Saneamento é prioridade para Jackson Barreto

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Publicada em 28/08/2018 às 07:43:00

 

Com cobertura de rede de esgoto em 85% de seu território, Aracaju pouco lembra a capital da década de 90 com poucas vias de escoamento de águas pluviais. As obras de revestimento de canais realizadas quando Jackson Barreto foi prefeito da cidade adquiriram amplitude. À frente do governo do Estado, ele investiu na reestruturação da rede sanitária da Grande Aracaju o montante de R$ 621.981.656,41, beneficiando mais de 1 milhão de habitantes.
Com a execução dos serviços previstos de esgotamento sanitário no bairro Jabotiana e na Zona Norte da cidade, mais  211 mil pessoas terão acesso direto à rede pública de coleta e tratamento de esgoto sanitário.
Quando assumiu a prefeitura, primeiro em 85 e depois em 93, Jackson encontrou a região periférica da capital recortada por valetas. Em menos de quatro anos, o então prefeito revestiu mais de 10 canais, urbanizando uma das regiões mais carentes da cidade ao tempo que investia na saúde da população, evitando a contaminação e proliferação de doenças infecciosas como diarreia e esquistossomose.
 "Quando assumimos a prefeitura, fizemos diversas obras estruturantes. Construímos escolas, centros de Saúde, creches, calçamos dezenas de ruas e fizemos o revestimento de canais. É um legado imenso. A maior obra de revestimento de canais de Aracaju foi feita na minha gestão como prefeito. Começamos com o canal do bairro América, na avenida Brasil, e fizemos também canal do bairro Brasília, do bairro Industrial, do Almirante Tamandaré, do Santos Dumont, o canal da Rua Amapá no Siqueira, da avenida Maranhão entre outros. No governo do Estado, seguimos a mesma linha de investimentos e ampliamos a rede de abastecimento e esgotamento da capital e do interior. Levamos água para povoados que nunca tiveram acesso a água. Isso é compromisso com o povo", afirma Jackson.
No interior, quando governador, Jackson investiu na ampliação da rede de esgotamento e abastecimento de água de diversos municípios, a exemplo de Itabaianinha, Itabaiana, Lagarto, Nossa Senhora das Dores, Tomar do Geru.
Em Itabaianinha, o senhor José Araújo do Nascimento conta um pouco da rotina de quem passou boa parte da vida sem acesso ao serviço básico de água.  A realidade dele e de mais 40.821pessoas mudou após a implantação do sistema de abastecimento de água. A obra, orçada em R$ 69 milhões, também beneficia Umbaúba e Tomar do Geru.
 "Já chegamos a percorrer até duas léguas [12 km] em busca de água para nós e para os animais. Era um grande sofrimento. Até bem pouco tempo, era costume passar até 15 dias sem água por aqui, e quando ela chegava por algumas horas, era motivo de comemoração. Hoje, nós estamos no "céu", é só abrir a torneirinha que ela cai a qualquer hora do dia e até nos finais de semana", disse.
Em Itabaiana, a gestão de JB estregou a primeira etapa da obra de esgotamento sanitário do município, que  compreendeu a interligação das redes coletoras existentes, a montagem de uma Estação Elevatória, a implantação de Emissários por Recalque e a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). Um investimento total de R$ 23,5 milhões. A segunda etapa consistirá na ampliação e interligação da rede de esgoto existente e integração à ETE. Com o projeto, 70% do esgoto de Itabaiana será tratado.
Já em Lagarto, são R$ 95.930.000 que estão sendo investidos em esgotamento sanitário. As obras compreendem a construção de nove estações elevatórias, uma estação de tratamento de esgoto com vazão média de 74,34 litros por segundo e uma rede coletora com extensão de 104 mil metros.

Com cobertura de rede de esgoto em 85% de seu território, Aracaju pouco lembra a capital da década de 90 com poucas vias de escoamento de águas pluviais. As obras de revestimento de canais realizadas quando Jackson Barreto foi prefeito da cidade adquiriram amplitude. À frente do governo do Estado, ele investiu na reestruturação da rede sanitária da Grande Aracaju o montante de R$ 621.981.656,41, beneficiando mais de 1 milhão de habitantes.
Com a execução dos serviços previstos de esgotamento sanitário no bairro Jabotiana e na Zona Norte da cidade, mais  211 mil pessoas terão acesso direto à rede pública de coleta e tratamento de esgoto sanitário.
Quando assumiu a prefeitura, primeiro em 85 e depois em 93, Jackson encontrou a região periférica da capital recortada por valetas. Em menos de quatro anos, o então prefeito revestiu mais de 10 canais, urbanizando uma das regiões mais carentes da cidade ao tempo que investia na saúde da população, evitando a contaminação e proliferação de doenças infecciosas como diarreia e esquistossomose.
 "Quando assumimos a prefeitura, fizemos diversas obras estruturantes. Construímos escolas, centros de Saúde, creches, calçamos dezenas de ruas e fizemos o revestimento de canais. É um legado imenso. A maior obra de revestimento de canais de Aracaju foi feita na minha gestão como prefeito. Começamos com o canal do bairro América, na avenida Brasil, e fizemos também canal do bairro Brasília, do bairro Industrial, do Almirante Tamandaré, do Santos Dumont, o canal da Rua Amapá no Siqueira, da avenida Maranhão entre outros. No governo do Estado, seguimos a mesma linha de investimentos e ampliamos a rede de abastecimento e esgotamento da capital e do interior. Levamos água para povoados que nunca tiveram acesso a água. Isso é compromisso com o povo", afirma Jackson.
No interior, quando governador, Jackson investiu na ampliação da rede de esgotamento e abastecimento de água de diversos municípios, a exemplo de Itabaianinha, Itabaiana, Lagarto, Nossa Senhora das Dores, Tomar do Geru.
Em Itabaianinha, o senhor José Araújo do Nascimento conta um pouco da rotina de quem passou boa parte da vida sem acesso ao serviço básico de água.  A realidade dele e de mais 40.821pessoas mudou após a implantação do sistema de abastecimento de água. A obra, orçada em R$ 69 milhões, também beneficia Umbaúba e Tomar do Geru.
 "Já chegamos a percorrer até duas léguas [12 km] em busca de água para nós e para os animais. Era um grande sofrimento. Até bem pouco tempo, era costume passar até 15 dias sem água por aqui, e quando ela chegava por algumas horas, era motivo de comemoração. Hoje, nós estamos no "céu", é só abrir a torneirinha que ela cai a qualquer hora do dia e até nos finais de semana", disse.
Em Itabaiana, a gestão de JB estregou a primeira etapa da obra de esgotamento sanitário do município, que  compreendeu a interligação das redes coletoras existentes, a montagem de uma Estação Elevatória, a implantação de Emissários por Recalque e a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). Um investimento total de R$ 23,5 milhões. A segunda etapa consistirá na ampliação e interligação da rede de esgoto existente e integração à ETE. Com o projeto, 70% do esgoto de Itabaiana será tratado.
Já em Lagarto, são R$ 95.930.000 que estão sendo investidos em esgotamento sanitário. As obras compreendem a construção de nove estações elevatórias, uma estação de tratamento de esgoto com vazão média de 74,34 litros por segundo e uma rede coletora com extensão de 104 mil metros.