Trigêmeas se destacam na Taça Cidade de Aracaju

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Publicada em 13/08/2018 às 07:29:00

 

A paixão pelo esporte une e contagia milhares de brasileiros e, na família Carvalho, também é assim. As trigêmeas Laura, Lays e Luana nasceram parecidas não só fisicamente, mas no talento e amor pelo futsal. As jovens, que disputam a Taça Cidade de Aracaju de Futsal Feminino e são jogadoras do time Palermo, são a sensação em quadra.
Participando pela segunda vez do campeonato realizado pela Secretaria Municipal da Juventude e do Esporte (Sejesp), as meninas confundem os adversários e até mesmo o próprio técnico. 
O secretário Jorge Araújo Filho recebeu as atletas em seu gabinete e ressaltou a participação das trigêmeas: "De fato, elas deixam a gente confuso e deve ser bem curioso ver a reação das adversárias ao enfrentá-las. Claro que o fato inusitado chama a atenção, porém, o mais importante é saber que elas estão gostando de disputar a Taça Cidade de Aracaju, tanto que elogiaram a organização. Isso nos deixa feliz, pois mostra o comprometimento que todos da Sejesp têm em tornar o esporte cada vez mais inclusivo", destaca Jorge Araújo.
Segundo o coordenador de Esportes de Inclusão da Sejesp, Luiz Carlos Bossa Nova, essa é uma situação inusitada na história da Taça Cidade de Aracaju. "É algo inédito ter trigêmeas participando de uma competição. Acaba sendo uma atração a mais. Além de ser mais uma prova que a Sejesp tem buscado, através do esporte de inclusão, fazer um trabalho participativo. Para a nossa surpresa, aconteceu esse fato, que só traz mais brilho para a Taça", declarou Luiz.
Quando o árbitro apita, cada uma tem sua especialidade, Lays é goleira, já Laura e Luana são facilmente confundidas. Jogando nas posições fixo e ala esquerda, as meninas afirmam que é um benefício na hora da partida. "Sempre jogamos juntas e a nossa primeira oportunidade foi no Palermo. O treinador costuma colocar as três em quadra ao mesmo tempo. Assim que entramos, as pessoas se confundem e ficam trocando nossos nomes, mas é bom na hora do jogo", afirma Luana.
Classificadas para próxima etapa da Taça Cidade de Aracaju, Laura destaca a importância da competição e o objetivo do trio. "A Taça é uma competição muito especial para todas nós, bate aquele nervosismo, mas estamos fazendo o que gostamos. O foco é partir para cima e ganhar o jogo e, para isso, estamos treinando duas vezes na semana", declarou.
"Aos 10 anos jogávamos na rua, nas praças e na escola. Com o tempo, o treinador criou um time, nos convidou para participar e aceitamos. Foi aí que começamos a participar dos campeonatos escolares. O nosso pai nos inspirou a jogar e, desde então, a família nos apoia muito. Nosso pai se preocupa, teme que a gente se machuque, sempre avisa para tomarmos cuidado, mas ele também sempre apoiou a gente", explica Lays.
Hoje, aos 19 anos, as jogadoras já sabem o que querem do futuro. Apesar das diferenças na hora de escolher o curso para faculdade, um desejo é comum entre as três: o sonho de poder continuar jogando futsal. "Todas nós pensamos em jogar futsal de forma profissional, sonhamos em ir mais longe. Pretendemos fazer faculdade, mas sempre jogando futsal", destaca.

A paixão pelo esporte une e contagia milhares de brasileiros e, na família Carvalho, também é assim. As trigêmeas Laura, Lays e Luana nasceram parecidas não só fisicamente, mas no talento e amor pelo futsal. As jovens, que disputam a Taça Cidade de Aracaju de Futsal Feminino e são jogadoras do time Palermo, são a sensação em quadra.
Participando pela segunda vez do campeonato realizado pela Secretaria Municipal da Juventude e do Esporte (Sejesp), as meninas confundem os adversários e até mesmo o próprio técnico. 
O secretário Jorge Araújo Filho recebeu as atletas em seu gabinete e ressaltou a participação das trigêmeas: "De fato, elas deixam a gente confuso e deve ser bem curioso ver a reação das adversárias ao enfrentá-las. Claro que o fato inusitado chama a atenção, porém, o mais importante é saber que elas estão gostando de disputar a Taça Cidade de Aracaju, tanto que elogiaram a organização. Isso nos deixa feliz, pois mostra o comprometimento que todos da Sejesp têm em tornar o esporte cada vez mais inclusivo", destaca Jorge Araújo.
Segundo o coordenador de Esportes de Inclusão da Sejesp, Luiz Carlos Bossa Nova, essa é uma situação inusitada na história da Taça Cidade de Aracaju. "É algo inédito ter trigêmeas participando de uma competição. Acaba sendo uma atração a mais. Além de ser mais uma prova que a Sejesp tem buscado, através do esporte de inclusão, fazer um trabalho participativo. Para a nossa surpresa, aconteceu esse fato, que só traz mais brilho para a Taça", declarou Luiz.
Quando o árbitro apita, cada uma tem sua especialidade, Lays é goleira, já Laura e Luana são facilmente confundidas. Jogando nas posições fixo e ala esquerda, as meninas afirmam que é um benefício na hora da partida. "Sempre jogamos juntas e a nossa primeira oportunidade foi no Palermo. O treinador costuma colocar as três em quadra ao mesmo tempo. Assim que entramos, as pessoas se confundem e ficam trocando nossos nomes, mas é bom na hora do jogo", afirma Luana.
Classificadas para próxima etapa da Taça Cidade de Aracaju, Laura destaca a importância da competição e o objetivo do trio. "A Taça é uma competição muito especial para todas nós, bate aquele nervosismo, mas estamos fazendo o que gostamos. O foco é partir para cima e ganhar o jogo e, para isso, estamos treinando duas vezes na semana", declarou.
"Aos 10 anos jogávamos na rua, nas praças e na escola. Com o tempo, o treinador criou um time, nos convidou para participar e aceitamos. Foi aí que começamos a participar dos campeonatos escolares. O nosso pai nos inspirou a jogar e, desde então, a família nos apoia muito. Nosso pai se preocupa, teme que a gente se machuque, sempre avisa para tomarmos cuidado, mas ele também sempre apoiou a gente", explica Lays.
Hoje, aos 19 anos, as jogadoras já sabem o que querem do futuro. Apesar das diferenças na hora de escolher o curso para faculdade, um desejo é comum entre as três: o sonho de poder continuar jogando futsal. "Todas nós pensamos em jogar futsal de forma profissional, sonhamos em ir mais longe. Pretendemos fazer faculdade, mas sempre jogando futsal", destaca.