Médicos da capital decidem continuar paralisação

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 10/08/2018 às 08:34:00

 

Milton Alves Júnior
Segue por tempo indeterminado a greve dos médicos que atuam no Sistema Único de Saúde de Aracaju. A decisão foi deliberada na manhã de ontem pelos profissionais durante assembleia geral realizada na sede do Sindicato dos Médicos do Estado de Sergipe (Sindimed). Com a manutenção da greve, hoje completam 21 dias em que os pacientes aracajuanos contam apenas com 30% do efetivo nas 43 unidades administradas pela Prefeitura de Aracaju. O índice de pessoas sem assistência nesse período ultrapassa a casa dos 60 mil.
Durante a reunião, a direção sindical informou que segue aguardando o poder Judiciário se manifestar sobre a conciliação dos médicos com a Prefeitura de Aracaju. Até o momento o Sindimed não obteve resposta. Na última segunda-feira, 06, o TJ concedeu um prazo de até 48 horas para a Procuradoria Geral do Município se manifestar se tinha, ou não, interesse na audiência de conciliação solicitado pelos grevistas. A PMA não se manifestou oficialmente sobre o assunto. De acordo com João Augusto, presidente sindical, a falta de diálogo com o prefeito Edvaldo Nogueira também minimiza as possibilidades de conciliação amigável.
"A partir do momento em que nossos salários estão sem reajuste há dois anos, os postos de saúde não possuem condições de trabalho digno para atender as pessoas é mesmo depois de tanto solicitar o prefeito Edvaldo não nos atende, fica difícil compreender as alegações da administração e convencer os colegas que atuam na saúde de Aracaju a suspender o movimento", avisou. Ficou deliberado pelos trabalhadores que na próxima terça-feira, 14, a partir das 8h, haverá ato público em frente ao Centro Administrativo Aloísio Campos, sede da PMA.

Segue por tempo indeterminado a greve dos médicos que atuam no Sistema Único de Saúde de Aracaju. A decisão foi deliberada na manhã de ontem pelos profissionais durante assembleia geral realizada na sede do Sindicato dos Médicos do Estado de Sergipe (Sindimed). Com a manutenção da greve, hoje completam 21 dias em que os pacientes aracajuanos contam apenas com 30% do efetivo nas 43 unidades administradas pela Prefeitura de Aracaju. O índice de pessoas sem assistência nesse período ultrapassa a casa dos 60 mil.
Durante a reunião, a direção sindical informou que segue aguardando o poder Judiciário se manifestar sobre a conciliação dos médicos com a Prefeitura de Aracaju. Até o momento o Sindimed não obteve resposta. Na última segunda-feira, 06, o TJ concedeu um prazo de até 48 horas para a Procuradoria Geral do Município se manifestar se tinha, ou não, interesse na audiência de conciliação solicitado pelos grevistas. A PMA não se manifestou oficialmente sobre o assunto. De acordo com João Augusto, presidente sindical, a falta de diálogo com o prefeito Edvaldo Nogueira também minimiza as possibilidades de conciliação amigável.
"A partir do momento em que nossos salários estão sem reajuste há dois anos, os postos de saúde não possuem condições de trabalho digno para atender as pessoas é mesmo depois de tanto solicitar o prefeito Edvaldo não nos atende, fica difícil compreender as alegações da administração e convencer os colegas que atuam na saúde de Aracaju a suspender o movimento", avisou. Ficou deliberado pelos trabalhadores que na próxima terça-feira, 14, a partir das 8h, haverá ato público em frente ao Centro Administrativo Aloísio Campos, sede da PMA.