Homem detido com cartão do ITPS pagou R$ 5 mil de fiança

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Publicada em 11/09/2018 às 06:47:00

 

Gladyson de Oliveira Costa, que foi detido pela Polícia Militar na última quinta-feira, após ser flagrado com um cartão corporativo de abastecimento pertencente ao Instituto Tecnológico e de Pesquisas de Sergipe (ITPS), já está respondendo em liberdade ao inquérito policial instaurado pela Polícia Civil. Ele foi solto na noite de quinta-feira, depois de pagar uma fiança de R$ 5 mil estipulada pelo juiz plantonista Isaac Costa Soares de Lima, responsável por presidir a audiência de custódia ocorrida no Fórum Gumercindo Bessa. A quantia foi paga logo após a audiência, permitindo que o acusado deixasse a prisão. O caso é investigado pelo Departamento de Crimes contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Deotap) que apura a suspeita de peculato, isto é, uso indevido de recursos públicos. O inquérito corre em sigilo. 
O jovem foi abordado em um posto de combustível no Santa Maria (zona sul), acompanhado de outro rapaz e a bordo de um carro que estava, segundo os policiais, em atitude suspensa. Ao ser revistado, o rapaz teve o cartão corporativo encontrado e acabou dizendo, em depoimento aos policiais, que o cartão pertencente a outro veículo teria lhe sido dado por um tio que trabalhava como servidor comissionado no ITPS e era motorista particular do ex-deputado Heleno Silva (PRB), candidato ao Senado pelo PRB.
Ontem, Heleno deu uma entrevista coletiva sobre o caso e negou que conheça ou tenha qualquer vínculo com Gladyson de Oliveira. O candidato afirmou que a relação do seu nome com o episódio pode ser uma "armação" para prejudicar sua candidatura. "Trata-se de uma armação política enorme. Jogaram meu nome na imprensa e para a opinião pública como seu eu tivesse cometido um crime. Tentaram envolver meu nome numa situação da qual nem perto eu estava, simplesmente porque o tio do rapaz já trabalhou para mim. Fico triste por tudo isso", afirmou, destacando que o rapaz preso nunca foi seu motorista, o Corolla nunca foi dele e muito menos o cartão que, segundo nota do próprio ITPS, foi extraviado e era usado por um motorista servidor autorizado.
Segundo o advogado Heleno, Cícero Dantas, há várias incongruências nos depoimentos. Em nenhum momento, de acordo com ele, Gladyson disse que tinha qualquer relação pessoal ou de trabalho com Pastor Heleno, mas o nome dele foi o que ganhou maior notoriedade na imprensa. Para esclarecer os fatos, a assessoria jurídica tomará duas medidas. A primeira uma escritura pública de declaração em cartório, e a segunda uma ação produção antecipada de prova. "A partir da produção de prova que traga a realidade fática, e não suposições, ilações ou subjetivismos, iremos ajuizar as ações cabíveis cíveis e criminais contra quem buscou macular o nome do candidato ao Senado", detalhou Dantas.

Gladyson de Oliveira Costa, que foi detido pela Polícia Militar na última quinta-feira, após ser flagrado com um cartão corporativo de abastecimento pertencente ao Instituto Tecnológico e de Pesquisas de Sergipe (ITPS), já está respondendo em liberdade ao inquérito policial instaurado pela Polícia Civil. Ele foi solto na noite de quinta-feira, depois de pagar uma fiança de R$ 5 mil estipulada pelo juiz plantonista Isaac Costa Soares de Lima, responsável por presidir a audiência de custódia ocorrida no Fórum Gumercindo Bessa. A quantia foi paga logo após a audiência, permitindo que o acusado deixasse a prisão. O caso é investigado pelo Departamento de Crimes contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Deotap) que apura a suspeita de peculato, isto é, uso indevido de recursos públicos. O inquérito corre em sigilo. 
O jovem foi abordado em um posto de combustível no Santa Maria (zona sul), acompanhado de outro rapaz e a bordo de um carro que estava, segundo os policiais, em atitude suspensa. Ao ser revistado, o rapaz teve o cartão corporativo encontrado e acabou dizendo, em depoimento aos policiais, que o cartão pertencente a outro veículo teria lhe sido dado por um tio que trabalhava como servidor comissionado no ITPS e era motorista particular do ex-deputado Heleno Silva (PRB), candidato ao Senado pelo PRB.
Ontem, Heleno deu uma entrevista coletiva sobre o caso e negou que conheça ou tenha qualquer vínculo com Gladyson de Oliveira. O candidato afirmou que a relação do seu nome com o episódio pode ser uma "armação" para prejudicar sua candidatura. "Trata-se de uma armação política enorme. Jogaram meu nome na imprensa e para a opinião pública como seu eu tivesse cometido um crime. Tentaram envolver meu nome numa situação da qual nem perto eu estava, simplesmente porque o tio do rapaz já trabalhou para mim. Fico triste por tudo isso", afirmou, destacando que o rapaz preso nunca foi seu motorista, o Corolla nunca foi dele e muito menos o cartão que, segundo nota do próprio ITPS, foi extraviado e era usado por um motorista servidor autorizado.
Segundo o advogado Heleno, Cícero Dantas, há várias incongruências nos depoimentos. Em nenhum momento, de acordo com ele, Gladyson disse que tinha qualquer relação pessoal ou de trabalho com Pastor Heleno, mas o nome dele foi o que ganhou maior notoriedade na imprensa. Para esclarecer os fatos, a assessoria jurídica tomará duas medidas. A primeira uma escritura pública de declaração em cartório, e a segunda uma ação produção antecipada de prova. "A partir da produção de prova que traga a realidade fática, e não suposições, ilações ou subjetivismos, iremos ajuizar as ações cabíveis cíveis e criminais contra quem buscou macular o nome do candidato ao Senado", detalhou Dantas.