Justiça faz a primeira audiência com os réus do 'Caso Barriga'

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Publicada em 18/08/2018 às 07:48:00

 

Começou ontem a instrução criminal do processo que apura o assassinato do sindicalista Clodoaldo Santos Melo, o 'Barriga', que liderava o Movimento SOS Emprego. O crime aconteceu em dezembro de 2017 na Barra dos Coqueiros (Grande Aracaju), onde a vítima morava e foi executada a tiros, no momento em que estava em sua residência. A juíza Heloísa de Oliveira Castro Alves, responsável pela comarca local, ouviu as cinco primeiras testemunhas do processo, que são parentes de 'Barriga' e foram indicadas pelo Ministério Público.
A audiência aconteceu a portas fechadas e causou a suspensão do atendimento ao público no Fórum Antônio Xavier de Assis Júnior, no centro da Barra. Isso porque os seis acusados de cometerem o crime - e que estão presos desde o começo do ano - compareceram à audiência, sob um intenso esquema de segurança. Um deles foi reconhecido pelo filho mais novo de Clodoaldo como o que chamou a vítima para entregar um currículo, antes de um outro homem sacar uma arma e executá-la. 
A Polícia Civil apontou que o crime foi ordenado por três dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Montagem, Manutenção Industrial e Prestação de Serviços (Sindimont), que se envolvera em uma disputa com o SOS Emprego: o presidente André Silva Santana, 37 anos; e os assessores Jailton Paulino Bispo dos Santos e Leandro Costa Alves, 35. Também foram presos César Júlio Santos da Silva, 29, identificado como o executor da vítima; Ricardo Monteiro dos Santos, 36; e Sidney Santos de Oliveira, 24, apontados pela polícia como os que deram cobertura ao crime. Os advogados de defesa negam a acusação. 
A juíza Heloisa Castro Alves deve retomar as audiências de instrução no dia 18 de setembro. Ao todo, 20 testemunhas foram arroladas no processo para prestar depoimento.

Começou ontem a instrução criminal do processo que apura o assassinato do sindicalista Clodoaldo Santos Melo, o 'Barriga', que liderava o Movimento SOS Emprego. O crime aconteceu em dezembro de 2017 na Barra dos Coqueiros (Grande Aracaju), onde a vítima morava e foi executada a tiros, no momento em que estava em sua residência. A juíza Heloísa de Oliveira Castro Alves, responsável pela comarca local, ouviu as cinco primeiras testemunhas do processo, que são parentes de 'Barriga' e foram indicadas pelo Ministério Público.
A audiência aconteceu a portas fechadas e causou a suspensão do atendimento ao público no Fórum Antônio Xavier de Assis Júnior, no centro da Barra. Isso porque os seis acusados de cometerem o crime - e que estão presos desde o começo do ano - compareceram à audiência, sob um intenso esquema de segurança. Um deles foi reconhecido pelo filho mais novo de Clodoaldo como o que chamou a vítima para entregar um currículo, antes de um outro homem sacar uma arma e executá-la. 
A Polícia Civil apontou que o crime foi ordenado por três dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Montagem, Manutenção Industrial e Prestação de Serviços (Sindimont), que se envolvera em uma disputa com o SOS Emprego: o presidente André Silva Santana, 37 anos; e os assessores Jailton Paulino Bispo dos Santos e Leandro Costa Alves, 35. Também foram presos César Júlio Santos da Silva, 29, identificado como o executor da vítima; Ricardo Monteiro dos Santos, 36; e Sidney Santos de Oliveira, 24, apontados pela polícia como os que deram cobertura ao crime. Os advogados de defesa negam a acusação. 
A juíza Heloisa Castro Alves deve retomar as audiências de instrução no dia 18 de setembro. Ao todo, 20 testemunhas foram arroladas no processo para prestar depoimento.