Empresa de elevador nega negligência em acidente com idoso

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Publicada em 31/07/2018 às 07:51:00

 

A 1ª Delegacia Metropolitana (1ª DM) ouviu ontem os depoimentos de dois técnicos e do proprietário da empresa responsável pela manutenção dos elevadores do Condomínio Jardim América, no bairro Luzia (zona sul), onde o aposentado José Nunes da Silveira, 94 anos, morreu depois de cair no fosso do edifício onde morava, em 13 de julho. O acidente aconteceu no momento em que funcionários da firma faziam um serviço de reparos no equipamento, quando o idoso abriu a porta do terceiro andar e caiu. 
Os funcionários e o empresário se apresentaram acompanhados por um advogado e falaram ao delegado Everton Santos, responsável pelo caso. O advogado Armando Batalha Júnior, que defende a empresa, negou ter havido qualquer prática de negligência na manutenção dos elevadores e nem que a equipe tenha destravado a porta do elevador, como denuncia a família. Segundo ele, a equipe de manutenção não teria destravado a porta do elevador, que tem cerca de 30 anos de fabricação e seria fácil de ser aberta, até mesmo com uma caneta. Batalha afirma ainda que os funcionários não fazem ideia de qual foi o problema que resultou na queda do idoso. 
O delegado Everton Santos ouviu cerca de 13 pessoas, entre familiares, funcionários e moradores do condomínio, que afirmaram que no momento da queda o elevador estava passando por manutenção e que não havia sinalização no local. Segundo o delegado, ainda é necessário o recebimento de um laudo do Instituto de Criminalística para que o inquérito seja concluído. A polícia trabalha com as suspeitas de que a tragédia tenha sido causada por fato acidental ou homicídio culposo. 

A 1ª Delegacia Metropolitana (1ª DM) ouviu ontem os depoimentos de dois técnicos e do proprietário da empresa responsável pela manutenção dos elevadores do Condomínio Jardim América, no bairro Luzia (zona sul), onde o aposentado José Nunes da Silveira, 94 anos, morreu depois de cair no fosso do edifício onde morava, em 13 de julho. O acidente aconteceu no momento em que funcionários da firma faziam um serviço de reparos no equipamento, quando o idoso abriu a porta do terceiro andar e caiu. 
Os funcionários e o empresário se apresentaram acompanhados por um advogado e falaram ao delegado Everton Santos, responsável pelo caso. O advogado Armando Batalha Júnior, que defende a empresa, negou ter havido qualquer prática de negligência na manutenção dos elevadores e nem que a equipe tenha destravado a porta do elevador, como denuncia a família. Segundo ele, a equipe de manutenção não teria destravado a porta do elevador, que tem cerca de 30 anos de fabricação e seria fácil de ser aberta, até mesmo com uma caneta. Batalha afirma ainda que os funcionários não fazem ideia de qual foi o problema que resultou na queda do idoso. 
O delegado Everton Santos ouviu cerca de 13 pessoas, entre familiares, funcionários e moradores do condomínio, que afirmaram que no momento da queda o elevador estava passando por manutenção e que não havia sinalização no local. Segundo o delegado, ainda é necessário o recebimento de um laudo do Instituto de Criminalística para que o inquérito seja concluído. A polícia trabalha com as suspeitas de que a tragédia tenha sido causada por fato acidental ou homicídio culposo.