Servidores da Sejuc concluem curso de intervenção prisional

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FORAM ENCONTRADOS 27 FACAS ARTESANAIS, APARELHOS CELULARES, FONES DE OUVIDO E TROUXAS DE MACONHA
FORAM ENCONTRADOS 27 FACAS ARTESANAIS, APARELHOS CELULARES, FONES DE OUVIDO E TROUXAS DE MACONHA

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Publicada em 11/09/2018 às 06:55:00

 

"Treinamento duro, combate fácil". Essa frase do diretor da Escola de Gestão Penitenciária (Egesp), Delmário Magalhães,  consegue resumir as 168 horas de trabalho intensivo dos  19 agentes penitenciários que participaram do II Curso de Intervenção Prisional, cuja solenidade de encerramento ocorreu neste domingo.  Durante a aula prática, os alunos fizeram uma operação pente fino no pavilhão A, do Complexo Penitenciário Manoel Carvalho Neto (Copemcan) e recolheram  27 chunchos, três telefones celulares, dois fones de ouvido e 27 trouxinhas de maconha. Para completar, ainda desfilaram no 7 de Setembro.
O curso começou no dia 3 de setembro, com uma aula teórica na sede da Egesp, e depois os alunos ficaram internados na sede do Grupo de Operações Penitenciárias Especiais (Gope),  enquanto que o laboratórios de aulas práticas e teóricas era no Copemcan.  Para se ter uma ideia do grau de imersão do curso, os telefones celulares de todos foram recolhidos e os familiares avisado que, se houvesse necessidade, ligassem para o Copemcan.
A rotina do curso era estressante: começa às 7 da manhã, com intervalo de uma hora para as refeições, e só terminava entre meia-noite e uma hora da manhã.  No curso, os agentes e guardas prisionais passaram pelos mais diversos tipo de situações que podem ocorrer no sistema, sendo o mais grave delas, uma rebelião.  O treinamento pesado, para que eles possam suportar qualquer  situação, incluía restrição de alimentação e privação do sono. 
Uma das aulas práticas foi uma incursão no pavilhão cinco, ala B do Copemcan, onde foram encontrados diversos materiais ilícitos com os internos. Como acontece nesses casos, a direção da unidade abre um procedimento administrativo disciplinar (PAD) para identificar os responsáveis pelos materiais e aplicar as medidas punitivas previstas em lei.

"Treinamento duro, combate fácil". Essa frase do diretor da Escola de Gestão Penitenciária (Egesp), Delmário Magalhães,  consegue resumir as 168 horas de trabalho intensivo dos  19 agentes penitenciários que participaram do II Curso de Intervenção Prisional, cuja solenidade de encerramento ocorreu neste domingo.  Durante a aula prática, os alunos fizeram uma operação pente fino no pavilhão A, do Complexo Penitenciário Manoel Carvalho Neto (Copemcan) e recolheram  27 chunchos, três telefones celulares, dois fones de ouvido e 27 trouxinhas de maconha. Para completar, ainda desfilaram no 7 de Setembro.
O curso começou no dia 3 de setembro, com uma aula teórica na sede da Egesp, e depois os alunos ficaram internados na sede do Grupo de Operações Penitenciárias Especiais (Gope),  enquanto que o laboratórios de aulas práticas e teóricas era no Copemcan.  Para se ter uma ideia do grau de imersão do curso, os telefones celulares de todos foram recolhidos e os familiares avisado que, se houvesse necessidade, ligassem para o Copemcan.
A rotina do curso era estressante: começa às 7 da manhã, com intervalo de uma hora para as refeições, e só terminava entre meia-noite e uma hora da manhã.  No curso, os agentes e guardas prisionais passaram pelos mais diversos tipo de situações que podem ocorrer no sistema, sendo o mais grave delas, uma rebelião.  O treinamento pesado, para que eles possam suportar qualquer  situação, incluía restrição de alimentação e privação do sono. 
Uma das aulas práticas foi uma incursão no pavilhão cinco, ala B do Copemcan, onde foram encontrados diversos materiais ilícitos com os internos. Como acontece nesses casos, a direção da unidade abre um procedimento administrativo disciplinar (PAD) para identificar os responsáveis pelos materiais e aplicar as medidas punitivas previstas em lei.