Chuvas impedem visibilidade de eclipse lunar

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Tempo nublado impede aracajuano de observar eclipse lunar
Tempo nublado impede aracajuano de observar eclipse lunar

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Publicada em 28/07/2018 às 05:15:00

 

Milton Alves Júnior
O céu nublado predomi-
nante em todo o Esta-
do de Sergipe frustrou os sergipanos que no início da noite de ontem aguardavam assistir ao eclipse lunar mais longo destinado a este século. Além da Lua Vermelha, o fenômeno havia despertado a curiosidade de milhares de sergipanos em virtude da probabilidade de poder enxergar a olho nu, o planeta Marte - que pairou perto da lua no céu noturno. Como São Pedro não 'ajudou' aos sergipanos, o jeito foi acompanhar este efeito raro apenas por emissoras nacionais de televisão que registraram o momento. Especialistas acreditam que ação semelhante somente será possível assistir daqui a 100 anos.
Acreditando na probabilidade de reunir grande número de pessoas, sobretudo estudantes, no Planetário da Casa de Ciência e Tecnologia da Cidade de Aracaju, instalado no Parque Governador Augusto Franco (Sementeira), como já era de se esperar, os gestores do espaço se depararam com grupo bem menor do que o esperado. Sequer com a utilização de lunetas foi possível acompanhar todo o processo espacial. Para o professor de história Vlademir Soares Porto, infelizmente um efeito da natureza acabou impedindo as pessoas de acompanharem outra ação.
"Logo pela manhã a gente achava que o céu ao longo do dia iria abrir de vez e conseguiríamos reunir estudantes, colegas professores, familiares... todos em algum local bacana aqui de Aracaju, mas infelizmente não foi possível. Acho até que acabou fechando mais o tempo e chovendo mais forte. Pena que nenhum de nós estará mais nesse campo espiritual para acompanhar um eclipse semelhante", declarou. Os pontos mais desejados para acompanhar o fenômeno na capital sergipana eram a Orla de Atalaia, o Mirante da 13 de Julho, o Largo da Gente Sergipana e a própria Casa de Ciência e Tecnologia de Aracaju.
Quem não quis esperar pelos telejornais nacionais ou vídeos publicados em portais de notícias, outra oportunidade foi assistir pelo site da agência do Governo Federal dos Estados Unidos responsável pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial (NASA). "Frustrou muita gente mesmo, não poderia ser diferente; a expectativa era muito grande. Agora é esperar outros eclipses semelhantes, com duração menor, e torcer para que não chova nesse dia", pontuou o professor. Esse tipo de eclipse lunar total acontece quando a Terra se posiciona em uma linha reta entre a lua e o sol, tapando a luz solar direta que normalmente faz o nosso satélite brilhar com um amarelo esbranquiçado.
Quando os três corpos celestes estão perfeitamente alinhados, no entanto, a atmosfera da Terra dispersa a luz azul do sol, enquanto refrata ou curva a luz vermelha sobre a lua, geralmente dando-lhe um rubor rosado. Além do Brasil, na América Latina foi possível assistir o show espacial na costa oriental do continente, Uruguai e Argentina.

O céu nublado predomi- nante em todo o Esta- do de Sergipe frustrou os sergipanos que no início da noite de ontem aguardavam assistir ao eclipse lunar mais longo destinado a este século. Além da Lua Vermelha, o fenômeno havia despertado a curiosidade de milhares de sergipanos em virtude da probabilidade de poder enxergar a olho nu, o planeta Marte - que pairou perto da lua no céu noturno. Como São Pedro não 'ajudou' aos sergipanos, o jeito foi acompanhar este efeito raro apenas por emissoras nacionais de televisão que registraram o momento. Especialistas acreditam que ação semelhante somente será possível assistir daqui a 100 anos.
Acreditando na probabilidade de reunir grande número de pessoas, sobretudo estudantes, no Planetário da Casa de Ciência e Tecnologia da Cidade de Aracaju, instalado no Parque Governador Augusto Franco (Sementeira), como já era de se esperar, os gestores do espaço se depararam com grupo bem menor do que o esperado. Sequer com a utilização de lunetas foi possível acompanhar todo o processo espacial. Para o professor de história Vlademir Soares Porto, infelizmente um efeito da natureza acabou impedindo as pessoas de acompanharem outra ação.
"Logo pela manhã a gente achava que o céu ao longo do dia iria abrir de vez e conseguiríamos reunir estudantes, colegas professores, familiares... todos em algum local bacana aqui de Aracaju, mas infelizmente não foi possível. Acho até que acabou fechando mais o tempo e chovendo mais forte. Pena que nenhum de nós estará mais nesse campo espiritual para acompanhar um eclipse semelhante", declarou. Os pontos mais desejados para acompanhar o fenômeno na capital sergipana eram a Orla de Atalaia, o Mirante da 13 de Julho, o Largo da Gente Sergipana e a própria Casa de Ciência e Tecnologia de Aracaju.
Quem não quis esperar pelos telejornais nacionais ou vídeos publicados em portais de notícias, outra oportunidade foi assistir pelo site da agência do Governo Federal dos Estados Unidos responsável pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial (NASA). "Frustrou muita gente mesmo, não poderia ser diferente; a expectativa era muito grande. Agora é esperar outros eclipses semelhantes, com duração menor, e torcer para que não chova nesse dia", pontuou o professor. Esse tipo de eclipse lunar total acontece quando a Terra se posiciona em uma linha reta entre a lua e o sol, tapando a luz solar direta que normalmente faz o nosso satélite brilhar com um amarelo esbranquiçado.
Quando os três corpos celestes estão perfeitamente alinhados, no entanto, a atmosfera da Terra dispersa a luz azul do sol, enquanto refrata ou curva a luz vermelha sobre a lua, geralmente dando-lhe um rubor rosado. Além do Brasil, na América Latina foi possível assistir o show espacial na costa oriental do continente, Uruguai e Argentina.