Lixeiros realizam novo protesto na capital

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Publicada em 06/09/2018 às 11:30:00

 

Na luta contra os sucessivos atrasos dos pagamentos salariais e benefícios, agentes de limpeza de empresa BTS Ambiental, grupo terceirizado contratado pela Prefeitura de Aracaju, voltaram a cruzar os braços na manhã de ontem e suspender parte dos serviços de limpeza de vias públicas, mercados e áreas de lazer como praças e calçadões. Ao todo, de acordo com Diego Santos, diretor do Sindicato dos Trabalhadores de Condomínio e Empresas de Asseio e Conservação (Sindecese), são mais de 200 trabalhadores da BTS que, receberam o pagamento do ticket alimentação do mês de agosto pela metade e têm sofrido com a falta de EPI's básicos para a atividade laboral.
A administração pública, sob a coordenação da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), alega que possui três contratos com a prestadora do serviço e que o valor contratado por mês, segundo a própria PMA, gira em torno de R$ 1,2 milhão. A manifestação teve início por volta das 6h40 e seguiu até o final da manhã. De acordo com os sindicalistas a perspectiva é que os atos públicos permaneçam até que as os pleitos sejam realmente atendidos pelos responsáveis pelos problemas. O Sindicato dos Trabalhadores da Limpeza Pública e Comercial do Estado de Sergipe (Sindilimp) apoia o movimento.
"Estamos todos unidos nessa luta que é unificada. Não podemos permitir que esse tipo de ação prejudicial continui gerando inúmeros problemas para centenas de famílias. O que deixa toda a classe trabalhadora revoltada é o jogo de empurra o problema sempre para o outro. Tanto a empresa como a prefeitura nunca reconhecem o erro e trabalham para solucionar. Assim sendo, as paralisações continuam", disse. Diante da intensificação dos protestos a informação recebida pelos coordenadores dos atos é que até a noite de hoje todos os 'equívocos' serão devidamente resolvidos.
"Estamos na expectativa para que essa promessa seja cumprida, mas a gente já teme também a possibilidade do salário atrasar porque o quinto dia útil do mês já é no dia 10. A empresa só vem pagando o vencimento depois da data limite permitida por lei. Estamos ainda de olho no não pagamento das férias", declarou Diego. (Milton Alves Júnior)

Na luta contra os sucessivos atrasos dos pagamentos salariais e benefícios, agentes de limpeza de empresa BTS Ambiental, grupo terceirizado contratado pela Prefeitura de Aracaju, voltaram a cruzar os braços na manhã de ontem e suspender parte dos serviços de limpeza de vias públicas, mercados e áreas de lazer como praças e calçadões. Ao todo, de acordo com Diego Santos, diretor do Sindicato dos Trabalhadores de Condomínio e Empresas de Asseio e Conservação (Sindecese), são mais de 200 trabalhadores da BTS que, receberam o pagamento do ticket alimentação do mês de agosto pela metade e têm sofrido com a falta de EPI's básicos para a atividade laboral.
A administração pública, sob a coordenação da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), alega que possui três contratos com a prestadora do serviço e que o valor contratado por mês, segundo a própria PMA, gira em torno de R$ 1,2 milhão. A manifestação teve início por volta das 6h40 e seguiu até o final da manhã. De acordo com os sindicalistas a perspectiva é que os atos públicos permaneçam até que as os pleitos sejam realmente atendidos pelos responsáveis pelos problemas. O Sindicato dos Trabalhadores da Limpeza Pública e Comercial do Estado de Sergipe (Sindilimp) apoia o movimento.
"Estamos todos unidos nessa luta que é unificada. Não podemos permitir que esse tipo de ação prejudicial continui gerando inúmeros problemas para centenas de famílias. O que deixa toda a classe trabalhadora revoltada é o jogo de empurra o problema sempre para o outro. Tanto a empresa como a prefeitura nunca reconhecem o erro e trabalham para solucionar. Assim sendo, as paralisações continuam", disse. Diante da intensificação dos protestos a informação recebida pelos coordenadores dos atos é que até a noite de hoje todos os 'equívocos' serão devidamente resolvidos.
"Estamos na expectativa para que essa promessa seja cumprida, mas a gente já teme também a possibilidade do salário atrasar porque o quinto dia útil do mês já é no dia 10. A empresa só vem pagando o vencimento depois da data limite permitida por lei. Estamos ainda de olho no não pagamento das férias", declarou Diego. (Milton Alves Júnior)