Seminário promovido por João Daniel encaminha ações para mandiocultores

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
O deputado João Daniel falou para centenas de agricultores dos municípios de Lafarto, São Domingos, Campo do Brito e Macambira
O deputado João Daniel falou para centenas de agricultores dos municípios de Lafarto, São Domingos, Campo do Brito e Macambira

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 31/08/2018 às 07:17:00

 

Cerca de 500 agricul
tores produtores de 
mandioca e donos de casas de farinha da agricultura familiar dos municípios de Lagarto, São Domingos, Campo do Brito e Macambira participaram do seminário realizado na manhã de ontem, dia 31, no auditório do Instituto Federal de Sergipe (IFS), Campus Lagarto. O evento foi promovido pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, através de requerimento apresentado pelo deputado federal João Daniel (PT). 
Com a presença de representantes de vários órgãos públicos, os mandiocultores puderam apresentar os problemas que vêm enfrentando com a fiscalização e até notificações para que regularizem a situação das pessoas que trabalham na produção de farinha.
O deputado João Daniel ressaltou que essa audiência foi um momento muito importante para ouvir as demandas desses agricultores quanto às questões relacionadas às fiscalizações trabalhistas. "Eles nos solicitaram apoio quanto a essa questão e juntos com as Secretarias de Agricultura do Estado e desses municípios e com os demais órgãos vamos buscar uma solução. Isso é fundamental. A produção de mandioca e da farinha para a cultura, para a alimentação e para o estado de Sergipe tem uma importância significativa", ressaltou.
Representando os mandiocultores, durante o seminário Marcelo de Santana Fraga relatou as dificuldades que eles têm vivido. Segundo ele, as casas de farinha de agricultores familiares não têm condição de regularizar como empregados aqueles que trabalham no beneficiamento da mandioca até a produção da farinha. "Não temos condições de atender as notificações do Ministério do Trabalho", declarou. Isso porque, além de ser uma produção sazonal, são agricultores que trabalham junto com os outros agricultores. Além disso, ao assinar a carteira esses trabalhadores rurais perderiam o direito à aposentadoria especial que os agricultores têm. "Nós acreditamos nesse debate e agradeço a presença de todos que acreditaram que através dessa mobilização podemos encontrar uma solução", completou.

Cerca de 500 agricul tores produtores de  mandioca e donos de casas de farinha da agricultura familiar dos municípios de Lagarto, São Domingos, Campo do Brito e Macambira participaram do seminário realizado na manhã de ontem, dia 31, no auditório do Instituto Federal de Sergipe (IFS), Campus Lagarto. O evento foi promovido pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, através de requerimento apresentado pelo deputado federal João Daniel (PT). 
Com a presença de representantes de vários órgãos públicos, os mandiocultores puderam apresentar os problemas que vêm enfrentando com a fiscalização e até notificações para que regularizem a situação das pessoas que trabalham na produção de farinha.
O deputado João Daniel ressaltou que essa audiência foi um momento muito importante para ouvir as demandas desses agricultores quanto às questões relacionadas às fiscalizações trabalhistas. "Eles nos solicitaram apoio quanto a essa questão e juntos com as Secretarias de Agricultura do Estado e desses municípios e com os demais órgãos vamos buscar uma solução. Isso é fundamental. A produção de mandioca e da farinha para a cultura, para a alimentação e para o estado de Sergipe tem uma importância significativa", ressaltou.
Representando os mandiocultores, durante o seminário Marcelo de Santana Fraga relatou as dificuldades que eles têm vivido. Segundo ele, as casas de farinha de agricultores familiares não têm condição de regularizar como empregados aqueles que trabalham no beneficiamento da mandioca até a produção da farinha. "Não temos condições de atender as notificações do Ministério do Trabalho", declarou. Isso porque, além de ser uma produção sazonal, são agricultores que trabalham junto com os outros agricultores. Além disso, ao assinar a carteira esses trabalhadores rurais perderiam o direito à aposentadoria especial que os agricultores têm. "Nós acreditamos nesse debate e agradeço a presença de todos que acreditaram que através dessa mobilização podemos encontrar uma solução", completou.