52 jabutis são entregues voluntariamente à Adema

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
Os animais, considerados ameaçados de extinção, foram recolhidos por veterinários
Os animais, considerados ameaçados de extinção, foram recolhidos por veterinários

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 04/08/2018 às 08:07:00

 

A equipe de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) recolheu ontem 52 jabutis que foram entregues voluntariamente por moradores da capital e região metropolitana. Os quelônios tinham entre quatro meses e mais de 40 anos de vida. A ação, comandada pela bióloga Aline Borba e pela veterinária Fádua Souza, ocorreu em diversos bairros de Aracaju, Nossa Senhora do Socorro e São Cristóvão, sendo resultado da conscientização de diversas pessoas que possuíam os animais sem registro. 
Em uma das residências, as técnicas recolheram 34 exemplares, incluindo filhotes e adultos. Em outra, a equipe recebeu um animal que estava há mais de quatro décadas vivendo com o morador.  "Durante conversa com os moradores, fomos informados que a maioria desses animais tinha sido entregue há muito tempo e, devido a essa vivência, acabaram se desenvolvendo e reproduzindo nas casas mesmo, por isso o grande número de filhotes", explica Borba.
Os técnicos destacaram que, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), os jabutis são considerados espécies ameaçadas. Ao todo, foram recolhidos 51 jabutis-vermelho (Chelonoidis carbonaria) e um  Jabuti-açu (Chelonoidis denticulatus). Este último não é endêmico de Sergipe. "Todos os animais acolhidos estavam bem cuidados e não apresentaram problemas de saúde ou motor. Um dos animais deverá ser encaminhado a uma área de reserva em outro estado, por ser de uma espécie que não ocorre em solo sergipano", acrescentou a veterinária.

A equipe de fauna da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) recolheu ontem 52 jabutis que foram entregues voluntariamente por moradores da capital e região metropolitana. Os quelônios tinham entre quatro meses e mais de 40 anos de vida. A ação, comandada pela bióloga Aline Borba e pela veterinária Fádua Souza, ocorreu em diversos bairros de Aracaju, Nossa Senhora do Socorro e São Cristóvão, sendo resultado da conscientização de diversas pessoas que possuíam os animais sem registro. 
Em uma das residências, as técnicas recolheram 34 exemplares, incluindo filhotes e adultos. Em outra, a equipe recebeu um animal que estava há mais de quatro décadas vivendo com o morador.  "Durante conversa com os moradores, fomos informados que a maioria desses animais tinha sido entregue há muito tempo e, devido a essa vivência, acabaram se desenvolvendo e reproduzindo nas casas mesmo, por isso o grande número de filhotes", explica Borba.
Os técnicos destacaram que, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), os jabutis são considerados espécies ameaçadas. Ao todo, foram recolhidos 51 jabutis-vermelho (Chelonoidis carbonaria) e um  Jabuti-açu (Chelonoidis denticulatus). Este último não é endêmico de Sergipe. "Todos os animais acolhidos estavam bem cuidados e não apresentaram problemas de saúde ou motor. Um dos animais deverá ser encaminhado a uma área de reserva em outro estado, por ser de uma espécie que não ocorre em solo sergipano", acrescentou a veterinária.