Polícia investiga morte de sargento em assalto no Matapuã

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O sargento da Polícia Militar Marcos Antônio Borges de Campos tinha 45 anos
O sargento da Polícia Militar Marcos Antônio Borges de Campos tinha 45 anos

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Publicada em 03/09/2018 às 23:05:00

 

Gabriel Damásio
Pelo menos dois assal
tantes participaram di
retamente da invasão a uma chácara no povoado Matapoã (zona de expansão de Aracaju), no último sábado, que terminou com o assassinato do sargento da Polícia Militar Marcos Antônio Borges de Campos, 45 anos. Ele foi baleado depois de reagir à abordagem dos criminosos, que entraram no local e tomaram a esposa dele como refém, anunciando o assalto. Borges foi atingido no peito, mas conseguiu matar um dos invasores, identificado posteriormente como Gedson dos Santos, 24 anos, ex-presidiário. 
O crime aconteceu quando o policial passava o final de semana com a família e alguns amigos na chácara. Eles se reuniam para comemorar a promoção de Borges ao posto de terceiro-sargento, que tinha sido confirmada na última semana pelo Comando da PM. A entrada dos assaltantes armados e encapuzados surpreendeu toda a família e provocou a reação do militar. Após o tiroteio que se seguiu, a vítima pediu socorro através de mensagens de áudio enviadas através de redes sociais. "Pessoal, pelo amor de Deus, me ajudem. Entrou um pessoal pra tentar assaltar a gente aqui no Matapuã. Eu matei um, mas estou baleado. Me ajudem, pelo amor de Deus", apelou Borges, já debilitado pelo tiro. Antes que o socorro chegasse, ele faleceu. 
O corpo foi velado durante a manhã deste domingo no salão da Paróquia Nossa Senhora do Loreto, no conjunto Eduardo Gomes, em São Cristóvão (Grande Aracaju), perto da residência onde morava. Em seguida, o corpo foi levado em cortejo até a cidade natal, Boquim (Centro-Sul), onde aconteceu o segundo velório e o enterro no cemitério municipal. Nos funerais, foi grande a comoção e a revolta de familiares e colegas de farda, que custavam a acreditar na morte violenta do sargento. Muitos o definiam como um guerreiro, que nunca deixou de cumprir a sua missão e lutou até o fim para defender a família da ação dos bandidos. Borges era casado, pai de quatro filhos e estava na PM desde 1994. 
O caso é investigado pelo Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope), que abriu inquérito e ouviu depoimentos para identificar os detalhes do crime e da identificação do segundo invasor da chácara, que fugiu em meio ao tiroteio. Ele seria um adolescente de 16 anos, que se entregou ontem à tarde na sede do Cope, no Capucho (zona oeste), onde compareceu acompanhado da mãe e de um advogado. Até o fechamento desta edição, ele era interrogado pela delegada Mayra Fernanda Moinhos. 
Mais cedo, a delegada-geral da Polícia Civil, Katarina Feitoza, garantiu que o caso está sendo investigado com prioridade, mas ainda não está claro se houve execução do policial ou latrocínio (roubo seguido de morte). "Desde o momento que aconteceu, as equipes do Cope foram acionadas, todos sabem a capacidade deles e da divisão de inteligência em trabalhar nesses casos,; eu peço um pouco de paciência porque não podemos nos arvorar em dizer que houve latrocínio, ou que foi um homicídio, execução, temos que trabalhar com calma, com tranquilidade, mas com rapidez", afirmou.

Pelo menos dois assal tantes participaram di retamente da invasão a uma chácara no povoado Matapoã (zona de expansão de Aracaju), no último sábado, que terminou com o assassinato do sargento da Polícia Militar Marcos Antônio Borges de Campos, 45 anos. Ele foi baleado depois de reagir à abordagem dos criminosos, que entraram no local e tomaram a esposa dele como refém, anunciando o assalto. Borges foi atingido no peito, mas conseguiu matar um dos invasores, identificado posteriormente como Gedson dos Santos, 24 anos, ex-presidiário. 
O crime aconteceu quando o policial passava o final de semana com a família e alguns amigos na chácara. Eles se reuniam para comemorar a promoção de Borges ao posto de terceiro-sargento, que tinha sido confirmada na última semana pelo Comando da PM. A entrada dos assaltantes armados e encapuzados surpreendeu toda a família e provocou a reação do militar. Após o tiroteio que se seguiu, a vítima pediu socorro através de mensagens de áudio enviadas através de redes sociais. "Pessoal, pelo amor de Deus, me ajudem. Entrou um pessoal pra tentar assaltar a gente aqui no Matapuã. Eu matei um, mas estou baleado. Me ajudem, pelo amor de Deus", apelou Borges, já debilitado pelo tiro. Antes que o socorro chegasse, ele faleceu. 
O corpo foi velado durante a manhã deste domingo no salão da Paróquia Nossa Senhora do Loreto, no conjunto Eduardo Gomes, em São Cristóvão (Grande Aracaju), perto da residência onde morava. Em seguida, o corpo foi levado em cortejo até a cidade natal, Boquim (Centro-Sul), onde aconteceu o segundo velório e o enterro no cemitério municipal. Nos funerais, foi grande a comoção e a revolta de familiares e colegas de farda, que custavam a acreditar na morte violenta do sargento. Muitos o definiam como um guerreiro, que nunca deixou de cumprir a sua missão e lutou até o fim para defender a família da ação dos bandidos. Borges era casado, pai de quatro filhos e estava na PM desde 1994. 
O caso é investigado pelo Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope), que abriu inquérito e ouviu depoimentos para identificar os detalhes do crime e da identificação do segundo invasor da chácara, que fugiu em meio ao tiroteio. Ele seria um adolescente de 16 anos, que se entregou ontem à tarde na sede do Cope, no Capucho (zona oeste), onde compareceu acompanhado da mãe e de um advogado. Até o fechamento desta edição, ele era interrogado pela delegada Mayra Fernanda Moinhos. 
Mais cedo, a delegada-geral da Polícia Civil, Katarina Feitoza, garantiu que o caso está sendo investigado com prioridade, mas ainda não está claro se houve execução do policial ou latrocínio (roubo seguido de morte). "Desde o momento que aconteceu, as equipes do Cope foram acionadas, todos sabem a capacidade deles e da divisão de inteligência em trabalhar nesses casos,; eu peço um pouco de paciência porque não podemos nos arvorar em dizer que houve latrocínio, ou que foi um homicídio, execução, temos que trabalhar com calma, com tranquilidade, mas com rapidez", afirmou.