Forro de creche cai em cima de professoras

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As duas servidoras e oito crianças estavam na sala quando o acidente aconteceu
As duas servidoras e oito crianças estavam na sala quando o acidente aconteceu

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Publicada em 23/08/2018 às 07:55:00

 

Milton Alves Júnior
Duas educadoras muni
cipais tiveram que ser 
encaminhadas às pressas ao Hospital Municipal Nestor Piva (zona Norte de Aracaju), após parte do forro de gesso da Escola Municipal de Ensino Infantil (Emei) Ana Luiza Mesquita Rocha, no bairro José Conrado de Araújo (zona oeste), ter despencado por volta das 8h30 de ontem. A Secretaria Municipal de Educação (Semed) informou que, ao ser informada do acidente, mobilizou equipes da Defesa Civil a fim de isolar a área e evitar novas vítimas. As fortes chuvas podem ter contribuído para o colapso.
De acordo com a Prefeitura de Aracaju, oito crianças estavam dentro da sala de vídeo da escola, assistindo a uma atividade educativa, quando a proteção despencou e atingiu os estudantes. Ninguém ficou ferido. As funcionárias atendidas - sendo uma cuidadora e uma professora, foram encaminhadas à unidade hospitalar por apresentar alto nível de estresse. O encaminhamento ocorreu logo após as servidores terem ajudado a retirar todas as crianças do local e acionar a direção da escola. Segundo a gestão municipal, ambas foram acolhidas, medicadas e receberam alta médica horas depois. Já as crianças foram atendidas em um posto médico situado ao lado da escola. 
Mãe de um aluno, Maria do Rosário informou ao JORNAL DO DIA que estava trabalhando quando soube do acidente. "Era umas 9h30 quando recebi uma mensagem no celular dizendo que o telhado da creche tinha caído. Foi um susto tão grande que corri para a escola e ver se meu filho estava bem. Até vê-lo não conseguia diminuir a ansiedade; o medo. Fiquei mais aliviado quando soube por um funcionário que na realidade não tinha sido o teto, e sim, parte do gesso", declarou.
Sobre a análise dos problemas que resultaram no susto, o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sílvio Prado, informou que foi aberto um inquérito e em até 30 úteis será possível destacar os motivos do desabamento. O especialista destacou ainda que toda a escola passará por vistoria. "As avaliações começaram logo assim que chegamos à escola e ficou definido que todo o espaço será vistoriado como forma de garantir a integridade de todos os funcionários e de todas as crianças que lá estudam. O objetivo é evitar novos acidentes e traumas", informou.
A Semed admitiu que a estrutura física da creche deverá passar por uma reforma e que o mesmo deve acontecer com as outras unidades da rede, pois todas não passaram por nenhum reparo preventivo durante a gestão anterior da PMA. Uma licitação para as reformas nas unidades de ensino foi feita e os serviços de manutenção já estão marcados para setembro, durante as férias da rede municipal.

Duas educadoras muni cipais tiveram que ser  encaminhadas às pressas ao Hospital Municipal Nestor Piva (zona Norte de Aracaju), após parte do forro de gesso da Escola Municipal de Ensino Infantil (Emei) Ana Luiza Mesquita Rocha, no bairro José Conrado de Araújo (zona oeste), ter despencado por volta das 8h30 de ontem. A Secretaria Municipal de Educação (Semed) informou que, ao ser informada do acidente, mobilizou equipes da Defesa Civil a fim de isolar a área e evitar novas vítimas. As fortes chuvas podem ter contribuído para o colapso.
De acordo com a Prefeitura de Aracaju, oito crianças estavam dentro da sala de vídeo da escola, assistindo a uma atividade educativa, quando a proteção despencou e atingiu os estudantes. Ninguém ficou ferido. As funcionárias atendidas - sendo uma cuidadora e uma professora, foram encaminhadas à unidade hospitalar por apresentar alto nível de estresse. O encaminhamento ocorreu logo após as servidores terem ajudado a retirar todas as crianças do local e acionar a direção da escola. Segundo a gestão municipal, ambas foram acolhidas, medicadas e receberam alta médica horas depois. Já as crianças foram atendidas em um posto médico situado ao lado da escola. 
Mãe de um aluno, Maria do Rosário informou ao JORNAL DO DIA que estava trabalhando quando soube do acidente. "Era umas 9h30 quando recebi uma mensagem no celular dizendo que o telhado da creche tinha caído. Foi um susto tão grande que corri para a escola e ver se meu filho estava bem. Até vê-lo não conseguia diminuir a ansiedade; o medo. Fiquei mais aliviado quando soube por um funcionário que na realidade não tinha sido o teto, e sim, parte do gesso", declarou.
Sobre a análise dos problemas que resultaram no susto, o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sílvio Prado, informou que foi aberto um inquérito e em até 30 úteis será possível destacar os motivos do desabamento. O especialista destacou ainda que toda a escola passará por vistoria. "As avaliações começaram logo assim que chegamos à escola e ficou definido que todo o espaço será vistoriado como forma de garantir a integridade de todos os funcionários e de todas as crianças que lá estudam. O objetivo é evitar novos acidentes e traumas", informou.
A Semed admitiu que a estrutura física da creche deverá passar por uma reforma e que o mesmo deve acontecer com as outras unidades da rede, pois todas não passaram por nenhum reparo preventivo durante a gestão anterior da PMA. Uma licitação para as reformas nas unidades de ensino foi feita e os serviços de manutenção já estão marcados para setembro, durante as férias da rede municipal.