10 anos de rock

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A turma da Snapic vai fazer as honras da casa no Capitão Cook.
A turma da Snapic vai fazer as honras da casa no Capitão Cook.

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Publicada em 01/08/2018 às 07:20:00

 

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
A turma boa da Sna-
pic completou dez 
anos de atividade e pretende celebrar o feito em grande estilo, com muito rock. Sábado, a trupe de fotógrafos formada por Marcelinho Hora, Arthur Soares, Victor Balde e Edu Freire, faz as honras da casa no Capitão Cook. No Palco, só os parceiros de primeira hora, tutti buona gente.
Tão proveitoso quanto o show da banda The Baggios, com a participação especial de Henrique Teles, Daniela Rodrigues e Sílvio Campos, no entanto, é a oportunidade de passar a vista de novo nos registros realizados ao longo de tanto tempo. No caso da Snapic, cada imagem é um argumento poderoso e realmente vale mais do que mil palavras.
É como folhear um álbum de família. 'Música pra ver' (2012), o primeiro livro de fotografia dedicado exclusivamente à música sergipana, registrou o resumo da ópera. A festa de lançamento atraiu tanta gente que ficou impossível conferir a exposição que ocupou galeria Jenner Augusto, na Sociedade Semear. Entre os convivas, os personagens que me oferecem a oportunidade de escrever com algum esmero e transpiram inspiração nas 80 páginas do volume. É no suor e na determinação dessa galera que se escora o trabalho da Snapic.
Como bem disse o chapa Adelvan Kenobi, em resenha publicada no blog do Programa de Rock, os livros ficam. Com este, ficam também os capítulos mais felizes da nossa música - Henrique Teles, iluminado; Márcio e Alex tocando a fuleiragem; a elegância jazzy do Ferraro Trio, os nossos homens de preto; Diane Veloso e uma taça de vinho; as várias facetas da lenda viva Sílvio Campos; Elvis Boamorte cheio de marra; Dani, à frente da Renegades of Punk, militando como autêntica riot girl; além, é claro, das aparições explosivas dos Baggios.
Eu já gastei muito latim para deitar o espanto provocado por essa turma no papel. As lentes da Snapic chegaram ainda mais perto.

A turma boa da Sna- pic completou dez  anos de atividade e pretende celebrar o feito em grande estilo, com muito rock. Sábado, a trupe de fotógrafos formada por Marcelinho Hora, Arthur Soares, Victor Balde e Edu Freire, faz as honras da casa no Capitão Cook. No Palco, só os parceiros de primeira hora, tutti buona gente.
Tão proveitoso quanto o show da banda The Baggios, com a participação especial de Henrique Teles, Daniela Rodrigues e Sílvio Campos, no entanto, é a oportunidade de passar a vista de novo nos registros realizados ao longo de tanto tempo. No caso da Snapic, cada imagem é um argumento poderoso e realmente vale mais do que mil palavras.
É como folhear um álbum de família. 'Música pra ver' (2012), o primeiro livro de fotografia dedicado exclusivamente à música sergipana, registrou o resumo da ópera. A festa de lançamento atraiu tanta gente que ficou impossível conferir a exposição que ocupou galeria Jenner Augusto, na Sociedade Semear. Entre os convivas, os personagens que me oferecem a oportunidade de escrever com algum esmero e transpiram inspiração nas 80 páginas do volume. É no suor e na determinação dessa galera que se escora o trabalho da Snapic.
Como bem disse o chapa Adelvan Kenobi, em resenha publicada no blog do Programa de Rock, os livros ficam. Com este, ficam também os capítulos mais felizes da nossa música - Henrique Teles, iluminado; Márcio e Alex tocando a fuleiragem; a elegância jazzy do Ferraro Trio, os nossos homens de preto; Diane Veloso e uma taça de vinho; as várias facetas da lenda viva Sílvio Campos; Elvis Boamorte cheio de marra; Dani, à frente da Renegades of Punk, militando como autêntica riot girl; além, é claro, das aparições explosivas dos Baggios.
Eu já gastei muito latim para deitar o espanto provocado por essa turma no papel. As lentes da Snapic chegaram ainda mais perto.