MPF, PF e Receita se articulam contra crimes do colarinho branco

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Publicada em 22/08/2018 às 07:49:00

 

Em Sergipe, o Ministé
rio Público Federal, a 
Polícia Federal e a Receita Federal criam grupo de trabalho para combater os crimes de lavagem de dinheiro, contra a ordem tributária, contra a administração pública e outras práticas correlatas conhecidas como crimes do colarinho branco. A portaria de criação do Grupo de Coordenação Interinstitucional (GCI) será assinada pelas três instituições nesta quarta-feira (22).
Com o grupo, os órgãos formalizam o empenho na interlocução permanente e na garantia do relacionamento institucional direto. "O objetivo é ampliar a articulação e a integração entre as instituições, de forma a garantir mais agilidade nas comunicações e transparência nas ações", explica o procurador-chefe do Ministério Público Federal em Sergipe, Rômulo Almeida.
Banco de dados - Por meio do GCI, haverá o compartilhamento de informações entre MPF, PF e Receita Federal com a finalidade da produção de pesquisas e informes de interesse das instituições. "Vamos desenvolver ações conjuntas, visando ao máximo aproveitamento das informações disponíveis nos bancos de dados das três instituições", ressalta o delegado da Receita Federal em Sergipe Marlton Caldas de Souza.
A ideia do GCI é fomentar novos mecanismos de atuação para instruir eventuais procedimentos investigatórios. "O planejamento de diligências e outras atividades de investigação é outro ponto que será facilitado com a criação do GCI", explica a superintendente Regional da Polícia Federal Erika Mialik Marena.
Estrutura - Integrarão o CGI três procuradores da República, três delegados da Polícia Federal e três auditores da Receita Federal. As reuniões ordinárias ocorrerão a cada dois meses e, extraordinariamente, a qualquer momento acordado entre os membros do grupo.

Em Sergipe, o Ministé rio Público Federal, a  Polícia Federal e a Receita Federal criam grupo de trabalho para combater os crimes de lavagem de dinheiro, contra a ordem tributária, contra a administração pública e outras práticas correlatas conhecidas como crimes do colarinho branco. A portaria de criação do Grupo de Coordenação Interinstitucional (GCI) será assinada pelas três instituições nesta quarta-feira (22).
Com o grupo, os órgãos formalizam o empenho na interlocução permanente e na garantia do relacionamento institucional direto. "O objetivo é ampliar a articulação e a integração entre as instituições, de forma a garantir mais agilidade nas comunicações e transparência nas ações", explica o procurador-chefe do Ministério Público Federal em Sergipe, Rômulo Almeida.

Banco de dados - Por meio do GCI, haverá o compartilhamento de informações entre MPF, PF e Receita Federal com a finalidade da produção de pesquisas e informes de interesse das instituições. "Vamos desenvolver ações conjuntas, visando ao máximo aproveitamento das informações disponíveis nos bancos de dados das três instituições", ressalta o delegado da Receita Federal em Sergipe Marlton Caldas de Souza.
A ideia do GCI é fomentar novos mecanismos de atuação para instruir eventuais procedimentos investigatórios. "O planejamento de diligências e outras atividades de investigação é outro ponto que será facilitado com a criação do GCI", explica a superintendente Regional da Polícia Federal Erika Mialik Marena.

Estrutura - Integrarão o CGI três procuradores da República, três delegados da Polícia Federal e três auditores da Receita Federal. As reuniões ordinárias ocorrerão a cada dois meses e, extraordinariamente, a qualquer momento acordado entre os membros do grupo.