Valadares Filho durante palestra na Adepol

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Valadares Filho durante palestra na Adepol
Valadares Filho durante palestra na Adepol

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Publicada em 11/09/2018 às 07:13:00

 

Delegados de Sergipe 
conheceram, na ma
nhã desta segunda-feira (10), o Programa de Governo de Valadares Filho, candidato ao governo pela coligação "Um Novo Governo para Nossa Gente". Promovido pela Associação de Delegados de Polícia do Estado de Sergipe (Adepol), o encontro ocorreu no Celi Hotel, em Aracaju, e durou cerca de duas horas quando, além de expor suas propostas para administrar Sergipe, focando na questão da segurança pública, Valadares Filho respondeu a perguntas dos delegados que, ao final, lhe entregaram um documento contendo sugestões para a área.
Para combater a violência e reduzir os índices da criminalidade Valadares Filho aposta numa política de prevenção. Importante, para ele, conforme colocou, dotar a polícia de autonomia financeira e livre da burocracia, proporcionando a agilidade do processo investigativo. Para isso, o candidato pretende investir em tecnologia e inovação, além de criar mecanismos capazes de destravar as ações policiais. "Não podemos imaginar que a polícia pare uma investigação por falta de recursos financeiros ou pela burocracia que engessa a máquina administrativa", defende o candidato. 
O candidato assegurou à categoria que vai priorizar os critérios técnicos na formação de sua equipe de governo, o que vale também para a área da segurança pública. Questionado sobre as remoções "políticas", e não por critérios técnicos, de agentes de segurança, entre eles delegados de polícia, Valadares foi categórico ao afirmar que esse tipo de prática será banida do seu governo. "No nosso governo não haverá perseguições ou indicações meramente políticas. Nossa prática será de priorizar o técnico. Será de valorização, reconhecimento e qualificação dos quadros técnicos", falou ele.
Acrescentou que isso não significa, necessariamente, que não aceitará indicações políticas. "Seria hipocrisia dizer que não. Mas não bastará ser política, tem que ser técnica também", disse Valadares, para quem a politização da máquina administrativa causa mal à sociedade. De acordo com ele, o fato de não ter um grande leque de alianças políticas lhe facilita a decisão de privilegiar a gestão qualificada. "Sinto-me muito à vontade para isso".

Delegados de Sergipe  conheceram, na ma nhã desta segunda-feira (10), o Programa de Governo de Valadares Filho, candidato ao governo pela coligação "Um Novo Governo para Nossa Gente". Promovido pela Associação de Delegados de Polícia do Estado de Sergipe (Adepol), o encontro ocorreu no Celi Hotel, em Aracaju, e durou cerca de duas horas quando, além de expor suas propostas para administrar Sergipe, focando na questão da segurança pública, Valadares Filho respondeu a perguntas dos delegados que, ao final, lhe entregaram um documento contendo sugestões para a área.
Para combater a violência e reduzir os índices da criminalidade Valadares Filho aposta numa política de prevenção. Importante, para ele, conforme colocou, dotar a polícia de autonomia financeira e livre da burocracia, proporcionando a agilidade do processo investigativo. Para isso, o candidato pretende investir em tecnologia e inovação, além de criar mecanismos capazes de destravar as ações policiais. "Não podemos imaginar que a polícia pare uma investigação por falta de recursos financeiros ou pela burocracia que engessa a máquina administrativa", defende o candidato. 
O candidato assegurou à categoria que vai priorizar os critérios técnicos na formação de sua equipe de governo, o que vale também para a área da segurança pública. Questionado sobre as remoções "políticas", e não por critérios técnicos, de agentes de segurança, entre eles delegados de polícia, Valadares foi categórico ao afirmar que esse tipo de prática será banida do seu governo. "No nosso governo não haverá perseguições ou indicações meramente políticas. Nossa prática será de priorizar o técnico. Será de valorização, reconhecimento e qualificação dos quadros técnicos", falou ele.
Acrescentou que isso não significa, necessariamente, que não aceitará indicações políticas. "Seria hipocrisia dizer que não. Mas não bastará ser política, tem que ser técnica também", disse Valadares, para quem a politização da máquina administrativa causa mal à sociedade. De acordo com ele, o fato de não ter um grande leque de alianças políticas lhe facilita a decisão de privilegiar a gestão qualificada. "Sinto-me muito à vontade para isso".