Combustíveis: Justiça Militar nega liberdade a sargento

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Publicada em 23/08/2018 às 07:49:00

 

Gabriel Damásio
A Auditoria Militar do 
Tribunal de Justiça 
(6ª Vara Criminal de Aracaju) decidiu ontem negar o pedido de liberdade provisória para o sargento Robertson Souza Santos, acusado de ser o principal envolvido com o possível esquema de desvio de combustíveis descoberto na Polícia Militar. O praça, que era lotado no Centro de Suprimento e Manutenção (CSM) da corporação, está preso desde fevereiro deste ano no Presídio Militar (Presmil) e responde pelo crime de peculato. O recurso impetrado pela defesa para revogar a prisão do réu foi julgado no Fórum Gumercindo Bessa, em audiência a portas fechadas. 
Além do juiz Edno Aldo Ribeiro Santana, titular da 6ª Vara, quatro oficiais graduados da PM participaram do julgamento como integrantes do Conselho Especial de Justiça Militar (CEJM). A revogação foi negada por três votos a dois. Não foram divulgados detalhes do julgamento, porque o processo tramita em segredo de justiça. O advogado Aloísio Vasconcelos, responsável pela defesa, anunciou que vai entrar com um novo pedido de habeas-corpus no Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), em nova tentativa de revogar o mandado de prisão preventiva. O sargento Robertson acompanhou a audiência, escoltado por soldados do Presídio Militar (Presmil). Ele chegou e saiu do fórum cobrindo a cabeça com a jaqueta do agasalho da PM. 
O militar é acusado de ser o principal executor e beneficiário dos desvios da verba destinada ao combustível das viaturas, através de abastecimentos simulados com cartões do sistema Vale Card, usado para o controle de combustível na frota de veículos do estado. O prejuízo estimado até o momento é de cerca de R$ 90 mil aos cofres da PM, mas a real extensão do esquema ainda é investigada pelo Ministério Público. A defesa do militar nega que ele tenha cometido irregularidades e que suspeita outras pessoas, inclusive de patente superior, podem estar envolvidas com o suposto esquema. 

A Auditoria Militar do  Tribunal de Justiça  (6ª Vara Criminal de Aracaju) decidiu ontem negar o pedido de liberdade provisória para o sargento Robertson Souza Santos, acusado de ser o principal envolvido com o possível esquema de desvio de combustíveis descoberto na Polícia Militar. O praça, que era lotado no Centro de Suprimento e Manutenção (CSM) da corporação, está preso desde fevereiro deste ano no Presídio Militar (Presmil) e responde pelo crime de peculato. O recurso impetrado pela defesa para revogar a prisão do réu foi julgado no Fórum Gumercindo Bessa, em audiência a portas fechadas. 
Além do juiz Edno Aldo Ribeiro Santana, titular da 6ª Vara, quatro oficiais graduados da PM participaram do julgamento como integrantes do Conselho Especial de Justiça Militar (CEJM). A revogação foi negada por três votos a dois. Não foram divulgados detalhes do julgamento, porque o processo tramita em segredo de justiça. O advogado Aloísio Vasconcelos, responsável pela defesa, anunciou que vai entrar com um novo pedido de habeas-corpus no Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), em nova tentativa de revogar o mandado de prisão preventiva. O sargento Robertson acompanhou a audiência, escoltado por soldados do Presídio Militar (Presmil). Ele chegou e saiu do fórum cobrindo a cabeça com a jaqueta do agasalho da PM. 
O militar é acusado de ser o principal executor e beneficiário dos desvios da verba destinada ao combustível das viaturas, através de abastecimentos simulados com cartões do sistema Vale Card, usado para o controle de combustível na frota de veículos do estado. O prejuízo estimado até o momento é de cerca de R$ 90 mil aos cofres da PM, mas a real extensão do esquema ainda é investigada pelo Ministério Público. A defesa do militar nega que ele tenha cometido irregularidades e que suspeita outras pessoas, inclusive de patente superior, podem estar envolvidas com o suposto esquema.