Ainda não há data para cirurgias cardíacas

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
Ainda não há data prevista para o restabelecimento das cirurgias cardíacas
Ainda não há data prevista para o restabelecimento das cirurgias cardíacas

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 24/08/2018 às 05:50:00

 

Pacientes que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS), no Estado de Sergipe, permanecem aguardando há mais de três meses por cirurgias cardiológicas realizadas pelo Hospital de Cirurgia, em Aracaju. Em decorrência da crise aguda enfrentada pelo setor financeiro da unidade, grupos fornecedores suspenderam os serviços, e profissionais da medicina, por falta de pagamento salarial, optaram por cruzar os braços. A proposta dos empresários é manter o corte do fornecimento até que os débitos em aberto sejam quitados pela direção hospitalar.
Em virtude da mudança no comando administrativo e operacional do HC - ocorrida no início deste mês resultado operação da Polícia Civil e do Ministério Público, a nova equipe administrativa do hospital segue enfrentando dificuldades para resolver a inadimplência que atinge mais de 300 pessoas as quais esperam por procedimento de ponte de safena, e implantação de válvulas. Na tentativa de reparar os problemas, o Governo do Sergipe anunciou oficialmente que R$ 3,1 milhões foram repassados esta semana. Agora, a perspectiva da Secretaria de Estado da Saúde é que a unidade hospitalar adiante a retomada dos procedimentos.
De acordo com Edgar dos Santos, marido de uma usuária do SUS que aguarda convite para ser operada, existe muito diálogo entre gestores públicos e da unidade filantrópica, mas na prática a realidade enfrentada pelos usuários é diferente. "De muito sofrimento. Desde o final de junho a gente sofre junto com esse sofrimento da minha esposa. Meus filhos ficam angustiados enquanto assistimos a continuidade dessa suspensão que mata tantos cidadãos. Precisamos de intervenção dos órgãos públicos de fiscalização", disse. A direção do HC diz que tem trabalhado para atender ao pleito dos pacientes e familiares.
Sem data - Ainda de acordo com a unidade hospitalar não existe data certa para a retomada dos serviços, e, somente após a reorganização das demandas administrativas, será possível voltar a falar sobre o assunto. Na tentativa de regularizar o sistema, outra medida adotada pelo Governo do Estado foi nomear Márcia Guimarães, diretora de sistemas da SES, para acompanhar o recebimento e a utilização dos repasses financeiros. "Queremos ações que resultem na solução imediata desse atraso. São mais de 300 pessoas aguardando, entre elas minha mãe. Estamos sofrendo com o descaso", afirmou André Araújo Filho.

Pacientes que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS), no Estado de Sergipe, permanecem aguardando há mais de três meses por cirurgias cardiológicas realizadas pelo Hospital de Cirurgia, em Aracaju. Em decorrência da crise aguda enfrentada pelo setor financeiro da unidade, grupos fornecedores suspenderam os serviços, e profissionais da medicina, por falta de pagamento salarial, optaram por cruzar os braços. A proposta dos empresários é manter o corte do fornecimento até que os débitos em aberto sejam quitados pela direção hospitalar.
Em virtude da mudança no comando administrativo e operacional do HC - ocorrida no início deste mês resultado operação da Polícia Civil e do Ministério Público, a nova equipe administrativa do hospital segue enfrentando dificuldades para resolver a inadimplência que atinge mais de 300 pessoas as quais esperam por procedimento de ponte de safena, e implantação de válvulas. Na tentativa de reparar os problemas, o Governo do Sergipe anunciou oficialmente que R$ 3,1 milhões foram repassados esta semana. Agora, a perspectiva da Secretaria de Estado da Saúde é que a unidade hospitalar adiante a retomada dos procedimentos.
De acordo com Edgar dos Santos, marido de uma usuária do SUS que aguarda convite para ser operada, existe muito diálogo entre gestores públicos e da unidade filantrópica, mas na prática a realidade enfrentada pelos usuários é diferente. "De muito sofrimento. Desde o final de junho a gente sofre junto com esse sofrimento da minha esposa. Meus filhos ficam angustiados enquanto assistimos a continuidade dessa suspensão que mata tantos cidadãos. Precisamos de intervenção dos órgãos públicos de fiscalização", disse. A direção do HC diz que tem trabalhado para atender ao pleito dos pacientes e familiares.

Sem data - Ainda de acordo com a unidade hospitalar não existe data certa para a retomada dos serviços, e, somente após a reorganização das demandas administrativas, será possível voltar a falar sobre o assunto. Na tentativa de regularizar o sistema, outra medida adotada pelo Governo do Estado foi nomear Márcia Guimarães, diretora de sistemas da SES, para acompanhar o recebimento e a utilização dos repasses financeiros. "Queremos ações que resultem na solução imediata desse atraso. São mais de 300 pessoas aguardando, entre elas minha mãe. Estamos sofrendo com o descaso", afirmou André Araújo Filho.