Jornada Técnica teve aulas práticas

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A 3ª Jornada Técnica de Arbitragem de Futebol, teve aula prática na Arena Batistão, com as presenças de ex-árbitros
A 3ª Jornada Técnica de Arbitragem de Futebol, teve aula prática na Arena Batistão, com as presenças de ex-árbitros

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Publicada em 25/08/2018 às 07:25:00

 

Depois das aulas te
óricas na quinta-
feira, a 3ª. Jornada Técnica da Escola de Árbitros Sergio Correa, teve sequência nos dois expedientes desta sexta-feira 24, com aulas práticas na Arena Batistão. O instrutor CBF Marcelo Rogério, pode tirar suas conclusões e avaliar os alunos que colocaram em prática, tudo o que foi ministrado nas aulas teóricas.
Marcelo Rogerio falou sobre metodologias, conceitos de impedimento, regra 11, regra 12, faltas táticas. "Falamos ainda sobre a natureza das faltas, os conceitos e logo após passamos vídeos, exemplificando cada situação dentro das quatro linhas. Assim fica mais fácil para o aluno memorizar e não fica uma aula cansativa, só de palavras", comentou o instrutor.
Sobre a parte prática, Marcelo Rogério disse que foram criadas várias situações e simulações, como contato visual, concentração, parte física, tomadas de decisões, erros de árbitros. Assistentes corrigindo, erros de árbitro central, árbitro central corrigindo erro de assistentes. "No período da tarde, trabalhamos a fala e o posicionamento dos árbitros assistentes e adicionais e situações de área. O que seria dentro ou fora. Situações de conflitos e erros de posicionamento", disse Marcelo Rogério.
Sobre o aproveitamento, o instrutor disse que a expectativa de aproveitamento foi muito boa, pois encontrou alunos com uma experiência além do que era esperado. "Todos eles estão em um estágio muito bom. A perspectiva de colher bons frutos com esses futuros árbitros é muito grande. Pois todos eles demonstraram competência e vontade de aprender"", concluiu o instrutor.
No intervalo das aulas práticas na Arena Batistão, duas presenças de destaques. Duas lendas da arbitragem sergipana foram dar uma palavra de incentivo aos futuros árbitros. Os ex-árbitros Sidrack Marinho e Antônio Hora Filho, contaram fatos de suas vidas como árbitros de futebol, transmitiram para os futuros árbitros, um pouco das suas experiências dentro das quatro linhas. 
Os dois lembraram que no seu tempo, as coisas eram diferentes. Era muito mais difícil de arbitrar. "Hoje os árbitros contam com recursos técnicos, que não existiam no nosso tempo. Naquela época era tudo no olho, tínhamos frações de segundo para decidir um lance, muita das vezes polêmicos", lembrou Sidrack Marinho. 
O ex-árbitro Antônio Hora Filho, hoje gestor esportivo, secretário estadual de esporte, falou da satisfação de poder passar um pouco da sua experiência para os futuros árbitros.
- Essa Jornada é uma boa oportunidade para os futuros árbitros ganhar experiência apreendendo um pouco mais. Como a turma recebe o meu nome, uma homenagem do presidente Ivaney, fiz questão de vir aqui falar um pouco para esses futuros árbitros. Não se trata de uma palestra. Porém um momento de dar algumas palavras, contar algumas histórias. Foi mais uma resenha de "boleiros" do apito - falou o ex-árbitro Antônio Hora.

Depois das aulas te óricas na quinta- feira, a 3ª. Jornada Técnica da Escola de Árbitros Sergio Correa, teve sequência nos dois expedientes desta sexta-feira 24, com aulas práticas na Arena Batistão. O instrutor CBF Marcelo Rogério, pode tirar suas conclusões e avaliar os alunos que colocaram em prática, tudo o que foi ministrado nas aulas teóricas.
Marcelo Rogerio falou sobre metodologias, conceitos de impedimento, regra 11, regra 12, faltas táticas. "Falamos ainda sobre a natureza das faltas, os conceitos e logo após passamos vídeos, exemplificando cada situação dentro das quatro linhas. Assim fica mais fácil para o aluno memorizar e não fica uma aula cansativa, só de palavras", comentou o instrutor.
Sobre a parte prática, Marcelo Rogério disse que foram criadas várias situações e simulações, como contato visual, concentração, parte física, tomadas de decisões, erros de árbitros. Assistentes corrigindo, erros de árbitro central, árbitro central corrigindo erro de assistentes. "No período da tarde, trabalhamos a fala e o posicionamento dos árbitros assistentes e adicionais e situações de área. O que seria dentro ou fora. Situações de conflitos e erros de posicionamento", disse Marcelo Rogério.
Sobre o aproveitamento, o instrutor disse que a expectativa de aproveitamento foi muito boa, pois encontrou alunos com uma experiência além do que era esperado. "Todos eles estão em um estágio muito bom. A perspectiva de colher bons frutos com esses futuros árbitros é muito grande. Pois todos eles demonstraram competência e vontade de aprender"", concluiu o instrutor.
No intervalo das aulas práticas na Arena Batistão, duas presenças de destaques. Duas lendas da arbitragem sergipana foram dar uma palavra de incentivo aos futuros árbitros. Os ex-árbitros Sidrack Marinho e Antônio Hora Filho, contaram fatos de suas vidas como árbitros de futebol, transmitiram para os futuros árbitros, um pouco das suas experiências dentro das quatro linhas. 
Os dois lembraram que no seu tempo, as coisas eram diferentes. Era muito mais difícil de arbitrar. "Hoje os árbitros contam com recursos técnicos, que não existiam no nosso tempo. Naquela época era tudo no olho, tínhamos frações de segundo para decidir um lance, muita das vezes polêmicos", lembrou Sidrack Marinho. 
O ex-árbitro Antônio Hora Filho, hoje gestor esportivo, secretário estadual de esporte, falou da satisfação de poder passar um pouco da sua experiência para os futuros árbitros.
- Essa Jornada é uma boa oportunidade para os futuros árbitros ganhar experiência apreendendo um pouco mais. Como a turma recebe o meu nome, uma homenagem do presidente Ivaney, fiz questão de vir aqui falar um pouco para esses futuros árbitros. Não se trata de uma palestra. Porém um momento de dar algumas palavras, contar algumas histórias. Foi mais uma resenha de "boleiros" do apito - falou o ex-árbitro Antônio Hora.