Grupo que morreu em Japaratuba iria roubar carro-forte

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POLÍCIA DETALHE AÇÃO QUE PROVOCOU A MORTE DE SUSPEITOS DE ASSALTOS E A PRISÃO DE UMA MULHER QUE INTEGRAVA O GRUPO. ARMAS, CELULARES E OUTROS OBJETOS APREENDIDOS NA CASA EM JAPARATUBA
POLÍCIA DETALHE AÇÃO QUE PROVOCOU A MORTE DE SUSPEITOS DE ASSALTOS E A PRISÃO DE UMA MULHER QUE INTEGRAVA O GRUPO. ARMAS, CELULARES E OUTROS OBJETOS APREENDIDOS NA CASA EM JAPARATUBA

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Publicada em 06/09/2018 às 11:26:00

 

Gabriel Damásio
A Polícia Civil concedeu ontem uma entrevista coletiva para detalhar a investigação do assalto contra a agência do Bradesco em Itabaianinha (Sul), em 7 de agosto. A operação, deflagrada na tarde desta terça-feira pelo Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope), terminou com oito suspeitos mortos e uma mulher presa. As mortes foram causadas por confrontos dos policiais com os investigados, sendo que sete deles estavam em uma casa alugada no centro de Japaratuba (Vale do Cotinguiba), onde um carro-forte seria roubado pelo bando naquela mesma tarde.  
De acordo com a delegada Mayra Evangelista, do Cope, homens armados invadiram o banco de Itabaianinha e agrediram clientes para tentar roubar dinheiro dos caixas. Logo após o crime, a polícia já tinha pista dos autores. Com a divulgação das imagens de câmeras de segurança, divulgação na imprensa e denúncias anônimas e apoio da Divisão de Inteligência (Dipol) foi possível identificar os envolvidos e evitar que uma nova investida criminosa fosse realizada.
"A operação é fruto de uma investigação que teve início com o assalto a uma instituição financeira no início de agosto, onde usuários e funcionários foram rendidos. A partir desse fato, iniciou-se as investigações pelas equipes do Cope, que progrediram com a identificação dos acusados. Com isso, chegou-se a um grupo em que o líder tinha como objetivo ataques a instituições financeiras, inclusive sendo responsável por um crime idêntico em 2016", detalhou a delegada.
No curso das investigações, identificou-se que o grupo estava se preparando para atacar um carro forte que estava a caminho de uma agência bancária em Japaratuba. A casa teria sido alugada pelos próprios suspeitos Diante das informações, as equipes localizaram os integrantes da associação criminosa, que se revezavam na tarefa de vigiar a chegada e a saída de veículos na porta do banco. Ao perceberem a presença dos policiais, eles provocaram um tiroteio com os policiais, que reagiram. Na operação, sete homens acabaram baleados e a mulher, identificada como Tainá do Nascimento Felix, foi presa.
"Na tarde da terça-feira, quando apurou-se que eles estavam programados para atentar contra um carro forte em Japaratuba, organizou-se rapidamente a operação policial para que evitasse que isso viesse a acontecer. A mulher confessou a participação na quadrilha, disse que recebia para fazer o transporte das armas, esclareceu a participação dos integrantes e confirmou que a intenção do grupo na cidade de Japaratuba era de fato assaltar um carro que estaria abastecendo uma das instituições financeiras daquela cidade", complementou.
Entre os integrantes da associação criminosa foram identificados Caio Santos Soares, 19 anos; Wesley Santana Oliveira, 21; Pedro Santana dos Santos, 25; Nicacio Santos de Araujo, 25; Welleson Santos Souza, 22; Jerlan Carlos dos Santos Silva, 18; Pedro Santana dos Santos, 25. Outro envolvido ainda está sem identificação no Instituto Médico Legal (IML), mas a informação preliminar do Cope é de que seria um foragido do estado da Bahia. Na segunda-feira, um oitavo membro do grupo reagiu a abordagem e veio a óbito em Laranjeiras. 
As investigações também apontaram que integrantes da quadrilha possuíam contato com outros grupos criminosos e estavam envolvidos em roubos a táxis na capital e no interior do estado. Pelo menos três assaltos foram identificados como de autoria da quadrilha investigada, nos quais os taxistas eram rendidos por supostos passageiros e chegavam a ficar trancados nos porta-malas dos veículos, enquanto os assaltantes faziam outros assaltos em lojas, lotéricas e até a pedestres. No total, foram apreendidas oito armas de fogo, entre pistolas, revólveres e uma escopeta calibre 12, além de coletes balísticos e munições. O inquérito continua para apurar a participação de outros envolvidos no crime e remeter a investigação para o Poder Judiciário.

A Polícia Civil concedeu ontem uma entrevista coletiva para detalhar a investigação do assalto contra a agência do Bradesco em Itabaianinha (Sul), em 7 de agosto. A operação, deflagrada na tarde desta terça-feira pelo Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope), terminou com oito suspeitos mortos e uma mulher presa. As mortes foram causadas por confrontos dos policiais com os investigados, sendo que sete deles estavam em uma casa alugada no centro de Japaratuba (Vale do Cotinguiba), onde um carro-forte seria roubado pelo bando naquela mesma tarde.  
De acordo com a delegada Mayra Evangelista, do Cope, homens armados invadiram o banco de Itabaianinha e agrediram clientes para tentar roubar dinheiro dos caixas. Logo após o crime, a polícia já tinha pista dos autores. Com a divulgação das imagens de câmeras de segurança, divulgação na imprensa e denúncias anônimas e apoio da Divisão de Inteligência (Dipol) foi possível identificar os envolvidos e evitar que uma nova investida criminosa fosse realizada.
"A operação é fruto de uma investigação que teve início com o assalto a uma instituição financeira no início de agosto, onde usuários e funcionários foram rendidos. A partir desse fato, iniciou-se as investigações pelas equipes do Cope, que progrediram com a identificação dos acusados. Com isso, chegou-se a um grupo em que o líder tinha como objetivo ataques a instituições financeiras, inclusive sendo responsável por um crime idêntico em 2016", detalhou a delegada.
No curso das investigações, identificou-se que o grupo estava se preparando para atacar um carro forte que estava a caminho de uma agência bancária em Japaratuba. A casa teria sido alugada pelos próprios suspeitos Diante das informações, as equipes localizaram os integrantes da associação criminosa, que se revezavam na tarefa de vigiar a chegada e a saída de veículos na porta do banco. Ao perceberem a presença dos policiais, eles provocaram um tiroteio com os policiais, que reagiram. Na operação, sete homens acabaram baleados e a mulher, identificada como Tainá do Nascimento Felix, foi presa.
"Na tarde da terça-feira, quando apurou-se que eles estavam programados para atentar contra um carro forte em Japaratuba, organizou-se rapidamente a operação policial para que evitasse que isso viesse a acontecer. A mulher confessou a participação na quadrilha, disse que recebia para fazer o transporte das armas, esclareceu a participação dos integrantes e confirmou que a intenção do grupo na cidade de Japaratuba era de fato assaltar um carro que estaria abastecendo uma das instituições financeiras daquela cidade", complementou.
Entre os integrantes da associação criminosa foram identificados Caio Santos Soares, 19 anos; Wesley Santana Oliveira, 21; Pedro Santana dos Santos, 25; Nicacio Santos de Araujo, 25; Welleson Santos Souza, 22; Jerlan Carlos dos Santos Silva, 18; Pedro Santana dos Santos, 25. Outro envolvido ainda está sem identificação no Instituto Médico Legal (IML), mas a informação preliminar do Cope é de que seria um foragido do estado da Bahia. Na segunda-feira, um oitavo membro do grupo reagiu a abordagem e veio a óbito em Laranjeiras. 
As investigações também apontaram que integrantes da quadrilha possuíam contato com outros grupos criminosos e estavam envolvidos em roubos a táxis na capital e no interior do estado. Pelo menos três assaltos foram identificados como de autoria da quadrilha investigada, nos quais os taxistas eram rendidos por supostos passageiros e chegavam a ficar trancados nos porta-malas dos veículos, enquanto os assaltantes faziam outros assaltos em lojas, lotéricas e até a pedestres. No total, foram apreendidas oito armas de fogo, entre pistolas, revólveres e uma escopeta calibre 12, além de coletes balísticos e munições. O inquérito continua para apurar a participação de outros envolvidos no crime e remeter a investigação para o Poder Judiciário.