Ocupe a Praça propõe discussão sobre os 50 anos dos protestos de 1968

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Publicada em 05/09/2018 às 06:30:00

 

O ano de 1968 redefiniu a sociedade, a política, o comportamento e a juventude através das manifestações iniciadas na França e que se espalharam pelo mundo. Com o intuito de promover uma reflexão dedicada ao cinquentenário dessa época de protestos que ganharam as ruas contra o autoritarismo e a desigualdade social, o Núcleo de Produção Digital (NPD), por meio da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), realiza nesta quarta-feira, 5, uma edição especial do projeto 'Ocupe a Praça', intitulado 'M68/2018'.
A programação inicia, às 17h, com o 'Liquidifica Diálogos', que é um momento de discussão relacionado ao 1968, que tornou-se referência para manifestações que repercutem com força e marcam um momento histórico atual no Brasil e no restante do mundo. A professora Ana Lúcia, o ex-preso político e anistiado Bosco Rolemberg, e o presidente da Funcaju e professor, Cássio Murilo, irão palestrar no evento. 
"É preciso a gente refletir o que aconteceu em 1968 e o que nós temos vistos em relação a contemporaneidade.  Nesse momento, o Brasil também vivia uma ditadura, que se estabeleceu em 1964, e chega a sua maior intensidade em 1968, com a promulgação do AI-5. Quais são as aproximações que nós temos há 50 anos com 2018? Os fatos são essa onda conservadora, da mesma forma temos o curto circuito dos novos sujeitos a que me refiro, os debates de gêneros e transgêneros. Enfim, precisamos fazer esse balanço e são essas questões que a gente vai tentar evocar, sem ser pretensioso, no Ocupe a Praça", explica o presidente da Funcaju.
Em seguida, às 19h, será exibido um filme temático. E, para encerrar a noite, o show ficará por conta da banda Plástico Lunar, no palco montado na praça General Valadão, marco zero da capital. 

O ano de 1968 redefiniu a sociedade, a política, o comportamento e a juventude através das manifestações iniciadas na França e que se espalharam pelo mundo. Com o intuito de promover uma reflexão dedicada ao cinquentenário dessa época de protestos que ganharam as ruas contra o autoritarismo e a desigualdade social, o Núcleo de Produção Digital (NPD), por meio da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), realiza nesta quarta-feira, 5, uma edição especial do projeto 'Ocupe a Praça', intitulado 'M68/2018'.
A programação inicia, às 17h, com o 'Liquidifica Diálogos', que é um momento de discussão relacionado ao 1968, que tornou-se referência para manifestações que repercutem com força e marcam um momento histórico atual no Brasil e no restante do mundo. A professora Ana Lúcia, o ex-preso político e anistiado Bosco Rolemberg, e o presidente da Funcaju e professor, Cássio Murilo, irão palestrar no evento. 
"É preciso a gente refletir o que aconteceu em 1968 e o que nós temos vistos em relação a contemporaneidade.  Nesse momento, o Brasil também vivia uma ditadura, que se estabeleceu em 1964, e chega a sua maior intensidade em 1968, com a promulgação do AI-5. Quais são as aproximações que nós temos há 50 anos com 2018? Os fatos são essa onda conservadora, da mesma forma temos o curto circuito dos novos sujeitos a que me refiro, os debates de gêneros e transgêneros. Enfim, precisamos fazer esse balanço e são essas questões que a gente vai tentar evocar, sem ser pretensioso, no Ocupe a Praça", explica o presidente da Funcaju.
Em seguida, às 19h, será exibido um filme temático. E, para encerrar a noite, o show ficará por conta da banda Plástico Lunar, no palco montado na praça General Valadão, marco zero da capital.