Patrões negam reajuste salarial aos comerciários e impõem jornada excessiva de trabalhado

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Publicada em 17/08/2018 às 08:45:00

 

A Federação dos Empregados no Comércio e Serviços do estado de Sergipe, Fecomse, e seus sindicatos filiados afirmam que não houve avanço nas negociações com o setor patronal, após várias tentativas de acordo na Superintendência da Delegacia do Trabalho e Emprego acerca da Convenção Coletiva de Trabalho. Liderados pelo empresário Laércio Oliveira, os sindicatos patronais tentam impor o retrocesso nas negociações retirando direitos dos trabalhadores.
 "É vergonhoso o que esses presidentes de sindicatos patronais estão fazendo com os seus empregados. A intenção é fragilizar a categoria e retirar conquistas. Querem que o comerciário faça hora extra, mas não aceitam pagar. Querem trocar hora excedente trabalhada por folga, concedida ao trabalhador quando o patrão quiser. Além disso, os empresários cobiçam abrir o comércio em todos os feriados. Isso é exploração!", protesta Ronildo Almeida, presidente da Fecomse.
A negociação tem mais impasses. A Federação dos Comerciários e os sindicatos patronais discutem itens como reajuste; manutenção das datas-bases (janeiro e maio)  e renovação da convenção coletiva de trabalho, mas os patrões não querem dar aumento salarial e tentam impor banco de horas e  jornadas excessivas de trabalho.
Como o processo de negociação na Delegacia do Trabalho e Emprego foi encerrado , a Federação dos Empregados no Comércio buscou a mediação do Ministério Público do Trabalho, mas, segundo Ronildo Almeida, o presidente do Sindicato dos Lojistas não compareceu à reunião. "Gilson Figueiredo justificou sua falta de interesse na mediação no MPT alegando que existe uma negociação em andamento na DRT, mas todos nós sabemos, inclusive ele, que o processo foi encerrado", afirma o sindicalista.
Sem a renovação da convenção coletiva, os trabalhadores do comércio enfrentam dificuldades para ter reajuste salarial e melhores condições de trabalho. Ronildo alega que os patrões querem que o sindicato aceite um acordo que não traz nenhum ganho real, apenas perdas. "A falta de diálogo representa um retrocesso. A classe patronal, sob o comando do empresário Laércio Oliveira, abandonou o diálogo respeitoso e decente", avalia.
Além  dos lojistas, os sindicatos dos supermercados (liderados pelas grandes redes), farmácias, comércio varejista e atacadista , concessionárias de veículos , revendedores de tintas e derivados. varejista de Tobias Barreto e Federação do Comércio do Estado de Sergipe estão sem assinar acordo com os comerciários. 
 "Esperamos que o setor patronal repense a sua postura e olhe para o seu empregado com o respeito que ele merece, para que possamos retomar o processo de negociação e fechar um acordo positivo, sem perda de direitos.  Precisamos manter equilíbrio entre as partes, criando condições salariais e sociais na vida dos trabalhadores responsáveis por garantir as vendas e também o lucro das empresas", afirma o presidente da Fecomse.

A Federação dos Empregados no Comércio e Serviços do estado de Sergipe, Fecomse, e seus sindicatos filiados afirmam que não houve avanço nas negociações com o setor patronal, após várias tentativas de acordo na Superintendência da Delegacia do Trabalho e Emprego acerca da Convenção Coletiva de Trabalho. Liderados pelo empresário Laércio Oliveira, os sindicatos patronais tentam impor o retrocesso nas negociações retirando direitos dos trabalhadores.
 "É vergonhoso o que esses presidentes de sindicatos patronais estão fazendo com os seus empregados. A intenção é fragilizar a categoria e retirar conquistas. Querem que o comerciário faça hora extra, mas não aceitam pagar. Querem trocar hora excedente trabalhada por folga, concedida ao trabalhador quando o patrão quiser. Além disso, os empresários cobiçam abrir o comércio em todos os feriados. Isso é exploração!", protesta Ronildo Almeida, presidente da Fecomse.
A negociação tem mais impasses. A Federação dos Comerciários e os sindicatos patronais discutem itens como reajuste; manutenção das datas-bases (janeiro e maio)  e renovação da convenção coletiva de trabalho, mas os patrões não querem dar aumento salarial e tentam impor banco de horas e  jornadas excessivas de trabalho.
Como o processo de negociação na Delegacia do Trabalho e Emprego foi encerrado , a Federação dos Empregados no Comércio buscou a mediação do Ministério Público do Trabalho, mas, segundo Ronildo Almeida, o presidente do Sindicato dos Lojistas não compareceu à reunião. "Gilson Figueiredo justificou sua falta de interesse na mediação no MPT alegando que existe uma negociação em andamento na DRT, mas todos nós sabemos, inclusive ele, que o processo foi encerrado", afirma o sindicalista.
Sem a renovação da convenção coletiva, os trabalhadores do comércio enfrentam dificuldades para ter reajuste salarial e melhores condições de trabalho. Ronildo alega que os patrões querem que o sindicato aceite um acordo que não traz nenhum ganho real, apenas perdas. "A falta de diálogo representa um retrocesso. A classe patronal, sob o comando do empresário Laércio Oliveira, abandonou o diálogo respeitoso e decente", avalia.
Além  dos lojistas, os sindicatos dos supermercados (liderados pelas grandes redes), farmácias, comércio varejista e atacadista , concessionárias de veículos , revendedores de tintas e derivados. varejista de Tobias Barreto e Federação do Comércio do Estado de Sergipe estão sem assinar acordo com os comerciários. 
 "Esperamos que o setor patronal repense a sua postura e olhe para o seu empregado com o respeito que ele merece, para que possamos retomar o processo de negociação e fechar um acordo positivo, sem perda de direitos.  Precisamos manter equilíbrio entre as partes, criando condições salariais e sociais na vida dos trabalhadores responsáveis por garantir as vendas e também o lucro das empresas", afirma o presidente da Fecomse.