Coração na mão

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Publicada em 04/08/2018 às 08:24:00

 

O secretário Valberto Lima, de Es
tado da Saúde, está fazendo 
tudo o que pode para colocar um ponto final na imensa fila de espera que se formou nos corredores do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), por força da interrupção do atendimento no Hospital de Cirurgia. Uma boa notícia, para ser comemorada com a devida moderação. Antes de soltar foguetório, a população precisa saber o quanto pode o secretário Valberto Lima.
As reuniões entre o governo de Sergipe e a direção do hospital ocorrem desde o agravamento da crise, que se arrasta já há muitos anos. A suspensão das cirurgias cardíacas, episódio mais recente, se deu no rastro de faltas diárias, que vão desde a ausência de medicamentos e a precariedade de instalações e equipamentos, até o atraso dos salários devidos aos funcionários da instituição filantrópica. E é pensando justamente nas centenas de pacientes cardíacos com o coração na mão que o Governo de Sergipe tem tanta pressa.
Ponteiros acertados, espera-se que o atendimento dos pacientes cardíacos seja retomado já no inicio da próxima semana. Nada garante, contudo, a regularidade dos serviços prestados no Hospital Cirurgia. Se fosse um caso de resolver com uma conversa e alguma dose de boa vontade, o assunto não seria tratado pelo JORNAL DO DIA desde sempre.
Há quem diga que o problema da saúde brasileira não é de recursos, mas de gestão. Esses esquecem que o Brasil é o primeiro País do mundo com mais de 150 milhões de habitantes comprometido com a oferta universal de assistência médica. Não é pouco. Trata-se de garantir desde o simples atendimento ambulatorial até o transplante de órgãos, garantindo acesso integral e gratuito, para toda a população. Claro que os gestores públicos têm mesmo de mover céus e terras para oferecer a assistência devida à população. Mas o desafio é imenso.

O secretário Valberto Lima, de Es tado da Saúde, está fazendo  tudo o que pode para colocar um ponto final na imensa fila de espera que se formou nos corredores do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), por força da interrupção do atendimento no Hospital de Cirurgia. Uma boa notícia, para ser comemorada com a devida moderação. Antes de soltar foguetório, a população precisa saber o quanto pode o secretário Valberto Lima.
As reuniões entre o governo de Sergipe e a direção do hospital ocorrem desde o agravamento da crise, que se arrasta já há muitos anos. A suspensão das cirurgias cardíacas, episódio mais recente, se deu no rastro de faltas diárias, que vão desde a ausência de medicamentos e a precariedade de instalações e equipamentos, até o atraso dos salários devidos aos funcionários da instituição filantrópica. E é pensando justamente nas centenas de pacientes cardíacos com o coração na mão que o Governo de Sergipe tem tanta pressa.
Ponteiros acertados, espera-se que o atendimento dos pacientes cardíacos seja retomado já no inicio da próxima semana. Nada garante, contudo, a regularidade dos serviços prestados no Hospital Cirurgia. Se fosse um caso de resolver com uma conversa e alguma dose de boa vontade, o assunto não seria tratado pelo JORNAL DO DIA desde sempre.
Há quem diga que o problema da saúde brasileira não é de recursos, mas de gestão. Esses esquecem que o Brasil é o primeiro País do mundo com mais de 150 milhões de habitantes comprometido com a oferta universal de assistência médica. Não é pouco. Trata-se de garantir desde o simples atendimento ambulatorial até o transplante de órgãos, garantindo acesso integral e gratuito, para toda a população. Claro que os gestores públicos têm mesmo de mover céus e terras para oferecer a assistência devida à população. Mas o desafio é imenso.