Imbuaça em praça pública

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Espetáculo evoca momentos importantes na história do Imbuaça
Espetáculo evoca momentos importantes na história do Imbuaça

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Publicada em 29/08/2018 às 23:01:00

 

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
O Imbuaça é referên-
cia para todo mun-
do que faz teatro em Sergipe. Boa parte da turma que ganha a vida com caras e bocas, nos palcos e nas ruas de Aracaju, deve o primeiro contato com a arte dramática aos guerreiros sediados nas alturas do bairro Santo Antônio. Perguntem a Isabel Santos, diva pé no chão, aos sonhadores do grupo Boca de Cena. Todos os grandes em atividade na aldeia reconhecem de pronto o papel fundamental exercido pelo Imbuaça na sua formação pessoal e, sobretudo, na ideia de uma sensibilidade Serigy.
Todos os aplausos do mundo ainda são poucos. Excelência, resiliência e longevidade garantiram ao Imbuaça o respeitável título de mais antigo grupo dedicado ao teatro de rua em atividade no País, um feito para mais ninguém. Esta semana, depois de celebrar 41 anos entre quatro paredes, na sede do grupo, a trupe volta à carga com a promoção do projeto Aldeia Sesc de Artes, dessa vez em seu habitat natural, a praça pública.
'Mar de fitas, nau de ilusão', cuja concepção e direção têm a assinatura de Iradilson Bispo, foi concebido a partir das canções integradas à dramaturgia do grupo, evocando momentos importantes na história do Imbuaça. A direção musical é de Humberto Barreto. O elenco é composto por Carlos Wilker, Humberto Barreto, Iradilson Bispo, Lidhiane Lima, Lindolfo Amaral, Manoel Cerqueira, Priscila Caprice, Rosi Moura e Sandi Soares. A cenotécnica está a cargo de Rogers Nascimento.
Imbuaça - O grupo Imbuaça, fundado em 1977, pelos atores Antonio do Amaral, Cícero Alberto, Francisco Carlos, José Amaral, Lindolfo Amaral Maria das Dores, Maurelina, Pierre Feitosa e Virgínia Lúcia, é fruta das oficinas realizadas na Escola Normal, em julho daquele ano, com os Diretores pernambucanos Lúcio Lombarde, Gilson Oliveira e José Francisco. A trupe dedicou-se a pesquisa de linguagem inspirada nas manifestações populares, cuja dramaturgia tem como base a Literatura de Cordel e a rua, seu espaço cênico.  
Ao longo dos seus 41 anos de atividades o Imbuaça montou 32 textos, participou de quase todos os Festivais de Teatro do país, esteve 3 vezes em Portugal, excursionando em 18 cidades, representou o Brasil em eventos internacionais realizados em Cuba, México e Equador, além de ministrar oficinas de teatro de rua em todas as regiões brasileiras. É o grupo de teatro de rua mais antigo do país e influenciou o surgimento de outros Coletivos a exemplo dos grupos "Alegria, Alegria", "Quem tem boca é pra gritar, "Joana Gajuru", das cidades de Natal, João Pessoa e Maceió, respectivamente.
Mar de fitas, nau de ilusão:
Sexta-feira, às 17 horas, na Praça General Valadão. 

O Imbuaça é referên- cia para todo mun- do que faz teatro em Sergipe. Boa parte da turma que ganha a vida com caras e bocas, nos palcos e nas ruas de Aracaju, deve o primeiro contato com a arte dramática aos guerreiros sediados nas alturas do bairro Santo Antônio. Perguntem a Isabel Santos, diva pé no chão, aos sonhadores do grupo Boca de Cena. Todos os grandes em atividade na aldeia reconhecem de pronto o papel fundamental exercido pelo Imbuaça na sua formação pessoal e, sobretudo, na ideia de uma sensibilidade Serigy.
Todos os aplausos do mundo ainda são poucos. Excelência, resiliência e longevidade garantiram ao Imbuaça o respeitável título de mais antigo grupo dedicado ao teatro de rua em atividade no País, um feito para mais ninguém. Esta semana, depois de celebrar 41 anos entre quatro paredes, na sede do grupo, a trupe volta à carga com a promoção do projeto Aldeia Sesc de Artes, dessa vez em seu habitat natural, a praça pública.
'Mar de fitas, nau de ilusão', cuja concepção e direção têm a assinatura de Iradilson Bispo, foi concebido a partir das canções integradas à dramaturgia do grupo, evocando momentos importantes na história do Imbuaça. A direção musical é de Humberto Barreto. O elenco é composto por Carlos Wilker, Humberto Barreto, Iradilson Bispo, Lidhiane Lima, Lindolfo Amaral, Manoel Cerqueira, Priscila Caprice, Rosi Moura e Sandi Soares. A cenotécnica está a cargo de Rogers Nascimento.

Imbuaça - O grupo Imbuaça, fundado em 1977, pelos atores Antonio do Amaral, Cícero Alberto, Francisco Carlos, José Amaral, Lindolfo Amaral Maria das Dores, Maurelina, Pierre Feitosa e Virgínia Lúcia, é fruta das oficinas realizadas na Escola Normal, em julho daquele ano, com os Diretores pernambucanos Lúcio Lombarde, Gilson Oliveira e José Francisco. A trupe dedicou-se a pesquisa de linguagem inspirada nas manifestações populares, cuja dramaturgia tem como base a Literatura de Cordel e a rua, seu espaço cênico.  
Ao longo dos seus 41 anos de atividades o Imbuaça montou 32 textos, participou de quase todos os Festivais de Teatro do país, esteve 3 vezes em Portugal, excursionando em 18 cidades, representou o Brasil em eventos internacionais realizados em Cuba, México e Equador, além de ministrar oficinas de teatro de rua em todas as regiões brasileiras. É o grupo de teatro de rua mais antigo do país e influenciou o surgimento de outros Coletivos a exemplo dos grupos "Alegria, Alegria", "Quem tem boca é pra gritar, "Joana Gajuru", das cidades de Natal, João Pessoa e Maceió, respectivamente.
Mar de fitas, nau de ilusão:
Sexta-feira, às 17 horas, na Praça General Valadão.