Mais controle nas redes

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 27/07/2018 às 08:40:00

 

Depois de ter derrubado uma 
rede de 186 páginas e 87 perfis 
por violarem as políticas de autenticidade, o Facebook anunciou que vai adotar no Brasil ferramentas de transparência para o uso da plataforma durante as eleições, especialmente por partidos e candidatos e no impulsionamento de conteúdos. O país será o segundo do mundo, depois dos Estados Unidos, onde esses recursos técnicos serão disponibilizados.
Os anúncios pagos relacionados às eleições serão identificados como "propaganda eleitoral". Aqueles publicados por candidatos vão mostrar o CPF dele, bem como a legenda à qual é filiado. Já os anúncios de partidos vão conter o CNPJ da agremiação. Segundo a legislação eleitoral, apenas esses dois atores podem impulsionar conteúdos no pleito de outubro.
Para utilizar a identificação, é preciso fazer um cadastro no Facebook. Neste processo, a plataforma vai verificar a identidade do responsável e sua residência, com o intuito de evitar que pessoas de fora do país possam impulsionar conteúdos.
O procedimento será disponibilizado a partir do dia 31 de julho e será exibido a partir de 16 de agosto. Caso um candidato ou partido não se cadastre e divulgue posts pagos sem o selo, fica sujeito à fiscalização do Tribunal Superior Eleitoral.
Outra ferramenta a ser disponibilizada é o que a empresa está chamando de "biblioteca de anúncios". Nela, os usuários poderão ver posts pagos relacionados à política, incluindo propaganda eleitoral. Este repositório vai reunir tanto as publicações impulsionadas ativas quanto as que já foram divulgadas, permitindo que o eleitor possa verificar quais são as mensagens difundidas por seu candidato ou por concorrentes.
Este mecanismo visa a dialogar com preocupações manifestadas por diversos agentes da sociedade civil em eventos sobre internet e eleições acerca dos riscos da publicidade paga no Facebook, já que este permitiria segmentar, ou quase personalizar, mensagens dos candidatos. Assim, abriria espaço para que um político falasse algo específico para um determinado público e, para outro grupo segmentado, um conteúdo diferente, ou até mesmo contraditório.
No comunicado emitido pela empresa, também foram anunciadas outras ferramentas já adotadas em processos eleitorais em outros países e que serão aplicadas no Brasil neste ano. Uma delas será a aba "temas", na qual estarão publicados conteúdos dos candidatos sobre diferentes assuntos, como saúde, educação e segurança.
Além disso, serão enviados lembretes aos eleitores. Em maio, uma mensagem foi encaminhada reiterando o prazo para o registro na Justiça Eleitoral para participar do pleito. Em outros países, como nos Estados Unidos, os lembretes foram usados nos dias de votação. Contudo, este mecanismo também foi alvo de questionamentos, uma vez que seu uso para determinados públicos pode reforçar a participação de eleitores de um determinado candidato em detrimento de outro.
Além disso, usuários verão um "botão de cidadãos informados" (informed voter button), com link para autoridades eleitorais (como os tribunais eleitorais). Após as eleições, usuários poderão também seguir, localizar e contatar os representantes eleitos. O recurso ganhou o nome "Town Hall", termo usado em inglês para designar prefeituras.
No caso das páginas e perfis bloqueados pela rede, Nathaniel Gleicher, responsável pela área de cibersegurança da empresa,faziam parte de uma rede coordenada que se ocultava com o uso de contas falsas no Facebook, e escondia das pessoas a natureza e a origem de seu conteúdo com o propósito de gerar divisão e espalhar desinformação". Entre as práticas classificadas pela plataforma como "comportamento não autêntico", está a de manter contas falsas ou com nomes falsos.
Páginas e perfis eram ligados ao Movimento Brasil Livre (MBL), grupo de extrema direita e visava a propagação de fake News, atacando movimentos populares e candidatos progressistas. Em sua própria defesa, o MBL passou o longo das últimas horas divulgando postagens para criticar o trabalho do Facebook contra as fake news. Insistindo no discurso de vítima de censura, o movimento acusou a rede social de agir contra organizações de direita. (Com Agência Brasil)

Depois de ter derrubado uma  rede de 186 páginas e 87 perfis  por violarem as políticas de autenticidade, o Facebook anunciou que vai adotar no Brasil ferramentas de transparência para o uso da plataforma durante as eleições, especialmente por partidos e candidatos e no impulsionamento de conteúdos. O país será o segundo do mundo, depois dos Estados Unidos, onde esses recursos técnicos serão disponibilizados.
Os anúncios pagos relacionados às eleições serão identificados como "propaganda eleitoral". Aqueles publicados por candidatos vão mostrar o CPF dele, bem como a legenda à qual é filiado. Já os anúncios de partidos vão conter o CNPJ da agremiação. Segundo a legislação eleitoral, apenas esses dois atores podem impulsionar conteúdos no pleito de outubro.
Para utilizar a identificação, é preciso fazer um cadastro no Facebook. Neste processo, a plataforma vai verificar a identidade do responsável e sua residência, com o intuito de evitar que pessoas de fora do país possam impulsionar conteúdos.
O procedimento será disponibilizado a partir do dia 31 de julho e será exibido a partir de 16 de agosto. Caso um candidato ou partido não se cadastre e divulgue posts pagos sem o selo, fica sujeito à fiscalização do Tribunal Superior Eleitoral.
Outra ferramenta a ser disponibilizada é o que a empresa está chamando de "biblioteca de anúncios". Nela, os usuários poderão ver posts pagos relacionados à política, incluindo propaganda eleitoral. Este repositório vai reunir tanto as publicações impulsionadas ativas quanto as que já foram divulgadas, permitindo que o eleitor possa verificar quais são as mensagens difundidas por seu candidato ou por concorrentes.
Este mecanismo visa a dialogar com preocupações manifestadas por diversos agentes da sociedade civil em eventos sobre internet e eleições acerca dos riscos da publicidade paga no Facebook, já que este permitiria segmentar, ou quase personalizar, mensagens dos candidatos. Assim, abriria espaço para que um político falasse algo específico para um determinado público e, para outro grupo segmentado, um conteúdo diferente, ou até mesmo contraditório.
No comunicado emitido pela empresa, também foram anunciadas outras ferramentas já adotadas em processos eleitorais em outros países e que serão aplicadas no Brasil neste ano. Uma delas será a aba "temas", na qual estarão publicados conteúdos dos candidatos sobre diferentes assuntos, como saúde, educação e segurança.
Além disso, serão enviados lembretes aos eleitores. Em maio, uma mensagem foi encaminhada reiterando o prazo para o registro na Justiça Eleitoral para participar do pleito. Em outros países, como nos Estados Unidos, os lembretes foram usados nos dias de votação. Contudo, este mecanismo também foi alvo de questionamentos, uma vez que seu uso para determinados públicos pode reforçar a participação de eleitores de um determinado candidato em detrimento de outro.
Além disso, usuários verão um "botão de cidadãos informados" (informed voter button), com link para autoridades eleitorais (como os tribunais eleitorais). Após as eleições, usuários poderão também seguir, localizar e contatar os representantes eleitos. O recurso ganhou o nome "Town Hall", termo usado em inglês para designar prefeituras.
No caso das páginas e perfis bloqueados pela rede, Nathaniel Gleicher, responsável pela área de cibersegurança da empresa,faziam parte de uma rede coordenada que se ocultava com o uso de contas falsas no Facebook, e escondia das pessoas a natureza e a origem de seu conteúdo com o propósito de gerar divisão e espalhar desinformação". Entre as práticas classificadas pela plataforma como "comportamento não autêntico", está a de manter contas falsas ou com nomes falsos.
Páginas e perfis eram ligados ao Movimento Brasil Livre (MBL), grupo de extrema direita e visava a propagação de fake News, atacando movimentos populares e candidatos progressistas. Em sua própria defesa, o MBL passou o longo das últimas horas divulgando postagens para criticar o trabalho do Facebook contra as fake news. Insistindo no discurso de vítima de censura, o movimento acusou a rede social de agir contra organizações de direita. (Com Agência Brasil)

 

Ladainha

Do ex-deputado e conselheiro aposentado Reinaldo Moura, pai do deputado federal André Moura, em seu perfil no Facebook: "Toda eleição é a mesma ladainha; Os NOVINHOS esculhambam os VEINHOS; NOVINHO é honesto, VEINHO é desonesto; NOVINHO é inteligente, VEINHO é burro; A eleição chega, novinho eleito,veinho eleito; O tempo passa, chega nova eleição,novinho perde, veinho ganha. E o pior é que na rua o povo diz que é TUDO FARINHA DO MESMO SACO: Veinho LADRÃO e Novinho LADRAO. Resumo: cuide da sua campanha e não queira subir pisando nas costas dos outros."

 

Partido plural

Líderes e dirigentes do Partido dos Trabalhadores (PT) de Sergipe estarão reunidos no próximo domingo, 29, no Encontro Estadual de Táticas e de Estratégias para definir as posições do partido para as eleições 2018. Ontem, em entrevista, Marcio Macedo, vice-presidente nacional do PT e pré-candidato a deputado federal de Lula, frisou que o partido é plural, tem internamente posições diferentes, mas, por consenso ou maioria, decidirá os caminhos que serão tomados para a disputa, em prol dos sergipanos.

 

Muitas ideias

"O povo de Sergipe sabe que o PT é um partido rico de ideias e de opiniões, o que para mim é uma qualidade, e é natural que tenhamos posições divergentes, mas respeitamos todas elas. Por isso, durante o encontro, iremos debater os diversos pontos e ouvir as opiniões para assim decidirmos as posições para as eleições. Apresentaremos aos sergipanos alternativas que possam colaborar ativamente para a melhoria e o desenvolvimento do Estado", justificou.

 

Boa para o PT

Durante a entrevista, Marcio comentou também sobre a sua pré-candidatura a deputado federal e também a de Eliane Aquino para vice-governadora do Estado. De acordo com ele, a decisão de Eliane de aceitar o convite do governador Belivaldo Chagas para compor a chapa majoritária liderada por ele para o Governo do Estado, foi boa para o PT, mas principalmente para o povo sergipano. "Vi com muita alegria a sua decisão. Ela é uma grande companheira e é muito comprometida com a luta do povo, em especial a dos mais pobres. A presença dela na chapa de Belivaldo tem símbolos fortes e estou otimista para a aprovação dos nossos nomes e projetos", disse.

 

Incomodado

Do senador Valadares, sobre a decisão de Eliane Aquino aceitar ser a candidata a vice de Belivaldo Chagas: "Procissão de Sant'Ana em Simão Dias: está sendo organizado desfile exibicionista por um candidato a governador para apresentar sua companheira de chapa. Secretários, presidentes de órgãos, CCs, foram convocados para fazer número de chamar a atenção dos devotos".

 

Com o filho

Depois, em outra rede, postou foto em que se deslocava para a procissão de Simão Dias, acompanhado do seu grupo: o deputado federal Valadares Filho, candidato a governador, e o ex-presidente da OAB, Henri Clay Andrade (PPL), que quer disputar o Senado.

 

Assembleia

A diretoria de imprensa da Assembleia Legislativa informa que a sede da Alese não se chama mais Governador João Alves Filho. Por iniciativa do presidente Luciano Bispo, já foi feita a adequação que obriga a retirada de nomes de pessoas vivas de prédios públicos. A sede da Alese agora foi denominada "Construtor João Alves", pai do ex-governador.

 

Campo

Desde o último dia 23, trabalhadores sem terra de Sergipe ocupam a sede da Superintendência do Incra no Estado. Além de cobrarem a libertação do ex-presidente Lula, preso desde o último dia 7 de abril, em âmbito local, na pauta de reivindicações do MST está a desapropriação da área do acampamento Maria Lindaura, no município de Japoatã. Há cerca de cinco anos 200 famílias estão acampadas no local aguardando serem assentadas. Eles também cobram a vistoria de outras fazendas para serem desapropriadas, contratação de empresas de Assistência Técnica para as famílias assentadas, pois há dois anos estão sem esse atendimento, pelo retorno do fornecimento das cestas básicas às famílias acampadas no estado e também pagamento do Fomento Mulher.

 

Nova pesquisa

Pesquisa CUT/Vox Populi aponta que o ex-presidente Lula vence no primeiro turno com 58% dos votos válidos. No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, as intenções de voto do ex-presidente aumentaram para 41% contra 39% registrado em maio. Já a soma de todos os outros adversários alcançou 29%. No segundo lugar está Jair Bolsonaro (PSL), com 12%, seguido por Ciro Gomes (PDT), que alcançou 5%; Marina Silva (Rede) caiu de 6% para 4%, empatando com Geraldo Alckmin (PSDB), que também registrou apenas 4%. Manuela D'Ávila (PC do B) e Álvaro Dias (Podemos) têm cada um 1% das intenções de votos. Os entrevistados que disseram que irão votar em outros candidatos atingiu 2%. O percentual dos que não vão votar em ninguém, brancos e nulos totalizou 18% e não sabem ou não responderam, 12%.

 

A pesquisa

A pesquisa CUT/Vox Populi foi realizada com brasileiros de mais de 16 anos, residentes em áreas urbanas e rurais, de todos os estados e do Distrito Federal, em capitais, regiões metropolitanas e no interior, de todos os estratos socioeconômicos. Foram ouvidas 2000 pessoas entre os dias 18 e 20 de julho, em entrevistas feitas em 121 municípios. Estratificação por cotas de sexo, idade, escolaridade e renda. A margem de erro é de 2,2 %, estimada em um intervalo de confiança de 95%.