HU está inserido em projeto internacional para detecção precoce do câncer

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Publicada em 09/08/2018 às 07:53:00

 

O Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS), filial da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), iniciou a sua participação em um projeto multicêntrico, ou seja, com contribuição de vários centros de investigação para o diagnóstico precoce do câncer.
A convite do Instituto Nacional de Câncer (Inca), que é o órgão auxiliar do Ministério da Saúde no desenvolvimento e coordenação das ações integradas para a prevenção e o controle do câncer no Brasil, o HU-UFS passa a integrar um grupo do qual fazem parte representantes da Ásia e América Latina, incluindo instituições brasileiras como o próprio Inca e as universidades de São Paulo (USP) e a de Minas Gerais (UFMG).
De acordo com a superintendente do HU-UFS, Angela Silva, inicialmente profissionais do hospital serão capacitados pelo Inca para a realização do diagnóstico precoce do câncer. "Com isso, eles estarão ocupando o mesmo patamar que os profissionais do Japão. Tivemos nesta semana uma videoconferência, transmitida da Nova Zelândia e coordenada pelo Japão, na qual foi feito o primeiro contato dos grupos de países participantes", informou a superintendente.
Para ela, a população terá a prerrogativa de um diagnóstico de câncer muito precoce, já que os profissionais de saúde envolvidos serão treinados e estarão no patamar desejável pela Organização Mundial da Saúde.
Essa informação é reforçada pelo médico oncologista Carlos Anselmo Lima, chefe do Setor de Gestão de Ensino do HU-UFS e integrante do projeto. "A videoconferência foi um primeiro contato com um grupo que desenvolve teleconferências com a América Latina e com a Ásia, basicamente relacionado com procedimentos endoscópicos de alta complexidade. O objetivo inicial desse contato é que o HU poderá participar de um projeto internacional para detecção de câncer colorretal, juntamente com o Japão e outros países da América Latina", pontuou Carlos Anselmo.
O médico explicou que foram discutidos procedimentos em câncer, inicialmente de esôfago e estômago, mas que a intenção futura é concretizar uma parceria para detectar precocemente o diagnóstico de câncer colorretal. "Como a incidência do câncer colorretal está crescendo, acredita-se que com a detecção precoce seja possível tratar melhor os pacientes, proporcionando-lhes maiores chances de cura e de sobrevida", destacou.

O Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS), filial da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), iniciou a sua participação em um projeto multicêntrico, ou seja, com contribuição de vários centros de investigação para o diagnóstico precoce do câncer.
A convite do Instituto Nacional de Câncer (Inca), que é o órgão auxiliar do Ministério da Saúde no desenvolvimento e coordenação das ações integradas para a prevenção e o controle do câncer no Brasil, o HU-UFS passa a integrar um grupo do qual fazem parte representantes da Ásia e América Latina, incluindo instituições brasileiras como o próprio Inca e as universidades de São Paulo (USP) e a de Minas Gerais (UFMG).
De acordo com a superintendente do HU-UFS, Angela Silva, inicialmente profissionais do hospital serão capacitados pelo Inca para a realização do diagnóstico precoce do câncer. "Com isso, eles estarão ocupando o mesmo patamar que os profissionais do Japão. Tivemos nesta semana uma videoconferência, transmitida da Nova Zelândia e coordenada pelo Japão, na qual foi feito o primeiro contato dos grupos de países participantes", informou a superintendente.
Para ela, a população terá a prerrogativa de um diagnóstico de câncer muito precoce, já que os profissionais de saúde envolvidos serão treinados e estarão no patamar desejável pela Organização Mundial da Saúde.
Essa informação é reforçada pelo médico oncologista Carlos Anselmo Lima, chefe do Setor de Gestão de Ensino do HU-UFS e integrante do projeto. "A videoconferência foi um primeiro contato com um grupo que desenvolve teleconferências com a América Latina e com a Ásia, basicamente relacionado com procedimentos endoscópicos de alta complexidade. O objetivo inicial desse contato é que o HU poderá participar de um projeto internacional para detecção de câncer colorretal, juntamente com o Japão e outros países da América Latina", pontuou Carlos Anselmo.
O médico explicou que foram discutidos procedimentos em câncer, inicialmente de esôfago e estômago, mas que a intenção futura é concretizar uma parceria para detectar precocemente o diagnóstico de câncer colorretal. "Como a incidência do câncer colorretal está crescendo, acredita-se que com a detecção precoce seja possível tratar melhor os pacientes, proporcionando-lhes maiores chances de cura e de sobrevida", destacou.