Cada vez mais, João Daniel

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Publicada em 13/09/2018 às 07:14:00

 

* Rômulo Rodrigues
A tarde de quinta feira, véspera do dia da independência, transcorria dentro do previsto na empolgação da militância que sabe a importância de reeleger o Deputado Federal João Daniel, com a praça dos Mercados Municipais sendo aos poucos tomadas por dezenas, depois centenas e, finalmente milhares de militantes, a grande maioria com a já, segunda pele, de costumeira cor vermelha esfuziante, quando de repente, não mais que de repente, veio a notícia que, em princípio, foi vista como um Fake News da Globo, mas logo se confirmando e dando lugar ao que a militância petista mais sabe fazer: repudiar a violência e ser solidária aos atingidos por ela.
Em cada um e em cada uma dava para sentir; não importa se o atingido era, até então, o grande difusor desta violência; importa que, devemos repudia-la e combate-la.
Aqui, se apresenta um grande paradoxo; esta militância é a que deu voz e eco a Lula, depois que ele, num dia histórico disse: Eles (os que semeiam o ódio), quiseram matar a "Jararaca" mas só pisaram no rabo e esqueceram de esmagar a cabeça.
Justo agora, dois anos e meio vividos de muita luta ela, ao se solidarizar com a mais explícita vítima do seu próprio veneno, o ódio, mandou seu recado: Rede Globo, STF, TRF-4, República de Curitiba; se vocês precisam de um cadáver para o desfecho final do golpe; é porque se sentem derrotados ante a força do povo.
É nesse momento que fica a constatação; a militância que engrossou o caldo político das Caravanas de Lula pelo Nordeste e pelo Brasil foi majoritariamente a do MST, MTST, Via Campesina, MPA, Motu, Levante Popular da Juventude, Consulta Popular e todos os outros segmentos sociais presentes ao grande ato de apoio à reeleição de João Daniel.
Portanto, para ser obtuso e exclusivista, nadando contra a correnteza da história poderia dizer que João Daniel é o mais legítimo candidato a Deputado Federal de Lula, em Sergipe, o que me tornaria e ao candidato, pessoas políticas pequenas.
E, como Lula vem provando que na história não há lugar para os pequenos, prefiro ficar com o que dizem os sábios matutos da minha terra: cada qual, no seu cada qual.
O discurso da exclusividade tem seu endereço certo que é a parcela pequeno-burguesa que navega ao sabor dos ventos e crê que Lula é a sua onda, esquecendo que o momento não é para fantasias e sim para encarar a verdadeira onda, a da violência da Direita contra manifestantes de Esquerda e contra a Democracia.
A escalada violenta para o Estado-Policial-Militarizado da Ditadura de 1964 vai do golpe para derrubar uma Presidenta honesta, da tentativa de reedição do inquérito do Galeão, do banimento de lula e do PT do cenário político-eleitoral, do chicoteamento de militantes dos movimentos sociais, dos atentados a bala à Caravana de Lula, das repressões e prisões de candidatos negros do PT em panfletagens em Curitiba, culminando com este obscuro atentado contra o Fascista Jair Bolsonaro e as ameaças explícitas a lá gorilas de antanho.
No que diz respeito a mudar o ruma da história da República, assim como mudaram os assassinatos de dois eminentes brasileiros em conturbados processos eleitorais, Jair Bolsonaro, com sua figura diminuta, é um ponto fora da curva se comparado ao Senador Gaúcho Pinheiro Machado e ao Governador da Paraíba, João Pessoa. A tentativa de assassinato de que foi vítima, frustra todas as expectativas dos seus alucinados defensores de catapulta-lo a um patamar superior.
A violência de Bolsonaro está, não só em fazer simulação de uma arma mortífera e incentivar o extermínio de militantes políticos e sociais iguais aos que se alinham à candidatura de João Daniel. Ela está na pregação contra um Partido Político, na criminalização dos Movimentos Sociais e na prisão do único Homem capaz de liderar o País para o caminho da "Não violência"; está no preconceito da parcela esclarecida que se deixou contaminar pelo ódio para se sentir próxima e até, confundível com os que a terceirizam.
Essa é a parte da sociedade que precisa abrir os olhos e perceber que está contaminada pelo vírus da doença silenciosa do muito.
Ela está muito próxima de ficar pobre; está muito longe de ficar rica e muito deslumbrada para perceber o quanto está sendo manipulada.
Já o grande contingente militante de esquerda que acompanhou João Daniel na longa marcha de quinta feira, dia 06, tinha total consciência que estava ali, não porque João dissesse ser ou não ser, o preferido de Lula e sim porque defendiam e defendem algo muito maior e mais vital que uma mera escolha pessoal do Grande líder; defendiam com força e coragem o direito à vida e à democracia, ambas muito ameaçadas.
O direito à Democracia porque foi essa massa, no Brasil inteiro, que engrossou as fileiras da Caravana de Lula cantando a plenos pulmões; "Este é o nosso País, esta é a nossa Bandeira; É por amor a esta Pátria Brasil, que a gente segue em fileira".
O direito à vida que esta massa defende é aquele que entra diuturnamente pela boca de todos, inclusive os descerebrados que defendem o Fascismo, sem nem saber o que é, através dos alimentos e aí sim, estão os que lutam por uma alimentação sadia, livre do veneno, o povo de João Daniel; e os que acreditam no que é Agro, é Tech, é Morte e está na Globo.
Desde terça feira que esse povo é Lula, Lula é Haddad e Haddad é Lula e o povo.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

A tarde de quinta feira, véspera do dia da independência, transcorria dentro do previsto na empolgação da militância que sabe a importância de reeleger o Deputado Federal João Daniel, com a praça dos Mercados Municipais sendo aos poucos tomadas por dezenas, depois centenas e, finalmente milhares de militantes, a grande maioria com a já, segunda pele, de costumeira cor vermelha esfuziante, quando de repente, não mais que de repente, veio a notícia que, em princípio, foi vista como um Fake News da Globo, mas logo se confirmando e dando lugar ao que a militância petista mais sabe fazer: repudiar a violência e ser solidária aos atingidos por ela.
Em cada um e em cada uma dava para sentir; não importa se o atingido era, até então, o grande difusor desta violência; importa que, devemos repudia-la e combate-la.
Aqui, se apresenta um grande paradoxo; esta militância é a que deu voz e eco a Lula, depois que ele, num dia histórico disse: Eles (os que semeiam o ódio), quiseram matar a "Jararaca" mas só pisaram no rabo e esqueceram de esmagar a cabeça.
Justo agora, dois anos e meio vividos de muita luta ela, ao se solidarizar com a mais explícita vítima do seu próprio veneno, o ódio, mandou seu recado: Rede Globo, STF, TRF-4, República de Curitiba; se vocês precisam de um cadáver para o desfecho final do golpe; é porque se sentem derrotados ante a força do povo.
É nesse momento que fica a constatação; a militância que engrossou o caldo político das Caravanas de Lula pelo Nordeste e pelo Brasil foi majoritariamente a do MST, MTST, Via Campesina, MPA, Motu, Levante Popular da Juventude, Consulta Popular e todos os outros segmentos sociais presentes ao grande ato de apoio à reeleição de João Daniel.
Portanto, para ser obtuso e exclusivista, nadando contra a correnteza da história poderia dizer que João Daniel é o mais legítimo candidato a Deputado Federal de Lula, em Sergipe, o que me tornaria e ao candidato, pessoas políticas pequenas.
E, como Lula vem provando que na história não há lugar para os pequenos, prefiro ficar com o que dizem os sábios matutos da minha terra: cada qual, no seu cada qual.
O discurso da exclusividade tem seu endereço certo que é a parcela pequeno-burguesa que navega ao sabor dos ventos e crê que Lula é a sua onda, esquecendo que o momento não é para fantasias e sim para encarar a verdadeira onda, a da violência da Direita contra manifestantes de Esquerda e contra a Democracia.
A escalada violenta para o Estado-Policial-Militarizado da Ditadura de 1964 vai do golpe para derrubar uma Presidenta honesta, da tentativa de reedição do inquérito do Galeão, do banimento de lula e do PT do cenário político-eleitoral, do chicoteamento de militantes dos movimentos sociais, dos atentados a bala à Caravana de Lula, das repressões e prisões de candidatos negros do PT em panfletagens em Curitiba, culminando com este obscuro atentado contra o Fascista Jair Bolsonaro e as ameaças explícitas a lá gorilas de antanho.
No que diz respeito a mudar o ruma da história da República, assim como mudaram os assassinatos de dois eminentes brasileiros em conturbados processos eleitorais, Jair Bolsonaro, com sua figura diminuta, é um ponto fora da curva se comparado ao Senador Gaúcho Pinheiro Machado e ao Governador da Paraíba, João Pessoa. A tentativa de assassinato de que foi vítima, frustra todas as expectativas dos seus alucinados defensores de catapulta-lo a um patamar superior.
A violência de Bolsonaro está, não só em fazer simulação de uma arma mortífera e incentivar o extermínio de militantes políticos e sociais iguais aos que se alinham à candidatura de João Daniel. Ela está na pregação contra um Partido Político, na criminalização dos Movimentos Sociais e na prisão do único Homem capaz de liderar o País para o caminho da "Não violência"; está no preconceito da parcela esclarecida que se deixou contaminar pelo ódio para se sentir próxima e até, confundível com os que a terceirizam.
Essa é a parte da sociedade que precisa abrir os olhos e perceber que está contaminada pelo vírus da doença silenciosa do muito.
Ela está muito próxima de ficar pobre; está muito longe de ficar rica e muito deslumbrada para perceber o quanto está sendo manipulada.
Já o grande contingente militante de esquerda que acompanhou João Daniel na longa marcha de quinta feira, dia 06, tinha total consciência que estava ali, não porque João dissesse ser ou não ser, o preferido de Lula e sim porque defendiam e defendem algo muito maior e mais vital que uma mera escolha pessoal do Grande líder; defendiam com força e coragem o direito à vida e à democracia, ambas muito ameaçadas.
O direito à Democracia porque foi essa massa, no Brasil inteiro, que engrossou as fileiras da Caravana de Lula cantando a plenos pulmões; "Este é o nosso País, esta é a nossa Bandeira; É por amor a esta Pátria Brasil, que a gente segue em fileira".
O direito à vida que esta massa defende é aquele que entra diuturnamente pela boca de todos, inclusive os descerebrados que defendem o Fascismo, sem nem saber o que é, através dos alimentos e aí sim, estão os que lutam por uma alimentação sadia, livre do veneno, o povo de João Daniel; e os que acreditam no que é Agro, é Tech, é Morte e está na Globo.Desde terça feira que esse povo é Lula, Lula é Haddad e Haddad é Lula e o povo.

* Rômulo Rodrigues é militante político