Suspeito de atacar Bolsonaro tem passagem na polícia por lesão

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Adelio Bispo de Oliveira foi preso logo após o crime
Adelio Bispo de Oliveira foi preso logo após o crime

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Publicada em 07/09/2018 às 06:59:00

 

Alex Rodrigues 
Agência Brasil  
 
Suspeito de atacar o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro, durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG), Adelio Bispo de Oliveira, de 40 anos, já tinha sido acusado pelo crime de lesão corporal, segundo a Polícia Militar de Minas Gerais (MG). O boletim de ocorrência em que Oliveira é acusado de atentar contra a integridade física de outras pessoas é de 2013.
PF confirmou que o homem suspeito de ter esfaqueado o candidato Jair Bolsonaro, Adélio Bispo de Oliveira, de 40 anos, foi detido por populares e seguranças e conduzido por policiais federais para a Delegacia da Polícia Federal em Juiz de Fora.
O homem foi detido logo após o ataque e encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Juiz de Fora (MG), onde presta depoimento. "Policiais militares que se encontravam nas imediações conseguiram apreender o infrator imediatamente após a ocorrência", contou o major da PM-MG, Flávio Santiago, à Agência Brasil, confirmando que pessoas que acompanhavam o ato político chegaram a agredir o suspeito.
"A ação rápida dos policiais garantiu a incolumidade física do infrator, impedindo que ele fosse linchado", acrescentou o major.

Suspeito de atacar o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro, durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG), Adelio Bispo de Oliveira, de 40 anos, já tinha sido acusado pelo crime de lesão corporal, segundo a Polícia Militar de Minas Gerais (MG). O boletim de ocorrência em que Oliveira é acusado de atentar contra a integridade física de outras pessoas é de 2013.
PF confirmou que o homem suspeito de ter esfaqueado o candidato Jair Bolsonaro, Adélio Bispo de Oliveira, de 40 anos, foi detido por populares e seguranças e conduzido por policiais federais para a Delegacia da Polícia Federal em Juiz de Fora.
O homem foi detido logo após o ataque e encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Juiz de Fora (MG), onde presta depoimento. "Policiais militares que se encontravam nas imediações conseguiram apreender o infrator imediatamente após a ocorrência", contou o major da PM-MG, Flávio Santiago, à Agência Brasil, confirmando que pessoas que acompanhavam o ato político chegaram a agredir o suspeito.
"A ação rápida dos policiais garantiu a incolumidade física do infrator, impedindo que ele fosse linchado", acrescentou o major.