IML conclui laudo da morte de idoso em elevador

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Publicada em 28/07/2018 às 05:07:00

 

Gabriel Damásio
O Instituto Médico Le
gal (IML) concluiu 
ontem o laudo que apurou a causa da morte do aposentado José Nunes da Silveira, 94 anos, que caiu no fosso do elevador de um bloco do Condomínio Jardim América, no bairro Luzia (zona sul), em 13 de julho deste ano. O exame foi entregue ao delegado Everton Santos, da 1ª Delegacia Metropolitana (1ª DM), e será anexado ao inquérito policial do caso. O resultado aponta que o idoso morreu em decorrência de uma hemorragia cranioencefálica, decorrente do choque do corpo com o chão do fosso. Segundo o delegado, o laudo indica que o corpo da vítima teria girado durante a queda e caído de cabeça no compartimento. 
Nunes morreu um pouco depois da chegada de socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas segundo familiares, ficou preso no fosso durante cerca de três horas, pois sua queda não foi percebida de imediato. Eles denunciam ainda que as portas do elevador não estavam travadas ou isoladas, mesmo com o equipamento ainda em manutenção. Segundo o delegado, os depoimentos de parentes do idoso, de vizinhos e de funcionários do condomínio já foram prestados, confirmando que não havia nenhuma sinalização nas portas. Não foram encontradas câmeras de monitoramento nos corredores do andar de onde o aposentado caiu. Segundo o delegado, restam ainda os depoimentos do técnico que fazia a manutenção no elevador e dos responsáveis pela empresa, o que deve ser tomado até a próxima semana, através do encaminhamento de um relatório técnico.
Também é aguardada a conclusão de um laudo da perícia do Instituto de Criminalística, que analisa como o acidente aconteceu, a dinâmica de funcionamento do elevador, se havia alguma falha de operação e se as portas estavam realmente travadas ou sinalizadas. "Ele vai dizer de que altura ele caiu, em que andar o elevador estava parado, se foi algum defeito do elevador, se havia alguma determinação para que nenhum condômino passasse... enfim. Ao final dessa investigação, vamos passar alguns ensinamentos para evitar que outras pessoas incorram no mesmo erro e que outros venham a se acidentar", disse o delegado. 
A previsão é que o inquérito policial seja concluído dentro do prazo de 30 dias. A polícia trabalha com as hipóteses de fato acidental e de homicídio culposo (quando não há intenção de matar). 

O Instituto Médico Le gal (IML) concluiu  ontem o laudo que apurou a causa da morte do aposentado José Nunes da Silveira, 94 anos, que caiu no fosso do elevador de um bloco do Condomínio Jardim América, no bairro Luzia (zona sul), em 13 de julho deste ano. O exame foi entregue ao delegado Everton Santos, da 1ª Delegacia Metropolitana (1ª DM), e será anexado ao inquérito policial do caso. O resultado aponta que o idoso morreu em decorrência de uma hemorragia cranioencefálica, decorrente do choque do corpo com o chão do fosso. Segundo o delegado, o laudo indica que o corpo da vítima teria girado durante a queda e caído de cabeça no compartimento. 
Nunes morreu um pouco depois da chegada de socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas segundo familiares, ficou preso no fosso durante cerca de três horas, pois sua queda não foi percebida de imediato. Eles denunciam ainda que as portas do elevador não estavam travadas ou isoladas, mesmo com o equipamento ainda em manutenção. Segundo o delegado, os depoimentos de parentes do idoso, de vizinhos e de funcionários do condomínio já foram prestados, confirmando que não havia nenhuma sinalização nas portas. Não foram encontradas câmeras de monitoramento nos corredores do andar de onde o aposentado caiu. Segundo o delegado, restam ainda os depoimentos do técnico que fazia a manutenção no elevador e dos responsáveis pela empresa, o que deve ser tomado até a próxima semana, através do encaminhamento de um relatório técnico.
Também é aguardada a conclusão de um laudo da perícia do Instituto de Criminalística, que analisa como o acidente aconteceu, a dinâmica de funcionamento do elevador, se havia alguma falha de operação e se as portas estavam realmente travadas ou sinalizadas. "Ele vai dizer de que altura ele caiu, em que andar o elevador estava parado, se foi algum defeito do elevador, se havia alguma determinação para que nenhum condômino passasse... enfim. Ao final dessa investigação, vamos passar alguns ensinamentos para evitar que outras pessoas incorram no mesmo erro e que outros venham a se acidentar", disse o delegado. 
A previsão é que o inquérito policial seja concluído dentro do prazo de 30 dias. A polícia trabalha com as hipóteses de fato acidental e de homicídio culposo (quando não há intenção de matar).