerramento prático na cozinha do SENAC, nesta sexta-feira, 27, em Aracaju.
O evento foi construído em parceria entre o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Governo do Estado de Sergipe, Semear Internacional e Movimento Slow Food, com a proposta de trazer para os jovens rurais o conceito inovador da ecogastronomia. A realização tem caráter de capacitação e traz a abordagem de que o alimento deve ser "bom" em relação ao sabor, "limpo" no aspecto ecológico e de bem estar e "justo" em respeito aos agricultores e seu conhecimento, à vida no campo e a acessibilidade para o consumidor.
"Estamos em uma região muito rica, com mais de 40 comunidades quilombolas registradas e uma infinidade de alimentos que trazem muito desta metodologia aplicada pelo Slow Food. Estamos aqui para mostrar que o alimento é a expressão de uma cultura, de uma produção agrícola, da identidade de um povo", disse a coordenadora do Slow Food Nordeste, Revecca Tapie. Participam do intercâmbio 25 jovens de comunidades rurais atendidas por projetos apoiados pelo FIDA nos estados do Piauí (Projeto Viva o Semiárido); Bahia (Projeto Pró Semiárido); Paraíba (Projeto Procase); Sergipe (Projeto Dom Távora); e Ceará (Projeto Paulo Freire).