Delegadas negam ingerência em inquérito contra radialista

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Publicada em 03/09/2018 às 23:04:00

 

A Polícia Civil detalhou nesta segunda-feira o andamento das investigações envolvendo o radialista George Magalhães, acusado de estupro e agressão física contra uma mulher de 42 anos, funcionária do condomínio onde ele mora, na zona sul de Aracaju. A denúncia veio a público na semana retrasada, com um boletim de ocorrência prestado no Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV). 
A delegada geral de polícia, Katarina Feitoza, informou ontem em coletiva de imprensa que o inquérito aberto para apurar a denúncia deve ser concluído em até 20 dias e segue em segredo de justiça. ela negou enfaticamente os boatos e acusações de ingerência política para um suposto "abafamento" do caso. "Isso não aconteceu e nunca irá acontecer, enquanto formos policiais civis responsáveis que somos. Não há o que duvidar sobre o trabalho das nossas delegadas e da nossa equipe", frisou ela. 
Segundo Katarina, houve o registro do boletim de ocorrência no dia 21 de agosto e aconteceu um desencontro no sistema eletrônico da PC, no qual o boletim só foi encontrado no dia 25. Katarina disse que, apesar deste desencontro, não houve sumiço do boletim. "Houve o registro do boletim, aconteceu um desencontro no sistema, mas não houve sumiço de B.O., então o fato não prejudicou as investigações. Temos 30 dias para conclusão e em uma semana ele poderá ser encaminhado à justiça", disse a delegada.
De acordo com a delegada Renata Aboim, do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis, a vítima já prestou depoimento, mas os detalhes não podem ser comentados para preservar a imagem dela, que é casada. Assim que tomamos conhecimento do boletim de ocorrência, entramos em contato com a vítima, solicitamos que fosse instaurado o inquérito policial, o que aconteceu. Todos os trâmites estão ocorrendo da mesma forma que os outros casos, independente dos envolvidos. Não podemos mudar a nossa forma de agir em função de ter uma pessoa pública", garantiu Renata Aboim, garantindo que a polícia já tem acesso às câmeras do prédio, que vêm sendo investigadas com as demais peças informativas. 
A defesa de George Magalhães afirmou em nota que confia na versão do cliente e vai provar a inocência dele, dentro do devido processo legal e nas instâncias judiciais. Diz também que o comunicador está sendo vítima de crimes cibernéticos, de injúria e de danos morais, cujos responsáveis também devem ser acionados judicialmente.

A Polícia Civil detalhou nesta segunda-feira o andamento das investigações envolvendo o radialista George Magalhães, acusado de estupro e agressão física contra uma mulher de 42 anos, funcionária do condomínio onde ele mora, na zona sul de Aracaju. A denúncia veio a público na semana retrasada, com um boletim de ocorrência prestado no Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV). 
A delegada geral de polícia, Katarina Feitoza, informou ontem em coletiva de imprensa que o inquérito aberto para apurar a denúncia deve ser concluído em até 20 dias e segue em segredo de justiça. ela negou enfaticamente os boatos e acusações de ingerência política para um suposto "abafamento" do caso. "Isso não aconteceu e nunca irá acontecer, enquanto formos policiais civis responsáveis que somos. Não há o que duvidar sobre o trabalho das nossas delegadas e da nossa equipe", frisou ela. 
Segundo Katarina, houve o registro do boletim de ocorrência no dia 21 de agosto e aconteceu um desencontro no sistema eletrônico da PC, no qual o boletim só foi encontrado no dia 25. Katarina disse que, apesar deste desencontro, não houve sumiço do boletim. "Houve o registro do boletim, aconteceu um desencontro no sistema, mas não houve sumiço de B.O., então o fato não prejudicou as investigações. Temos 30 dias para conclusão e em uma semana ele poderá ser encaminhado à justiça", disse a delegada.
De acordo com a delegada Renata Aboim, do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis, a vítima já prestou depoimento, mas os detalhes não podem ser comentados para preservar a imagem dela, que é casada. Assim que tomamos conhecimento do boletim de ocorrência, entramos em contato com a vítima, solicitamos que fosse instaurado o inquérito policial, o que aconteceu. Todos os trâmites estão ocorrendo da mesma forma que os outros casos, independente dos envolvidos. Não podemos mudar a nossa forma de agir em função de ter uma pessoa pública", garantiu Renata Aboim, garantindo que a polícia já tem acesso às câmeras do prédio, que vêm sendo investigadas com as demais peças informativas. 
A defesa de George Magalhães afirmou em nota que confia na versão do cliente e vai provar a inocência dele, dentro do devido processo legal e nas instâncias judiciais. Diz também que o comunicador está sendo vítima de crimes cibernéticos, de injúria e de danos morais, cujos responsáveis também devem ser acionados judicialmente.