Funcionários de terceirizada da Emsurb continuam em greve

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Manifestação dos garis em Aracaju: prefeitura garante que não atrasou pagamento a BTS
Manifestação dos garis em Aracaju: prefeitura garante que não atrasou pagamento a BTS

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Publicada em 01/09/2018 às 07:51:00

 

Pelo segundo dia consecutivo dezenas de funcionário da empresa BTS Ambiental se mobilizaram na capital sergipana a fim de protestar contra sucessivos atrasos salariais, demora no repasse de vale alimentação e transporte, bem como a não quitação de direitos trabalhistas destinados a servidores em gozo de férias. De acordo com a direção do Sindicato dos Trabalhadores da Limpeza Pública e Comercial do Estado de Sergipe (Sindilimp), a perspectiva dos agentes de limpeza é que os serviços de jardinagem, urbanização e limpeza de vias públicas permaneçam parcialmente indisponíveis até que os impasses sejam solucionadas.
Responsável por coordenar e contratar a BTS Ambiental, a Prefeitura de Aracaju, através da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), na tarde de ontem voltou a destacar que não existem atrasos financeiros entre a gestão pública e o grupo terceirizado. Sendo assim, a administração solicita junto ao setor empresarial que busquem de imediato minimizar os conflitos internos que, conforme destacado pela PMA, começa a gerar problemas na cidade. Ainda segundo a Emsurb, é necessário que os impasses sejam resolvidos entre a empresa e os funcionários; caso as desavenças permaneçam, a prefeitura pretende adotar ações judiciais a partir dos próximos dias.
Para o diretor sindical Diego Santos, é preciso que a Prefeitura de Aracaju e a BTS Ambiental se reúnam e transpareçam para os funcionários quem realmente está falando a verdade. Esse pleito ocorre em virtude de a classe trabalhadora ter sido informada que os problemas financeiros sentidos por todos apenas está presente ao longo dos últimos meses por falta de quitação de débitos contratuais. A empresa alega que sem dinheiro em caixa fica difícil manter os compromissos com os profissionais conforme orienta a legislação trabalhista. O Sindilimp solicita ainda que o prefeito Edvaldo Nogueira receba uma comissão formada por agentes de limpeza.
"Na última quinta-feira nós estivemos na sede administrativa da Prefeitura, mas o prefeito sequer apareceu na porta, mesmo que de longe, para ouvir o que desejamos conversar. Espero que na próxima semana o nosso grupo seja recebido é que possamos resolver esses problemas que geram tantos contratempos para inúmeras famílias. Já que a prefeitura diz não ter prestações atrasadas, então que transpareça as planícies", destacou Diego Santos. A mobilização de ontem ocorreu no estacionamento dos mercados centrais de Aracaju. Sobre o andamento dos atos públicos o sindicalista concluiu avisando:
"Caso os nossos pedidos não sejam atendidos, a BTS Ambiental continue arrasando salários e deixando de repassar os demais direitos, como também o prefeito continue sem nos atender, podem ter certeza que os agentes não irão descruzarmos braços. Se estamos mobilizador desde quinta-feira é porque a situação da paciência já ultrapassou os limites da cordialidade. Compreensão cultivada pelos funcionários, mas totalmente deixada de escanteio por parte ou dos empresários, ou da gestão pública de Aracaju. Enquanto um ou o outro é incompreensível com o lado social, muitos seguem sofrendo". O sindicato já protocolou pedido de apoio por parte do Ministério Público.

Pelo segundo dia consecutivo dezenas de funcionário da empresa BTS Ambiental se mobilizaram na capital sergipana a fim de protestar contra sucessivos atrasos salariais, demora no repasse de vale alimentação e transporte, bem como a não quitação de direitos trabalhistas destinados a servidores em gozo de férias. De acordo com a direção do Sindicato dos Trabalhadores da Limpeza Pública e Comercial do Estado de Sergipe (Sindilimp), a perspectiva dos agentes de limpeza é que os serviços de jardinagem, urbanização e limpeza de vias públicas permaneçam parcialmente indisponíveis até que os impasses sejam solucionadas.
Responsável por coordenar e contratar a BTS Ambiental, a Prefeitura de Aracaju, através da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), na tarde de ontem voltou a destacar que não existem atrasos financeiros entre a gestão pública e o grupo terceirizado. Sendo assim, a administração solicita junto ao setor empresarial que busquem de imediato minimizar os conflitos internos que, conforme destacado pela PMA, começa a gerar problemas na cidade. Ainda segundo a Emsurb, é necessário que os impasses sejam resolvidos entre a empresa e os funcionários; caso as desavenças permaneçam, a prefeitura pretende adotar ações judiciais a partir dos próximos dias.
Para o diretor sindical Diego Santos, é preciso que a Prefeitura de Aracaju e a BTS Ambiental se reúnam e transpareçam para os funcionários quem realmente está falando a verdade. Esse pleito ocorre em virtude de a classe trabalhadora ter sido informada que os problemas financeiros sentidos por todos apenas está presente ao longo dos últimos meses por falta de quitação de débitos contratuais. A empresa alega que sem dinheiro em caixa fica difícil manter os compromissos com os profissionais conforme orienta a legislação trabalhista. O Sindilimp solicita ainda que o prefeito Edvaldo Nogueira receba uma comissão formada por agentes de limpeza.
"Na última quinta-feira nós estivemos na sede administrativa da Prefeitura, mas o prefeito sequer apareceu na porta, mesmo que de longe, para ouvir o que desejamos conversar. Espero que na próxima semana o nosso grupo seja recebido é que possamos resolver esses problemas que geram tantos contratempos para inúmeras famílias. Já que a prefeitura diz não ter prestações atrasadas, então que transpareça as planícies", destacou Diego Santos. A mobilização de ontem ocorreu no estacionamento dos mercados centrais de Aracaju. Sobre o andamento dos atos públicos o sindicalista concluiu avisando:
"Caso os nossos pedidos não sejam atendidos, a BTS Ambiental continue arrasando salários e deixando de repassar os demais direitos, como também o prefeito continue sem nos atender, podem ter certeza que os agentes não irão descruzarmos braços. Se estamos mobilizador desde quinta-feira é porque a situação da paciência já ultrapassou os limites da cordialidade. Compreensão cultivada pelos funcionários, mas totalmente deixada de escanteio por parte ou dos empresários, ou da gestão pública de Aracaju. Enquanto um ou o outro é incompreensível com o lado social, muitos seguem sofrendo". O sindicato já protocolou pedido de apoio por parte do Ministério Público.