Polícia confirma que mãe cegou crianças em Itabaiana

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Publicada em 31/08/2018 às 07:23:00

 

Gabriel Damásio
A delegada Josefa Va-
léria Nascimento, do 
núcleo do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV) em Itabaiana (Agreste), confirmou ontem que as três crianças vítimas de uma enfermidade incurável provocada pela própria mãe foram cegadas, isto é, podem ter recebido a aplicação de substâncias que provocaram a perda da visão. A mulher, que tem 29 anos, está presa preventivamente e deve ser encaminhada hoje para o Presídio Feminino de Nossa Senhora do Socorro. Já as crianças, que têm entre 13 anos e nove meses de idade, tiveram a guarda provisória concedida a parentes. 
O caso é apurado em um inquérito policial, a partir de informações repassadas há um ano ao Conselho Tutelar do Município por médicos que atenderam uma das crianças no Hospital Regional Pedro Garcia Moreno, na cidade serrana, e no Hospital Universitário (HU), em Aracaju. Eles não conseguiram identificar a causa da perda da visão na criança e pediram que a situação fosse verificada. Ficou constatado que o mesmo problema foi apresentado nos outros dois filhos da acusada, apesar de possuírem pais diferentes e não apresentarem casos parecidos na família. 
Segundo a delegada, laudos médicos serão realizados para tentar identificar que tipo de substância foi colocada para provocar a cegueira e se esta foi mesmo a causa do problema, que já é considerado irreversível. Alguns desses laudos já foram obtidos pela polícia, comprovando que as lesões provocadas nas crianças são graves e incuráveis. Tudo leva a crer que essas crianças fizeram uso de medicamentos comprados pela mãe. Ela alega que precisava comprar esses medicamentos, mas não dispunha de nenhuma receita médica", disse ela, confirmando que, ultimamente, eram adquiridos dois medicamentos diários. 
A principal suspeita da polícia é de que a doença teria sido causada de propósito para que a mãe recebesse benefícios previdenciários do INSS. Esta pensão já é paga ao menino de 12 anos e a acusada já tinha dado entrada no instituto para receber o beneficio para a filha de sete anos. A jovem nega as acusações, mas pode ser indiciada pelo crime de lesão corporal gravíssima. 

A delegada Josefa Va- léria Nascimento, do  núcleo do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV) em Itabaiana (Agreste), confirmou ontem que as três crianças vítimas de uma enfermidade incurável provocada pela própria mãe foram cegadas, isto é, podem ter recebido a aplicação de substâncias que provocaram a perda da visão. A mulher, que tem 29 anos, está presa preventivamente e deve ser encaminhada hoje para o Presídio Feminino de Nossa Senhora do Socorro. Já as crianças, que têm entre 13 anos e nove meses de idade, tiveram a guarda provisória concedida a parentes. 
O caso é apurado em um inquérito policial, a partir de informações repassadas há um ano ao Conselho Tutelar do Município por médicos que atenderam uma das crianças no Hospital Regional Pedro Garcia Moreno, na cidade serrana, e no Hospital Universitário (HU), em Aracaju. Eles não conseguiram identificar a causa da perda da visão na criança e pediram que a situação fosse verificada. Ficou constatado que o mesmo problema foi apresentado nos outros dois filhos da acusada, apesar de possuírem pais diferentes e não apresentarem casos parecidos na família. 
Segundo a delegada, laudos médicos serão realizados para tentar identificar que tipo de substância foi colocada para provocar a cegueira e se esta foi mesmo a causa do problema, que já é considerado irreversível. Alguns desses laudos já foram obtidos pela polícia, comprovando que as lesões provocadas nas crianças são graves e incuráveis. Tudo leva a crer que essas crianças fizeram uso de medicamentos comprados pela mãe. Ela alega que precisava comprar esses medicamentos, mas não dispunha de nenhuma receita médica", disse ela, confirmando que, ultimamente, eram adquiridos dois medicamentos diários. 
A principal suspeita da polícia é de que a doença teria sido causada de propósito para que a mãe recebesse benefícios previdenciários do INSS. Esta pensão já é paga ao menino de 12 anos e a acusada já tinha dado entrada no instituto para receber o beneficio para a filha de sete anos. A jovem nega as acusações, mas pode ser indiciada pelo crime de lesão corporal gravíssima.