Taxistas protestam por lotação em bairros da zona sul

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Manifestação dos taxistas em frente à sede da PMA
Manifestação dos taxistas em frente à sede da PMA

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Publicada em 03/09/2018 às 23:11:00

 

Na manhã de ontem taxistas bandeirinhas voltaram a ocupar as principais ruas de Aracaju a fim de pressionar o prefeito Edvaldo Nogueira (PCdoB) para que conceda a permissão para que possam atuar como lotação em bairros da zona Sul da capital. De acordo com os manifestantes, apesar dos sucessivos pedidos protocolados ao longo dos últimos meses, até a tarde de ontem a Prefeitura de Aracaju ainda não havia apresentado um parecer sobre a demanda. Reunidos em frente ao Centro Administrativo Aloísio Campos, sede da PMA, os taxistas ressaltaram que o serviço realizado na região Sul da capital é comandado por taxistas clandestinos.
Na perspectiva de multiplicar o apoio da população aracajuana ao pleito dos taxistas, hoje haverá a promoção do projeto 'lotação solidária'; uma ação que permite dezenas de passageiros utilizarem do serviço sem cobrança. O ato público ocorrerá no bairro Coroa do Meio. Para João Batista, um dos coordenadores da mobilização, lamentavelmente a categoria participou de duas reuniões com gestores municipais, mas o terceiro encontro, previsto para ocorrer com Edvaldo Nogueira, segue sem data e local definido. Ele lamenta a demora da audiência e garante trabalhar a fim de promover outros atos nas próximas semanas.
"Estamos buscando dialogar de forma democrática e pacífica com o prefeito, mas é impressionante como a gente é tratado. Nunca, em momento algum ele parece ter o mínimo de espaço na agenda para nos atender. Não estamos apenas tentando conquistar essa permissão visando ampliar nossos serviços e consequentemente qualificar nossa renda, mas sim acabar com a clandestinidade na região. Pena que o prefeito parece não entender isso", disse. Os manifestantes indicam ainda falta de fiscalização corriqueira por parte de agentes da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), nos bairros da região Sul.
"Essa história de que existe combate à clandestinidade não passa de uma informação que na realidade não procede com a verdade. O que ocorre é que um, ou outro, é que acaba sendo flagrado e punido. Posso garantir que a grandiosa maioria não é punida", declarou João Batista que concluiu dizendo: "nós já dialogamos com as comunidades e informamos que o nosso desejo é realizar um serviço de lotação diferente do atual. A proposta é um serviço popular, acessível para todos, mas que oferte ainda carros com ar-condicionado, rede wi-fi, motoristas fardados e credenciados, e carros conservados. Pena que a prefeitura não se mostra interessada em permitir isso".
Nota - Em contraponto ao pleito dos bandeirinhas, a SMTT destacou que Aracaju possui hoje 2.080 taxistas com alvará de atuação, e que as questões suscitadas pelos taxistas ainda estão sendo estudadas pela Prefeitura dentro do plano de mobilidade. "A categoria já foi recebida para tratar dos mesmos pleitos. A atual gestão, conforme já foi explicitado em outros momentos, prioriza o transporte público e almeja estabelecer um sistema no qual todos os modais possam funcionar de forma harmônica", declarou.

Na manhã de ontem taxistas bandeirinhas voltaram a ocupar as principais ruas de Aracaju a fim de pressionar o prefeito Edvaldo Nogueira (PCdoB) para que conceda a permissão para que possam atuar como lotação em bairros da zona Sul da capital. De acordo com os manifestantes, apesar dos sucessivos pedidos protocolados ao longo dos últimos meses, até a tarde de ontem a Prefeitura de Aracaju ainda não havia apresentado um parecer sobre a demanda. Reunidos em frente ao Centro Administrativo Aloísio Campos, sede da PMA, os taxistas ressaltaram que o serviço realizado na região Sul da capital é comandado por taxistas clandestinos.
Na perspectiva de multiplicar o apoio da população aracajuana ao pleito dos taxistas, hoje haverá a promoção do projeto 'lotação solidária'; uma ação que permite dezenas de passageiros utilizarem do serviço sem cobrança. O ato público ocorrerá no bairro Coroa do Meio. Para João Batista, um dos coordenadores da mobilização, lamentavelmente a categoria participou de duas reuniões com gestores municipais, mas o terceiro encontro, previsto para ocorrer com Edvaldo Nogueira, segue sem data e local definido. Ele lamenta a demora da audiência e garante trabalhar a fim de promover outros atos nas próximas semanas.
"Estamos buscando dialogar de forma democrática e pacífica com o prefeito, mas é impressionante como a gente é tratado. Nunca, em momento algum ele parece ter o mínimo de espaço na agenda para nos atender. Não estamos apenas tentando conquistar essa permissão visando ampliar nossos serviços e consequentemente qualificar nossa renda, mas sim acabar com a clandestinidade na região. Pena que o prefeito parece não entender isso", disse. Os manifestantes indicam ainda falta de fiscalização corriqueira por parte de agentes da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), nos bairros da região Sul.
"Essa história de que existe combate à clandestinidade não passa de uma informação que na realidade não procede com a verdade. O que ocorre é que um, ou outro, é que acaba sendo flagrado e punido. Posso garantir que a grandiosa maioria não é punida", declarou João Batista que concluiu dizendo: "nós já dialogamos com as comunidades e informamos que o nosso desejo é realizar um serviço de lotação diferente do atual. A proposta é um serviço popular, acessível para todos, mas que oferte ainda carros com ar-condicionado, rede wi-fi, motoristas fardados e credenciados, e carros conservados. Pena que a prefeitura não se mostra interessada em permitir isso".

Nota - Em contraponto ao pleito dos bandeirinhas, a SMTT destacou que Aracaju possui hoje 2.080 taxistas com alvará de atuação, e que as questões suscitadas pelos taxistas ainda estão sendo estudadas pela Prefeitura dentro do plano de mobilidade. "A categoria já foi recebida para tratar dos mesmos pleitos. A atual gestão, conforme já foi explicitado em outros momentos, prioriza o transporte público e almeja estabelecer um sistema no qual todos os modais possam funcionar de forma harmônica", declarou.