Instituições discutem regularização das queijarias do Alto Sertão

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Publicada em 25/08/2018 às 07:46:00

 

A regularização das 
queijarias do Alto 
Sertão sergipano foi tema de um seminário que reuniu, em Nossa Senhora da Glória, representantes do Ministério Público Estadual (MPE), Sebrae, Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) e Banco do Estado de Sergipe (Banese).  O evento teve como objetivo alertar os pequenos empresários sobre a necessidade de adequação dos espaços ás normas sanitárias e apresentar as alternativas desenvolvidas pelas entidades para solucionar o problema.
O assunto vem sendo tema de discussões desde 2015, quando o MPE recomendou a regularização ambiental, econômica e sanitária e a formalização da agroindústria leiteira de pequeno porte no estado de Sergipe. Somente no Alto Sertão, de acordo com estudos da Emdagro, existem mais de 800 queijarias em funcionamento, a maior parte delas atuando na clandestinidade, sem registro de inspeção e sem atender as boas práticas de produção.
Buscando ajudar a resolver o problema, o Governo do Estado aprovou em abril desse ano uma resolução que facilita a concessão do licenciamento ambiental simplificado, beneficiando as queijarias que processam até dois mil litros de leite/dia, com até 250 metros quadrados e que tenham o soro aproveitado para alimentação animal ou em produtos derivados.
 "Porém, a obtenção da licença ambiental é apenas uma das exigências para a regularização sanitária dos estabelecimentos. A legislação determina ainda que todas as agroindústrias leiteiras devem possuir registro nos Serviços de Inspeção Federal (SIF), Estadual (SIE) e Municipal (SIM) para poder comercializar seus produtos", explica a médica veterinária da Emdagro, Izildinha Dantas.

A regularização das  queijarias do Alto  Sertão sergipano foi tema de um seminário que reuniu, em Nossa Senhora da Glória, representantes do Ministério Público Estadual (MPE), Sebrae, Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) e Banco do Estado de Sergipe (Banese).  O evento teve como objetivo alertar os pequenos empresários sobre a necessidade de adequação dos espaços ás normas sanitárias e apresentar as alternativas desenvolvidas pelas entidades para solucionar o problema.
O assunto vem sendo tema de discussões desde 2015, quando o MPE recomendou a regularização ambiental, econômica e sanitária e a formalização da agroindústria leiteira de pequeno porte no estado de Sergipe. Somente no Alto Sertão, de acordo com estudos da Emdagro, existem mais de 800 queijarias em funcionamento, a maior parte delas atuando na clandestinidade, sem registro de inspeção e sem atender as boas práticas de produção.
Buscando ajudar a resolver o problema, o Governo do Estado aprovou em abril desse ano uma resolução que facilita a concessão do licenciamento ambiental simplificado, beneficiando as queijarias que processam até dois mil litros de leite/dia, com até 250 metros quadrados e que tenham o soro aproveitado para alimentação animal ou em produtos derivados.
 "Porém, a obtenção da licença ambiental é apenas uma das exigências para a regularização sanitária dos estabelecimentos. A legislação determina ainda que todas as agroindústrias leiteiras devem possuir registro nos Serviços de Inspeção Federal (SIF), Estadual (SIE) e Municipal (SIM) para poder comercializar seus produtos", explica a médica veterinária da Emdagro, Izildinha Dantas.