Mãe que abandonou bebê em hospital é identificada

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Publicada em 05/09/2018 às 06:52:00

 

Menos de 48 horas após um recém-nascido do sexo masculino ter sido encontrado abandonado em um cesto de lixo no Hospital Jessé de Andrade Fontes, município de Estância, região Centro-sul de Sergipe, a Secretaria de Estado da Segurança Pública, através do setor de inteligência da Polícia Civil, conseguiu identificar a mãe responsável. Na tarde de ontem a delegada Gisele Martins, responsável pela investigação do caso, informou que uma adolescente foi interrogada e confessou a ação. Durante os esclarecimentos a menor alegou ‘pânico’ ao perceber que a criança tinha nascido.
“Com o apoio das câmeras de segurança percebemos que a mãe foi até o banheiro da unidade e ficou lá por um tempo vasto. Em diálogo com a nossa equipe ela confirmou que procedeu com o parto sozinha e ficou apavorada com o nascimento. Sobre a questão de o porquê não ter pedido ajuda ela voltou a alegar medo e pensou que a criança estaria morta por não ter chorado”, afirmou Gisele Martins. Conforme declarado por profissionais que se depararam com a criança, o bebê foi localizado minutos após ser abandonado por uma mulher que fez o parto num banheiro da unidade de saúde.
A criança estava envolta em papel higiênico e foi encaminhada à Maternidade Amparo de Maria, onde recebeu atendimento e passa bem. Ele nasceu com o peso de três quilos e foi batizado como Samuel. O bebê recebeu alta, mas permanece aos cuidados da maternidade. A perspectiva da delegada é que o trabalho de investigação permaneça gradativamente conquistando novas informações e ouvindo outras pessoas. Independentemente da confissão apresentada pela adolescente, Gisele Martins defende a necessidade de se estudar se de fato as declarações da mãe são integralmente verídicas.
“Nesse momento os indícios mostram realmente que ela é a mãe da criança, mas precisamos ter a certeza se as ações ocorreram de acordo com o que nos foi passado. Precisamos saber se pessoas terceiras colaboraram com o abandono da criança. Todos esses passos conquistados rapidamente pela Polícia Civil serão incluídos no processo a ser encaminhado ao poder judiciário”, disse. (Milton Alves Júnior)

Menos de 48 horas após um recém-nascido do sexo masculino ter sido encontrado abandonado em um cesto de lixo no Hospital Jessé de Andrade Fontes, município de Estância, região Centro-sul de Sergipe, a Secretaria de Estado da Segurança Pública, através do setor de inteligência da Polícia Civil, conseguiu identificar a mãe responsável. Na tarde de ontem a delegada Gisele Martins, responsável pela investigação do caso, informou que uma adolescente foi interrogada e confessou a ação. Durante os esclarecimentos a menor alegou ‘pânico’ ao perceber que a criança tinha nascido.
“Com o apoio das câmeras de segurança percebemos que a mãe foi até o banheiro da unidade e ficou lá por um tempo vasto. Em diálogo com a nossa equipe ela confirmou que procedeu com o parto sozinha e ficou apavorada com o nascimento. Sobre a questão de o porquê não ter pedido ajuda ela voltou a alegar medo e pensou que a criança estaria morta por não ter chorado”, afirmou Gisele Martins. Conforme declarado por profissionais que se depararam com a criança, o bebê foi localizado minutos após ser abandonado por uma mulher que fez o parto num banheiro da unidade de saúde.
A criança estava envolta em papel higiênico e foi encaminhada à Maternidade Amparo de Maria, onde recebeu atendimento e passa bem. Ele nasceu com o peso de três quilos e foi batizado como Samuel. O bebê recebeu alta, mas permanece aos cuidados da maternidade. A perspectiva da delegada é que o trabalho de investigação permaneça gradativamente conquistando novas informações e ouvindo outras pessoas. Independentemente da confissão apresentada pela adolescente, Gisele Martins defende a necessidade de se estudar se de fato as declarações da mãe são integralmente verídicas.
“Nesse momento os indícios mostram realmente que ela é a mãe da criança, mas precisamos ter a certeza se as ações ocorreram de acordo com o que nos foi passado. Precisamos saber se pessoas terceiras colaboraram com o abandono da criança. Todos esses passos conquistados rapidamente pela Polícia Civil serão incluídos no processo a ser encaminhado ao poder judiciário”, disse. (Milton Alves Júnior)