Sergipe registra saldo negativo de empregos no mês de julho de 2018

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Publicada em 28/08/2018 às 07:29:00

 

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), indicou que, no sétimo mês do ano, houve saldo negativo de 302 empregos formais no estado. O saldo é fruto da diferença entre admissões (6.617) e desligamentos (6.919), no período.
No mês de julho do ano corrente, o setor de Serviços Industriais de Utilidade Pública (grupo que inclui as empresas responsáveis pela distribuição de serviços essenciais, como água e energia elétrica) apresentou o melhor resultado, com a criação de 172 novos empregos. O bom desempenho deste setor está ligado à Coleta de Resíduos Não-Perigosos, que gerou 131 novos postos de trabalho.
O setor da Construção Civil registrou saldo positivo, o sétimo consecutivo, com a criação de 86 novos empregos, principalmente na Construção de Rodovias e Ferrovias e Montagem de estruturas metálicas, que geraram 45 e 41 novas vagas, respectivamente. A Agropecuária também apresentou saldo de 86 novos postos de trabalho, sendo que o principal gerador está ligado ao Cultivo de cana-de-açúcar, que criou 94 novos empregos.
Os demais setores registraram saldos negativos, o pior resultado foi observado no setor de Serviços, com a redução de 270 postos de trabalho, principalmente os ligados as atividades de Fornecimento e Gestão de Recursos Humanos para Terceiros (-192) e  Limpeza em prédios e em domicílios (-173).
Na indústria de transformação o saldo de empregos também ficou negativo, com a retração de 237 postos de trabalho, principalmente na Fabricação de calçados de couro, que contabilizou a redução de 89 postos de trabalho no mês em análise. Já, a Extrativa Mineral, registrou redução de 73 empregos, o Comércio contabilizou saldo negativo de 56 postos de trabalho e dez vagas a menos foram contabilizadas no Setor de Administração Pública.

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), indicou que, no sétimo mês do ano, houve saldo negativo de 302 empregos formais no estado. O saldo é fruto da diferença entre admissões (6.617) e desligamentos (6.919), no período.
No mês de julho do ano corrente, o setor de Serviços Industriais de Utilidade Pública (grupo que inclui as empresas responsáveis pela distribuição de serviços essenciais, como água e energia elétrica) apresentou o melhor resultado, com a criação de 172 novos empregos. O bom desempenho deste setor está ligado à Coleta de Resíduos Não-Perigosos, que gerou 131 novos postos de trabalho.
O setor da Construção Civil registrou saldo positivo, o sétimo consecutivo, com a criação de 86 novos empregos, principalmente na Construção de Rodovias e Ferrovias e Montagem de estruturas metálicas, que geraram 45 e 41 novas vagas, respectivamente. A Agropecuária também apresentou saldo de 86 novos postos de trabalho, sendo que o principal gerador está ligado ao Cultivo de cana-de-açúcar, que criou 94 novos empregos.
Os demais setores registraram saldos negativos, o pior resultado foi observado no setor de Serviços, com a redução de 270 postos de trabalho, principalmente os ligados as atividades de Fornecimento e Gestão de Recursos Humanos para Terceiros (-192) e  Limpeza em prédios e em domicílios (-173).
Na indústria de transformação o saldo de empregos também ficou negativo, com a retração de 237 postos de trabalho, principalmente na Fabricação de calçados de couro, que contabilizou a redução de 89 postos de trabalho no mês em análise. Já, a Extrativa Mineral, registrou redução de 73 empregos, o Comércio contabilizou saldo negativo de 56 postos de trabalho e dez vagas a menos foram contabilizadas no Setor de Administração Pública.