'Benzinho' representa o Brasil em disputa por vaga no Goya

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 14/09/2018 às 06:37:00

 

O longa-metragem Benzinho, de Gustavo Pizzi, foi escolhido como o filme brasileiro que irá disputar uma vaga entre os quatro finalistas ao Prêmio Goya de Melhor Filme Ibero-Americano, que será realizado em 2 de fevereiro de 2019, na cidade de Sevilha. A premiação, que ocorre desde 1987, é organizada pela Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha.
A escolha foi feita última quarta-feira, na sede da Agência Nacional do Cinema (Ancine), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), por uma comissão de seleção composta de profissionais indicados por diversas entidades do setor audiovisual.
O filme foi escolhido por ser considerado uma obra cinematográfica com consistente marca autoral, força criativa ao apresentar um universo genuinamente brasileiro e capacidade de se comunicar com plateias de todo o mundo.
O longa conta a história de Irene (Karine Teles), que mora com o marido Klaus (Otávio Müller) e seus quatro filhos. Quando seu primogênito Fernando (Konstantinos Sarris) é convidado para jogar handebol na Alemanha, Irene terá poucos dias para superar a ansiedade e ganhar forças antes de mandar seu filho para o mundo. 
Benzinho estreou internacionalmente no Festival de Sundance, nos Estados Unidos, e logo em seguida foi exibido no Festival de Roterdã, na Holanda. Venceu o prêmio de Melhor Filme pelo Júri e pela Crítica no Festival de Málaga, na Espanha, e pelo Júri do Festival de Cinema Luso-brasileiro de Santa Maria da Feira, em Portugal. No festival de Gramado (RS), conseguiu quatro premiações: Melhor Filme pelo Júri da Crítica e pelo Voto do Júri popular, Melhor Atriz para Karine Teles, e Melhor Atriz Coadjuvante para Adriana Esteves.

O longa-metragem Benzinho, de Gustavo Pizzi, foi escolhido como o filme brasileiro que irá disputar uma vaga entre os quatro finalistas ao Prêmio Goya de Melhor Filme Ibero-Americano, que será realizado em 2 de fevereiro de 2019, na cidade de Sevilha. A premiação, que ocorre desde 1987, é organizada pela Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha.
A escolha foi feita última quarta-feira, na sede da Agência Nacional do Cinema (Ancine), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), por uma comissão de seleção composta de profissionais indicados por diversas entidades do setor audiovisual.
O filme foi escolhido por ser considerado uma obra cinematográfica com consistente marca autoral, força criativa ao apresentar um universo genuinamente brasileiro e capacidade de se comunicar com plateias de todo o mundo.
O longa conta a história de Irene (Karine Teles), que mora com o marido Klaus (Otávio Müller) e seus quatro filhos. Quando seu primogênito Fernando (Konstantinos Sarris) é convidado para jogar handebol na Alemanha, Irene terá poucos dias para superar a ansiedade e ganhar forças antes de mandar seu filho para o mundo. 
Benzinho estreou internacionalmente no Festival de Sundance, nos Estados Unidos, e logo em seguida foi exibido no Festival de Roterdã, na Holanda. Venceu o prêmio de Melhor Filme pelo Júri e pela Crítica no Festival de Málaga, na Espanha, e pelo Júri do Festival de Cinema Luso-brasileiro de Santa Maria da Feira, em Portugal. No festival de Gramado (RS), conseguiu quatro premiações: Melhor Filme pelo Júri da Crítica e pelo Voto do Júri popular, Melhor Atriz para Karine Teles, e Melhor Atriz Coadjuvante para Adriana Esteves.