Farmácias são fechadas por Conselho e Vigilância

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Fiscais lacram farmácia em Lagarto
Fiscais lacram farmácia em Lagarto

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Publicada em 27/07/2018 às 08:25:00

 

Milton Alves Júnior
Peritos do Conselho Regional de Farmácia de Sergipe (CRF/SE) garantem continuar monitorando pontos instalados em Aracaju e nos demais 74 municípios sergipanos. A proposta do grupo é garantir que as normas nacionais da categoria seja respeitadas e minimizem os riscos oferecidos a quem trabalha, ou necessita consumir algum dos produtos. Somente esta semana no município de Lagarto duas farmácias foram interditadas pelos fiscais do CRF, os quais atuam em parceria com profissionais da Vigilância Sanitária Estadual. Apenas apor regularidade dos problemas será possível reiniciar as ações comerciais.
Entre as irregularidades flagradas estava a realização de descarte indevido de medicamentos, bem como a prestação de serviços farmacêuticos por atendentes sem o devido registro. De acordo com a vice-presidente do CRF/SE, Larissa Feitosa Carvalho, é preciso que as farmácias busquem se adequar às normas como forma de garantir a qualidade do serviço e evitar possíveis intervenções judiciais a serem protocoladas pelo próprio conselho. As duas farmácias interditadas, inclusive, já haviam sido notificadas anteriormente, mas não respeitaram as orientações.
"Nós tentamos a todo custo compreender que após o registro de irregularidades os proprietários dessas farmácias buscarão reparar os problemas e evitar sanções mais representativas. Prazos são estipulados, mas quando os equívocos permanecem, a única forma é interditar o espaço até que as soluções sejam realmente aplicadas", declarou. Ainda de acordo com a fiscal, a população deve atuar como a principal parceira dos órgãos de fiscalização. Apenas com denúncias anônimas será possível combater atos inconstitucionais, os quais podem resultar em complicações na saúde daqueles que são atendidos em unidades farmacêuticas não gabaritadas.
"Essas fiscalizações estão sendo reforçadas não apenas em Aracaju e na Região Metropolitana, mas também em vários outros municípios. Para que essa nossa ação conquiste resultados cada vez mais positivos precisamos contar com a colaboração fundamental de todos os sergipanos. Se porventura se deparar com irregularidades, nos comunique", pediu. A fim de evitar possíveis mudanças de postura administrativa/ operacional por parte de empresários que seguem desrespeitando as orientações do Sistema, a direção do Conselho Regional de Farmácia de Sergipe não informou a rota de monitoramento e abordagem.

Peritos do Conselho Regional de Farmácia de Sergipe (CRF/SE) garantem continuar monitorando pontos instalados em Aracaju e nos demais 74 municípios sergipanos. A proposta do grupo é garantir que as normas nacionais da categoria seja respeitadas e minimizem os riscos oferecidos a quem trabalha, ou necessita consumir algum dos produtos. Somente esta semana no município de Lagarto duas farmácias foram interditadas pelos fiscais do CRF, os quais atuam em parceria com profissionais da Vigilância Sanitária Estadual. Apenas apor regularidade dos problemas será possível reiniciar as ações comerciais.
Entre as irregularidades flagradas estava a realização de descarte indevido de medicamentos, bem como a prestação de serviços farmacêuticos por atendentes sem o devido registro. De acordo com a vice-presidente do CRF/SE, Larissa Feitosa Carvalho, é preciso que as farmácias busquem se adequar às normas como forma de garantir a qualidade do serviço e evitar possíveis intervenções judiciais a serem protocoladas pelo próprio conselho. As duas farmácias interditadas, inclusive, já haviam sido notificadas anteriormente, mas não respeitaram as orientações.
"Nós tentamos a todo custo compreender que após o registro de irregularidades os proprietários dessas farmácias buscarão reparar os problemas e evitar sanções mais representativas. Prazos são estipulados, mas quando os equívocos permanecem, a única forma é interditar o espaço até que as soluções sejam realmente aplicadas", declarou. Ainda de acordo com a fiscal, a população deve atuar como a principal parceira dos órgãos de fiscalização. Apenas com denúncias anônimas será possível combater atos inconstitucionais, os quais podem resultar em complicações na saúde daqueles que são atendidos em unidades farmacêuticas não gabaritadas.
"Essas fiscalizações estão sendo reforçadas não apenas em Aracaju e na Região Metropolitana, mas também em vários outros municípios. Para que essa nossa ação conquiste resultados cada vez mais positivos precisamos contar com a colaboração fundamental de todos os sergipanos. Se porventura se deparar com irregularidades, nos comunique", pediu. A fim de evitar possíveis mudanças de postura administrativa/ operacional por parte de empresários que seguem desrespeitando as orientações do Sistema, a direção do Conselho Regional de Farmácia de Sergipe não informou a rota de monitoramento e abordagem.