Gestores Agrese e Sergas discutem tarifa de gás

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Dirigentes da Sergás e da Agrese discutem preço do gás, que desagrada industriais
Dirigentes da Sergás e da Agrese discutem preço do gás, que desagrada industriais

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Publicada em 08/08/2018 às 08:27:00

 

Nesta terça-feira , mem-
bros da diretoria da 
Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Sergipe (Agrese) e da Sergipe Gás (Sergas), estiveram reunidos para uma análise detalhada, relativa ao posicionamento das instituições, sobre o reajuste tarifário do gás canalizado.
Durante a reunião com a participação do assessor especial do Governo, Oliveira Junior, foi sugerido para Sergas apresentar os procedimentos utilizados no cálculo da tarifa média dos serviços de distribuição de gás canalizado no Estado de Sergipe.
"Esse momento foi importante para que pudéssemos debater sobre tarifas e os serviços prestados pela Sergas, bem como os investimentos a serem efetivados objetivando atrair indústria para o Estado de Sergipe", destacou o diretor presidente da Agrese, Luiz Hamilton Santana de Oliveira.
Na oportunidade, o diretor técnico e comercial da Sergas, Enaldo Santana, apresentou conceitos discutidos em pauta, perspectiva da última década e para os próximos 25 anos. "Essa reunião foi bastante produtiva. Foram discutidos e apresentados assuntos na área de gás canalizado, visando o aproveitamento futuro de gás produzido em nosso Estado e também sobre o início e operação da termoelétrica Celse, além do comprometimento da Sergas perante a Agrese de ampliar sua rede de distribuição de gás, com custos atrativos e competitivos", enfatizou o presidente da Sergas, Eugênio Dezen.
Após as apresentações ficou acordado que será marcada uma novo encontro com os representantes da Agrese, Sedetec, Fies e Sergas para definição de medidas relacionadas.
A Sergas foi criada em 1993, com as atribuições de adquirir, armazenar, transportar, distribuir, comercializar e prestar serviços correlatos na área de energias renováveis e gás.
Sem transparência - Na segunda-feira, a Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) divulgou nota criticando comunicando da Sergas informando sobre um reajuste de 11% na tarifa do gás natural, que entrou em vigor no início de agosto. "Mais um duro golpe no já combalido segmento produtivo local", diz a nota
Percebendo o impacto negativo para as empresas do segmento industrial dessa medida, a FIES enviou ofícios pedindo explicações quanto a esse aumento ao Diretor Presidente da AGRESE, José Hamilton Carvalho e ao Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, José Augusto Pereira de Carvalho. Na comunicação, a entidade cobra dos órgãos estaduais uma maior transparência nesse processo de reajuste da tarifa do gás natural.

Nesta terça-feira , mem- bros da diretoria da  Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Sergipe (Agrese) e da Sergipe Gás (Sergas), estiveram reunidos para uma análise detalhada, relativa ao posicionamento das instituições, sobre o reajuste tarifário do gás canalizado.
Durante a reunião com a participação do assessor especial do Governo, Oliveira Junior, foi sugerido para Sergas apresentar os procedimentos utilizados no cálculo da tarifa média dos serviços de distribuição de gás canalizado no Estado de Sergipe.
"Esse momento foi importante para que pudéssemos debater sobre tarifas e os serviços prestados pela Sergas, bem como os investimentos a serem efetivados objetivando atrair indústria para o Estado de Sergipe", destacou o diretor presidente da Agrese, Luiz Hamilton Santana de Oliveira.
Na oportunidade, o diretor técnico e comercial da Sergas, Enaldo Santana, apresentou conceitos discutidos em pauta, perspectiva da última década e para os próximos 25 anos. "Essa reunião foi bastante produtiva. Foram discutidos e apresentados assuntos na área de gás canalizado, visando o aproveitamento futuro de gás produzido em nosso Estado e também sobre o início e operação da termoelétrica Celse, além do comprometimento da Sergas perante a Agrese de ampliar sua rede de distribuição de gás, com custos atrativos e competitivos", enfatizou o presidente da Sergas, Eugênio Dezen.
Após as apresentações ficou acordado que será marcada uma novo encontro com os representantes da Agrese, Sedetec, Fies e Sergas para definição de medidas relacionadas.
A Sergas foi criada em 1993, com as atribuições de adquirir, armazenar, transportar, distribuir, comercializar e prestar serviços correlatos na área de energias renováveis e gás.

Sem transparência - Na segunda-feira, a Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) divulgou nota criticando comunicando da Sergas informando sobre um reajuste de 11% na tarifa do gás natural, que entrou em vigor no início de agosto. "Mais um duro golpe no já combalido segmento produtivo local", diz a nota
Percebendo o impacto negativo para as empresas do segmento industrial dessa medida, a FIES enviou ofícios pedindo explicações quanto a esse aumento ao Diretor Presidente da AGRESE, José Hamilton Carvalho e ao Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, José Augusto Pereira de Carvalho. Na comunicação, a entidade cobra dos órgãos estaduais uma maior transparência nesse processo de reajuste da tarifa do gás natural.