Dissidência governista

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Empresa contratada pela Prefeitura iniciou uma obra de drenagem na Rua Professor Miguel Rezende, na Atalaia, na quinta-feira, 19. Rompeu o asfalto da área central onde serão implantados os bueiros, e desapareceu no dia seguinte. Retirou as maquinas e deix
Empresa contratada pela Prefeitura iniciou uma obra de drenagem na Rua Professor Miguel Rezende, na Atalaia, na quinta-feira, 19. Rompeu o asfalto da área central onde serão implantados os bueiros, e desapareceu no dia seguinte. Retirou as maquinas e deix

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Publicada em 01/08/2018 às 07:43:00

 

Desde o início do processo eleitoral que 
já se sabia que o PRB e o PDT seriam 
assediados pela oposição. Os pré-candidatos ao governo pela oposição iriam fazer de tudo para enfraquecer o pré-candidato governista Belivaldo Chagas (PSD) tirando da sua base aliada lideranças como os ex-prefeitos Heleno Silva (PRB) e Fábio Henrique (PDT), o deputado federal Jony Marcos (PRB) e os deputados estaduais Jairo de Glória (PRB) e Silvia Fontes (PDT).
O primeiro a deixar o barco do governo foi o PRB. No início de junho o partido decidiu apoiar a pré-candidatura de Eduardo Amorim (PSDB) a governador em troca de Heleno Silva ser pré-candidato a senador.
O PRB vinha pleiteando a vaga na chapa governista, que acabou fechando com os nomes do ex-governador Jackson Barreto (MDB) e do presidente estadual do PT, Rogério Carvalho.   
A decisão de Heleno e Jony em levar o PRB para o agrupamento político de André Moura e Eduardo Amorim rachou o partido. O ex-prefeito Ivan Leite e o deputado estadual Jairo de Glória, entre outras lideranças, decidiram permanecer no governo e apoiando Belivaldo.
Agora, na semana das convenções partidárias, Ivan Leite caminha para ser o candidato a vice de Eduardo Amorim. Uns falam que isso pode ocorrer pela ameaça da direção do PRB em não conceder legenda de deputado estadual para Adriana Leite, vice-prefeita de Estância e esposa de Ivan. Já outros dizem que foi em troca de colégio eleitoral para Adriana.
Quem também está a caminho da oposição é o PDT. Fábio Henrique deve fechar entendimento político com o PSB do pré-candidato a governador Valadares Filho. Em troca, ele terá total apoio a sua campanha de deputado federal e sua mulher, a deputada estadual Silvia Fontes (PDT), pode ser a vice de VF.
Há quase duas décadas essas lideranças do PRB e PDT integram o mesmo agrupamento político, que era liderado pelo ex-prefeito de Aracaju e ex-governador Marcelo Déda (PT). Déda faleceu em dezembro de 2013, mas os dois partidos seguiram no projeto que passou a ser liderado pelo então governador Jackson Barreto.
Agora, mesmo com cargos no governo e comando de secretarias e órgãos públicos, os líderes do PRB decidiram levar o partido para a oposição, e o PDT caminha para isso.
Isso fará com que as eleições deste ano sejam marcadas pelo oportunismo, trairagem e pelo interesse pessoal de cada liderança política filiada ao PDT e PRB. Vai ser difícil explicar como passar anos no governo, dispondo de cargos e secretarias, e já próximo as eleições abandonar o barco do governo e ir para a oposição.
Heleno e Jony Marcos pelo menos deixaram o governo dois meses antes das convenções e pela vaga de senador, que era um pleito antigo do PRB. Já Ivan Leite e Fábio Henrique não têm justificativa para isso, ainda mais a cinco dias do prazo final das convenções e sem ter nenhum pleito contrariado.   
A prioridade do PDT, sempre colocada por Fábio Henrique, foi a sua pré-candidatura a deputado federal. O partido sempre teve cargos no governo Jackson Barreto e já no governo Belivaldo Chagas foi ampliado com a Deso.
Por isso será maior a pecha de oportunista e traidor...

Desde o início do processo eleitoral que  já se sabia que o PRB e o PDT seriam  assediados pela oposição. Os pré-candidatos ao governo pela oposição iriam fazer de tudo para enfraquecer o pré-candidato governista Belivaldo Chagas (PSD) tirando da sua base aliada lideranças como os ex-prefeitos Heleno Silva (PRB) e Fábio Henrique (PDT), o deputado federal Jony Marcos (PRB) e os deputados estaduais Jairo de Glória (PRB) e Silvia Fontes (PDT).
O primeiro a deixar o barco do governo foi o PRB. No início de junho o partido decidiu apoiar a pré-candidatura de Eduardo Amorim (PSDB) a governador em troca de Heleno Silva ser pré-candidato a senador.
O PRB vinha pleiteando a vaga na chapa governista, que acabou fechando com os nomes do ex-governador Jackson Barreto (MDB) e do presidente estadual do PT, Rogério Carvalho.   
A decisão de Heleno e Jony em levar o PRB para o agrupamento político de André Moura e Eduardo Amorim rachou o partido. O ex-prefeito Ivan Leite e o deputado estadual Jairo de Glória, entre outras lideranças, decidiram permanecer no governo e apoiando Belivaldo.
Agora, na semana das convenções partidárias, Ivan Leite caminha para ser o candidato a vice de Eduardo Amorim. Uns falam que isso pode ocorrer pela ameaça da direção do PRB em não conceder legenda de deputado estadual para Adriana Leite, vice-prefeita de Estância e esposa de Ivan. Já outros dizem que foi em troca de colégio eleitoral para Adriana.
Quem também está a caminho da oposição é o PDT. Fábio Henrique deve fechar entendimento político com o PSB do pré-candidato a governador Valadares Filho. Em troca, ele terá total apoio a sua campanha de deputado federal e sua mulher, a deputada estadual Silvia Fontes (PDT), pode ser a vice de VF.
Há quase duas décadas essas lideranças do PRB e PDT integram o mesmo agrupamento político, que era liderado pelo ex-prefeito de Aracaju e ex-governador Marcelo Déda (PT). Déda faleceu em dezembro de 2013, mas os dois partidos seguiram no projeto que passou a ser liderado pelo então governador Jackson Barreto.
Agora, mesmo com cargos no governo e comando de secretarias e órgãos públicos, os líderes do PRB decidiram levar o partido para a oposição, e o PDT caminha para isso.
Isso fará com que as eleições deste ano sejam marcadas pelo oportunismo, trairagem e pelo interesse pessoal de cada liderança política filiada ao PDT e PRB. Vai ser difícil explicar como passar anos no governo, dispondo de cargos e secretarias, e já próximo as eleições abandonar o barco do governo e ir para a oposição.
Heleno e Jony Marcos pelo menos deixaram o governo dois meses antes das convenções e pela vaga de senador, que era um pleito antigo do PRB. Já Ivan Leite e Fábio Henrique não têm justificativa para isso, ainda mais a cinco dias do prazo final das convenções e sem ter nenhum pleito contrariado.   
A prioridade do PDT, sempre colocada por Fábio Henrique, foi a sua pré-candidatura a deputado federal. O partido sempre teve cargos no governo Jackson Barreto e já no governo Belivaldo Chagas foi ampliado com a Deso.Por isso será maior a pecha de oportunista e traidor...

 

Conversa com Belivaldo

Ocorreu na segunda-feira, por volta das 18h30, no Palácio de Despachos, a conversa do ex-prefeito de Estância, Ivan Leite (PRB), com o governador Belivaldo Chagas (PSD) sobre a possibilidade dele ser o candidato a vice-governador de Eduardo Amorim (PSDB). Ele estava acompanhado da vice-prefeita e esposa, Adriana Leite (PRB).

 

Conversa com Jairo

Antes de ser recebida por Belivaldo, Adriana conversava na anti sala do gabinete com o deputado estadual Jairo de Glória (PRB) - que ainda permanece na base do governo. Chegou a dizer que achava complicado ser de um partido que nas eleições estaria em um palanque e ela em outro. Jairo disse que não via nada demais nisso.

 

O anúncio

Ontem, em conversa com a coluna, Ivan Leite disse que até essa quinta-feira anunciaria sua posição política sobre as eleições deste ano, ou seja, se aceitará convite para ser vice de Eduardo Amorim. Revelou que depois que o PRB decidiu se aliar ao agrupamento de Eduardo e ele decidiu continuar apoiando o governo Belivaldo Chagas às conversas com o seu partido continuaram.

 

O que pesou

Ivan negou que o PRB tenha ameaçado não conceder legenda a Adriana Leite. "Existiu um pleito natural do partido de acompanhar a decisão tomada de aliança com Eduardo Amorim. Vejo isso como natural", afirmou, enfatizando que tem hoje um fator novo: a decisão do PRB nacional em apoiar o candidato a presidente do PSDB, Geraldo Alckmin. "Isso tem reflexo local", avalia.

 

Transparência

Segundo Ivan, ele esteve com o governador Belivaldo Chagas para informar das conversas que vinha tendo com a oposição. "Com o início do processo de conversa com a oposição fui conversar com Belivaldo, por ser uma pessoa que gosto muito, é séria e competente. Agi com transparência e lealdade", revela.

 

Lamento

Ontem de manhã, enquanto visitava obras no Conjunto Augusto Franco ao lado do prefeito Edvaldo Nogueira (PCdoB) e do ex-governador Jackson Barreto (MDB), o governador Belivaldo reafirmou no programa de George Magalhães que não aceitará que correligionários acendam uma "vela para Deus e outra para o diabo". Lamentou que "as pessoas convivam com o governo até o minuto final e depois abandonam".

 

Decepção 1

De Jackson Barreto ontem à coluna sobre a grande possibilidade de Ivan Leite ser o vice de Eduardo Amorim: "Uma decepção grande pela forma como Ivan sempre analisou os Amorim em Sergipe. Ivan sempre foi crítico do comportamento dos Amorim. Quando eu era governador ele dizia que votaria em mim para o Senado. Agora não vota nem em mim nem em Belivaldo".

 

Decepção 2

Segundo o ex-governador e pré-candidato a senador, ele não "esperava Ivan Leite cercado pelos Amorim e com André Moura do lado". "Sequer me telefonou. Liguei e não me retornou", lamentou JB.

 

Novela Chapinha 1

Jackson garantiu ontem que não defende, não articulou e nem está atrás de "chapinha" para deputado estadual na coligação encabeçada por Belivaldo Chagas. "Quero que provem que estou envolvido. Tudo que quero é manter a unidade do bloco", garante.

 

Novela Chapinha 2

Ressalta que tanto o deputado estadual Zezinho Guimarães como outros da sua coligação o estão acusando de defender "chapinha" [para favorecer o pré-candidato a deputado estadual Zezinho Sobral, que defende a formação de uma chapinha do Podemos, PCdoB e Avante]. "Nunca fui e nunca serei a favor de chapinha", assegura.

 

Novela Chapinha 3

Revela Jackson que foi ele quem alertou Belivaldo Chagas sobre a articulação de editais do Podemos, PCdoB e Avante para que realizassem as convenções antes da do governador. "Eu comuniquei ao governador, que não foi avisado das convenções desses partidos articulada por Zezinho Sobral. Então, Belivaldo passou a atuar. Como governador, ele é quem tem competência e autoridade para atuar", avalia.

 

Novela Chapinha 4

JB lamentou que Zezinho Guimarães, deputado estadual do seu partido, venha fazendo o "veneno" de que ele está por trás da formação de chapinhas na coligação. "Além de comunicar a Belivaldo sobre o que estava acontecendo, a minha posição pessoal é que seja formada uma chapa que fortaleça a candidatura do governador. A saída é o chapão. A coligação terá condições de eleger mais candidatos", revela.

 

Na pauta

A coluna tem informações de que seria realizada ontem à noite uma reunião de Belivaldo com os partidos aliados que defendem a formação de chapinhas, visando um entendimento em torno desse assunto. A convenção do PSD será no próximo domingo, 5.

 

Veja essa ...

De Ivan Leite ao ser questionado pela coluna se não teme a pecha de oportunista ao deixar de apoiar o governador Belivaldo Chagas para ser vice de Eduardo Amorim às vésperas das convenções partidárias e dispondo de cargos no governo: "Não estou sendo oportunista. Jackson e Belivaldo foram eleitos com apoio intenso meu. Ajudei a elegê-los. Não tive compromisso de estár no governo. Disse espontaneamente que queria está no governo, mas surgiram fatos novos que fez com que reavaliasse".

 

...e essa...

Disse ainda Ivan: "Tão havendo pré-julgamentos injustos e precipitados. Tenho total independência de apoiar quem quiser".    

 

Curtas

O pré-candidato a governador, deputado federal Valadares Filho (PSB), voltou a conversar na segunda-feira, em São Paulo, com o governador Márcio França (PSB). Discutiram as eleições deste ano.

 

Do senador Antônio Carlos Valadares (PSB) nas redes sociais: "Desta vez a máquina não vai vencer, a vontade do povo é que vai prevalecer. Quem viver, verá!".

 

Eduardo Amorim participou ontem de um café da manhã, em Itabaiana, oferecido pelo prefeito Valmir de Francisco (PR) visando reafirmar alianças com o agrupamento. "Viemos também reforçar o nosso convite para que os amigos do agreste estejam presentes na grande Convenção do PSDB, que acontecerá na próxima sexta-feira.  É hora de mostrar a nossa força e nos unirmos para salvar Sergipe. Colocarei oficialmente o meu nome mais uma vez à disposição para governar Sergipe porque acredito na mudança, e ela está por vir", afirmou Eduardo.

 

Além de lideranças locais, participaram do café da manhã os pré-candidatos a senador, André Moura (PSC) e Heleno Silva (PRB); o pré-candidato a deputado federal Bosco Costa (PR) e a estadual Talysson Costa (PR).  Na oportunidade, o prefeito Valmir anunciou apoio a todos.